sexta-feira, 28 de agosto de 2026
Vida Feliz / Vivo Feliĉa – 40 (XL)
Enquanto alguém estiver sendo acusado,
mantêm-te em silêncio.
Os acontecimentos, quando estouram, têm
antecedentes que são ignorados pela maioria dos circunstantes.
As coisas nem sempre são conforme se
apresentam, mas consoante são nos seus valores íntimos.
Não faças coro com as acusações expostas.
O delinquente e o infeliz pecador merecem,
quando menos, comiseração e oportunidade de reeducação.
Livro: Vida Feliz.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.
Dum iu estas akuzata, vi restadu silenta.
La okazintaĵoj, kiam ili fariĝas publikaj,
havas antaŭfaktojn ne konatajn de la plimulto de la alestantoj.
La aferoj ne ĉiam estas tiaj, kiaj ili
prezentas, sed kiaj iliaj intimaj valoroj.
Ne faru ĥoron kun la publikaj akuzoj.
La krimulo kaj la malfeliĉa pekinto
meritas minimume kompaton kaj okazon por reedukado.
Libro: Vivo Feliĉa.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
Pai nosso que estás nos Céus – Vinícius.
Assim, pois, é que haveis de orar, disse o Mestre: Pai nosso que estás nos céus...
Pai nosso, isto é,
de todos os homens, da Humanidade inteira, abrangendo todas as raças, todas as
nações, todos os povos. Pai dos bons e dos maus, dos justos e dos pecadores,
sobre os quais derrama, sem exceção, as suas chuvas e faz incidir
indistintamente os raios benéficos do seu sol que aquece, ilumina e vivifica.
Pai do judeu e do
gentio, do fariseu e do publicano, dos circuncidados e dos incircuncisos, dos
que crêem e também dos que não crêem. Pai dos ricos e dos pobres, dos sábios e
dos ignorantes, dos reis e dos vassalos, dos nobres e dos párias, dos poderosos
e dos humildes.
Da paternidade
divina decorre como premissa inalienável a fraternidade humana.
Todos os homens
são irmãos. As raças — branca, preta e amarela; a latina e a saxônia, todas se
confundem, formando uma só: a raça humana.
Apagam-se as
fronteiras que dividem os povos; as nacionalidades se irmanam, os idiomas se
conjugam, os pavilhões mesclam suas cores; uma só família habita a Terra: a
Humanidade!
Não há mais judeus
nem gentios, fariseus nem publicanos, saduceus nem samaritanos: um só rebanho
há, e um só pastor — Cristo Jesus.
Nobres e plebeus,
ricos e pobres, sábios e inscientes, intelectuais e operários, cérebro e
músculos, capital e trabalho já se entendem perfeitamente. Não há mais
dissídios, nem contendas, nem lutas fratricidas. A sociedade não se compõe mais
de classes ou castas que mutuamente se exploram e se hostilizam: é um todo
homogêneo. As partes se ajustam e se completam, formando a grande harmonia na diversidade.
Tal prodígio se
consumará como efeito natural da compreensão e assimilação em espírito e
verdade da primeira sentença da oração dominical: Pai nosso que estás nos céus,
isto é, que pairas acima de todas as competições, zelos, ciúmes e rivalidades;
que pairas acima de todas as querelas, disputas e contendas; que pairas acima
de toda s eiva sectária ou partidária, de todos os interesses subalternos, de
todas as paixões inconfessáveis que separam os homens, gerando entre eles
antagonismos e odiosidades.
Pai nosso que
estás nos céus! ouve a nossa prece e faze que todos sintamos em nossos corações
que Tu és o nosso Pai, e nós somos irmãos; pois de tal depende, como Tu sabes e
o teu Cristo no-lo revelou, a solução de todos os nossos problemas a conquista
de todo o nosso bem.
Livro: Em Torno do
Mestre.
Vinícius (Pedro de
Camargo)
La Evangelio Laŭ Spiritismo - Allan Kardec, ĉap. 12 p 12.
sábado, 22 de agosto de 2026
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
terça-feira, 18 de agosto de 2026
Vida Feliz / Vivo Feliĉa – 39 (XXXIX)
Não te esqueça das
pessoas que transitam em situações mais humildes e difíceis do que a tua.
Faze-te amigo
delas.
É fácil desejar
compartir das alegrias, dos momentos de triunfo, das situações invejáveis que
os outros experimentam.
O ideal é ser
companheiro de todos.
A situação financeira,
o poder, a saúde e a juventude são transitórios.
Converte o teu
amor na mais valiosa conquista da tua vida, repartindo-o com todos os indivíduos.
Livro: Vida Feliz.
Joanna de Ângelis
/ Divaldo Franco.
Ne forgesu la
personojn, kiuj vivas en situacioj pli humilaj kaj malfacilaj ol la viaj.
Fariĝu ilia amiko.
Estas facile partopreni
en la ĝojaj kaj en la triumfaj momentoj de la envieblaj situacioj, kiujn la
aliaj travivas.
La idealoj estas
amikiĝi kun ĉiuj.
La financa
situacio, la povo, la sano kaj la juneco estas nedaŭraj.
Aliigu vian amon en
la plej valoran konkeron de via vivo, disdividante gin inter ĉiuj individuoj.
Libro: Vivo
Feliĉa.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.
domingo, 16 de agosto de 2026
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Akuzatido - "N"
Acusativo de Direção - Para indicar direção, ou melhor, alvo, (de um movimento), as palavras recebem a terminação -n do acusativo:
a)
- Mi
estas en la aŭtomobilo. (Estou no carro). Significa que já estou dentro
do carro.
- Mi iras al la aŭtomobilo. (Vou em
direção ao carro). Significa que eu estava em determinado lugar e estou me
encaminhando em direção ao carro.
- Mi iras en la aŭtomobilon (Vou para dentro do automóvel). Significa que eu me encontrava em determinado lugar, sigo em direção ao carro e entro nele.
b)
- La blato kuras sub la lito. (A barata
corre embaixo da cama). A barata já estava embaixo da cama e lá ela corre.
- La blato kuras sub la liton. (A barata
corre para debaixo da cama). A barata estava em outro lugar e corre para
debaixo da cama.
O acusativo de direção é usado:
1. Nos substantivos:
- Miloj da soldatoj estas sendotaj
Afrikon. (Milhares de soldados serão enviados à África.)
- Morgaŭ mi vojaĝos Parizon. (Amanhã
viajarei para Paris.)
- Mi iras la parkon. (Vou para -dentro- do
parque.)
Na prática, usa-se o acusativo em nomes
próprios de cidades, países, etc. ou quando queremos mostrar a ida para o
interior de algo. Atualmente usa-se mais a preposição "al": "al
Afriko", "al Parizo", "al la parko".
2. após preposições, que por si só, não
indiquem movimento:
- Mi prenos sur min tiun taskon. (Tomarei
sobre mim essa tarefa.)
- Mi devas iri en la regnan ĉielan. (Devo
ir para o reino do céu.)
- Oni elkondukis lin ekster la urbon.(O
conduziram para fora da cidade.)
- Pro la ventego ondoj ĵetiĝis kontraŭ la
ŝtonojn. (por causa do vento as ondas se atiravam sobre as rochas.)
3. Nos advérbios:
- Mi jam estas hejme, revenu do hejmen.
(Eu já estou em casa; volte, portanto, para casa.)
-
Ŝi ĵetadis siajn brakojn posteN kaj antaŭen. (Ela atirava os braços para
trás e para a frente.)
- Lia kolero pelis lin tro malproksimeN.
(A cólera dele o impeliu para demasiado longe.)
4. nos correlativos: kie, tie, ie, nenie,
ĉie
- Kien vi iris? (Aonde você foi?) Mi iris
tien. (Fui para lá.)
- Mia krajono ien ruliĝis. (Meu lápis
rolou para algum lugar.)
- La infano turnadis ĉien la okulojn. (A
criança voltava os olhos para toda a parte.)
- Kun Dio vi iros ĉien, sen Dio nenien.
(Com Deus você irá a toda a parte, sem Deus a nenhuma parte.)
5. para mostrar a transformação de algo,
de um estado para outro:
- Mi ŝanĝos ilian malĝojon en ĝojon.
(Modificarei a tristeza deles em alegria.)
- Li kapablas transformi feron en oron. (Ele é capaz de transformar ferro em ouro.)
Notas:
1) O acusativo de direção é usado somente junto a verbos, que indicam movimento: iri, kuri, veni, reveni, meti, ĵeti, etc.
2) o acusativo de direção jamais é usado após preposições, que indicam movimento: al, ĝis, de, el.
3) uma dica interessante: o acusativo de
direção normalmente se trata da preposição AL, que é substituida por ele.
Quando se tem dúvida da existência ou não para se colocar o acusativo de
direção deve-se colocar a preposição AL + outra preposição (EN, POST,
(MAL)ANTAŬ, kpt).
- La hundo iris (AL) malantaŭ la arbo....
Aqui o AL seria pertinente, logo, necessita-se o acusativo de direção: La hundo
iris malantaŭ la arbon.
- La viro iris (AL) post la muro. --->
La viro iris post la muron.
- Ili vojaĝis (AL) trans la oceano ---> Ili vojaĝis trans la oceanon.
https://gramatikero.blogspot.com/2015/05/akuzativo-por-montri-direkton.html
terça-feira, 11 de agosto de 2026
domingo, 9 de agosto de 2026
Vida Feliz / Vivo Feliĉa – 37 (XXXVII)
Nunca enganes a ninguém.]
A vida é grande cobradora e exímia
retribuidora.
O que faças com os outros sempre retornará
a ti.
À sementeira sucede a colheita.
Segarás conforme hajas plantado.
Quem engana, ilude, trai, a si próprio se
prejudica, desrespeitando-se primeiro e fazendo jus depois aos efeitos da sua
conduta reprochável.
Sê honesto para contigo, e, como
consequência, para com teu próximo.
Livro: Vida Feliz.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.
Neniam trompu iun ajn.
La vivo estas forte postulema kaj tre
lerte rekompencema.
Kion vi faras al la aliaj, tio ĉiam
revenos al vi.
La semado postvenas al la rikolto.
Vi rikoltos laŭ tio, kion vi semos.
Kiu trompas, iluziigas, perfidas, tiu malbonfaras
al si. Malprofitigas sin, malrespektante unue sin mem, suferante poste la
efikojn de sia malinda konduto.
Estu honesta al vi mem, kaj konsekvence al
via proksimulo.
Livro: Vivo Feliĉa.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
segunda-feira, 3 de agosto de 2026
domingo, 2 de agosto de 2026
sexta-feira, 31 de julho de 2026
O pecado e a atitude pecaminosa – Vinícius.
"Tendes
ouvido o que foi dito: Não adulterareis. Eu, porém, vos digo que todo o que põe
seus olhos em uma mulher, para a cobiçar, já no seu coração cometeu
adultério... É necessário que haja escândalos, mas aí do homem por quem o
escândalo vem." Jesus / Mateus, 5:27 e 28.
A atitude pecaminosa e o pecado consumado são igualmente passíveis de condenação pela soberana justiça do céu.
Há capacidade para
o mal, como há para o bem. O estado pecaminoso está incurso na lei divina,
ainda mesmo que, por esta ou aquela circunstância, não se objetive o pecado.
A justiça da Terra julga pelas aparências. A do céu julga segundo a reta equidade. Para o julgamento do mundo é mister que o mal se concretize para que exista e seja condenado. Para o juízo divino, que penetra o âmago dos corações, não é isto necessário: ele constata o mal latente e o exprobra desde logo.
E assim se
explicam as palavras de Jesus: Época preciso que haja escândalo; mas ai daquele
por quem vem o escândalo. Sim, é preciso que a maldade humana, oculta nos
pélagos insondáveis do Espírito, se manifeste, se mostre à luz do dia para que
o delinqüente se reconheça como tal, e, suportando as conseqüências dolorosas
do delito, se corrija e se converta.
Enquanto a
sujidade permanece escondida, o homem se julga puro; quando, porém, extravasa a
lama pútrida que jazia acamada no fundo de sua alma, ele desperta para a
realidade e se reconhece pecador. É o que sucedeu com o Mancebo, cuja paixão
pelas riquezas mundanas Jesus tornou patente.
Sendo a confissão
da culpa o início da redenção, é preciso que haja escândalo, visto como o homem
só se curva à evidência dos seus pecados quando estes se tornam ostensivos, não
lhe sendo mais possível dissimulá-los.
Que importa que o adultério não se haja consumado, se ele existe no coração? Que importa que o homem mau não haja tirado a vida a ninguém, se ele é homicida de pensamento, se alimenta ódio contra seu próximo e se regozija com as alheias desventuras?
Quem diria que
Judas seria capaz de vender a Jesus Cristo por trinta dinheiros, senão o mesmo
Jesus, que sabia existir na alma cúpida daquele discípulo a avareza, a sede
insaciável de ouro que, no dizer de Paulo, é a raiz de todos os males? Nesse
caso, dir-se-á: porque, então, Jesus chamou Judas para o apostolado? Justamente
porque era preciso que o escândalo se verificasse, já em proveito da missão que
Jesus vinha desempenhar na Terra, já no do próprio Judas, cuja redenção teve
início precisamente após a prática daquele crime de traição. O tremendo remorso
de que se viu possuído é o atestado certo do despertar de sua consciência até
ali mergulhada na embriaguez de bastardas paixões.
Noutro terreno menos grave, vemos Pedro, o apóstolo arrojado, cujo temperamento ardoroso tão bem se prestava a transmitir as mensagens do céu, negar três vezes o seu Mestre, a despeito mesmo de haver sido por ele prevenido dessa prova pela qual devia passar. A negação de Pedro foi, a seu turno, um escândalo; mas, era preciso que assim sucedesse para que Pedro se acautelasse contra uma ralha de seu bondoso caráter.
Jesus estava certo de que Pedro podia negá-lo; porem Pedro, a parte mais interessada no caso, ignorava que de tal fosse capaz. Após a consumação do ato pecaminoso, ficou-se conhecendo melhor; e, como é sabido, do conhecimento próprio depende a obra de nosso aperfeiçoamento. Pedro, no conceito de Jesus, era o mesmo, antes e depois da negação. Esta falta, ou melhor, a capacidade de praticar ou incorrer em tal gênero de pecado, já Jesus havia descortinado no interior daquele apóstolo.
De todos estes
comentos ressalta grande e proveitosíssima lição de humildade, que convém
assinalar. Do exposto, é forçoso concluir que existe em todos nós grandes
falhas de caráter, muitas e variadas capacidades de pecar. Esta convicção, do
que em realidade somos, há de nos tornar mais benevolentes, menos descaridosos
para com as quedas alheias. Veremos com olhos mais complacentes as vitimas do
crime; e, - como os acusadores da mulher adúltera, aos quais Jesus forçou
reconhecer as culpas próprias — não nos sentiremos com ânimo de atirar-lhes a primeira
pedra.
Livro: Em Torno
doMestre.
Vinícius / (Pedro
de Camargo)



























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