domingo, 28 de junho de 2026
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Vida Feliz / Vivo Feliĉa – 32 (XXXII)
Difunde a
esperança em melhores dias.
Nunca houve tanta
necessidade da verde palma, quanto nestes momentos.
A esperança dá
forças aos ideais e coragem às criaturas, que se renovam, mesmo quando tudo parece
a ponto de perder-se.
É ela que sustenta
o herói e mantém o santo nos propósitos superiores que abraçam.
Preservando-a em
ti, nunca desfalecerás, nem te sentirás abandonado, quando as circunstâncias te
convidarem ao testemunho e à solidão.
Livro: Vida Feliz.
Joanna de Ângelis
/ Divaldo Franco.
Disvastigu la
esperon por pli bonaj tagoj.
Neniam ekzistis
tiom da bezono pri la “verda palmo” kiom en nunaj momentoj.
La espero vigligas
la idealojn, kaj kuraĝigas la personojn, kiuj sin renovigas, eĉ kiam ĉio ŝajnas
bladaŭ perdota.
Ĝi subtenas la
heroon kaj tenas la sanktulon en la superaj celoj al kiuj ili sin dediĉas.
Antaŭgardante ĝin en
vi mem, neniam vi malkuraĝigos, nek vin sentos forlasita, kiam la cirkonstacoj invitos
vin al fidpruvo kaj al soleco.
Libro: Vivo
Feliĉa.
Joanna de Ângelis
/ Divaldo Franco.
Deus, Justiça, Evolução – Vinícius.
Que significa a
evolução se os seres inferiores não evolvem para as espécies superiores? Onde a
eficiência dessa lei eterna e incoercível se os seres devem permanecer
eternamente chumbados ao estado e às condições em que os conhecemos no momento
atual?
Não temos, acaso,
para refutar aquela hipótese, o fato inconteste das profundas modificações
verificadas entre os animais de hoje em comparação com os do passado? O mesmo
gênero humano não escapa a estas alterações. Os homens, como os animais da
atualidade, divergem dos homens e dos animais de outrora. Destes últimos,
várias espécies desapareceram do teatro terreno, existindo apenas exemplares
nos museus. Outras variedades há que existiram em épocas remotas e só lograram
chegar ao nosso conhecimento através de vestígios fósseis.
A criação é uma
cadeia infinita cujos elos se entrelaçam num movimento ascensional constante.
Não podemos, naturalmente, ver e palpar esse entrelaçamento gradual e
progressivo dos seres, porque o orbe em que habitamos não passa de uma nesga ou
fração diminuta do Universo.
Os elos da
infinita cadeia se conjugam no incomensurável cenário da vida universal.
Podemos imaginar esse fenômeno, podemos concebê-lo, mercê de nossa inteligência
e de nosso raciocínio, mas não nos é dado comprová-lo neste mísero recanto que
ora nos hospeda.
A escada que Jacob
viu em sonhos, quando em caminho da Mesopotâmia, é a imagem fiel da evolução.
Por essa escada, cujas extremidades se apoiavam, respectivamente, uma na Terra,
outra no Céu, subiam e desciam os Espíritos. A escada com seus múltiplos
degraus alegoriza claramente as várias etapas do progresso que os Espíritos vão
galgando na conquista aurifulgente de seus destinos.
A Terra não está
insulada no céu. Tudo, na criação, é solidário, como solidárias são as células
de nosso corpo.
Mundos e sóis,
planetas e astros, anjos e homens, animais e plantas — todas as modalidades de
vida, da mais simples e rudimentar à mais complexa e elevada, sobe a escada
maravilhosa da evolução como hino triunfal que a Natureza entoa à sabedoria
infinita e ao amor incomparável de Deus.
O grande naturalista Darwin, conquanto se mantivesse exclusivamente no terreno da Biologia, averiguou a veracidade da evolução através das variadas espécies animais anatomicamente estudadas. Gabriel Delanne, o pensador profundo, o espiritualista consumado, em sua obra majestosa — Evolução Anímica — firma, com dados positivos, o conceito, hoje indiscutível, do progresso de todos os seres numa empolgante peregrinação pela senda intérmina do aperfeiçoamento. Wesley, protestante, fundador da igreja metodista, era partidário da evolução. Raciocinando, certa vez, sobre a sorte dos animais, teve este pensamento, próprio de uma alma cristã, de um coração amorável e justo: "Meu Deus! certamente tens concedido aos animais a faculdade de melhorar. Creio que eles não permanecerão no estado de inferioridade em que hoje os conhecemos."
A evolução é um
fato que se impõe, e que em tudo se verifica. No campo do subjetivo ela se
ostenta também em demonstrações e testemunhos irretorquíveis. A imprensa de
Gutenberg evolutiu para as Marinoni, essas máquinas admiráveis, verdadeiros
prodígios da mecânica moderna. Os barcos de Fulton evolveram, a seu turno, para
essas naus possantes, para os transatlânticos que são cidades flutuantes unindo
os continentes. A idéia de Gutenberg e a de Fulton, para citar apenas dois exemplos,
emigraram de cérebro em cérebro de geração em geração, subindo, ascendendo aos
altos paramos do aperfeiçoamento. E, certamente não se cristalizarão aí. O
futuro, em todos os tempos sempre trouxe em seu bojo surpresas maravilhosas.
Creio na evolução
porque creio na justiça. Creio na justiça porque creio em Deus!
Livro: Em Torno do
Mestre.
Vinícius (Pedro de
Camargo)
quinta-feira, 25 de junho de 2026
terça-feira, 23 de junho de 2026
Vida Feliz / Vivo Feliĉa – 31 (XXXI)
Torna-te pacificador.
Onde te encontres, estimula a paz e vive
em paz.
Os tumultos que aturdem os homens e as
lutas que se travam em toda parte poderiam ser evitados, ou pelo menos
contornados, se os homens mantivessem o espírito de boa vontade, uns para com
os outros.
Uma ofensa silenciada, uma agressão
desculpada, um golpe desviado, evitam conflitos que ardem em chamas de ódio.
Confia na força da não-violência e a paz
enflorescerá o teu e o coração de quantos se acerquem de ti.
Livro: Vida Feliz.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.
Fariĝu Paciganto.
Kie vi estas, tie stimulu la pacon kaj
vivu pace.
La tumultoj, kiuj konfuzas la homojn, kaj
la luktoj, kiuj okazas ĉie, povus esti evititaj, aŭ almenaŭ duonsolvitaj, se la
homoj subtenus la bonvolan spiriton, unuj al la aliaj.
Silentigita ofendo, pardonita agreso, bato
detenita, evitas konflitojn, kiuj farigus flamojn el malamo.
Fidu al la forto de neperforto, kaj la
paco floros en via koro kaj en tiu de ĉiuj, kiuj proksimiĝos al vi.
Libro: Vivo Feliĉa.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.
domingo, 21 de junho de 2026
"Girassol" (Alceu Valença) en Esperanto
158 visualizações 15 de mai. de 2026
Ricevu nian senpagan novaĵleteron!
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português:
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Muzikteksto kun gitarakordoj de
"Sunfloro":
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(Originala titolo: Girassol)
Verkis: Alceu Valença
Traduko: James Rezende Piton
Voĉo:
Ana Paula Pose
Gitaro:
Flávio Fonseca
Kamerao:
Gabriel Pacheco
Abonu:
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sexta-feira, 19 de junho de 2026
quarta-feira, 17 de junho de 2026
Vida Feliz / Vivo Feliĉa – 30 (XXX)
Qualquer vício
escraviza e mata.
Não te vincules
aos chamados aperitivos sociais, que dão margem a lamentáveis processos de
alcoolismo, nem adotes a posição de fumante, por parecer-te uma postura
distinta e de elegância, mas que conduz às algemas do tabagismo assassino.
Jogo, sexo, gula,
anedotário servil, para citar somente alguns, iniciam-se em pequenas doses,
para culminar em cárcere moral, quando não em penitenciária comum.
Uma vida sadia
torna-se ditosa e prolongada, em benefício daquele que assim a preserva.
Livro:
Vida Feliz.
Joanna
de Ângelis / Divaldo Franco.
Ia
ajn malvirto sklavigas kaj mortigas.
Ne,
vin kunligu al la tiel nomataj “sociaj aperitivoj”, kiuj kaŭzas bedaŭrindajn
procesojn al alkoholismo, nek adoptu la pozicion de fumanto, kiu ŝajnas al vi
distigebla kaj eleganta, sed kondukas al la ĉenoj de mortiga tabakismo.
Ludo,
sekso, manĝemo, malnobla anekdotaro, por mencii nur kelkajn, komenciĝas per
malgrandaj dozoj, por kulmini en morala karcero, kiam ne en komuna pundomo.
Sana
vivo fariĝas feliĉa kaj longdaŭra, profite al tiu, kiu ĝin antaŭgardas.
Libro:
Vivo Feliĉa.
Joanna
de Ângelis / Divaldo Franco.
segunda-feira, 15 de junho de 2026
sábado, 13 de junho de 2026
quinta-feira, 11 de junho de 2026
terça-feira, 9 de junho de 2026
Vida Feliz / Vivo Feliĉa – 28 (XXVIII)
Sê gentil com as
crianças. Elas necessitam de oportunidade e de amor para lograrem o triunfo.
Esses cidadãos em
formação ignoram as lutas que os aguardam.
Distende-lhes o
gesto de simpatia, transmitindo-lhes confiança na humanidade que representas.
Não as atemorizes,
nem as maltrates.
Quem visse aquele
menino, em Nazaré, no passado, entre outras crianças, brincando descuidadamente,
não poderia imaginar que era o construtor da Terra, nosso Modelo e Guia.
Livro: Vida Feliz.
Joanna de Ângelis
/ Divaldo Franco.
Estu ĝentila kun
la infanoj. Ili bezonas okazon kaj amon por venki.
Tiuj malgrandaj
civitanoj ne konas la batalon ilin atendantan.
Etendu al ili
simpatian geston, transdonante al ili konfidon al la homaro, kiun vi
reprezentas.
Ne timigu ilin,
nek ilin malbontraktu.
Kiu vidus en la
pasinteco tiun kanbon en Nazareto, inter aliaj infanoj nezorgeme ludantaj, tiu
ne povus imagi, ke li estas la Kontruinto de la Tero, nia Modelo kaj Gvidanto.
Libro: Vivo
Feliĉa.
Joanna de Ângelis
/ Divaldo Franco.
domingo, 7 de junho de 2026
sábado, 6 de junho de 2026
quinta-feira, 4 de junho de 2026
terça-feira, 2 de junho de 2026
domingo, 31 de maio de 2026
sexta-feira, 29 de maio de 2026
Vida Feliz / Vivo Feliĉa – 26 (XXVI)
Acalma os anseios
de mudanças constantes.
Deus te colocou no
melhor lugar para o teu progresso moral e espiritual.
O lar que tens, o
trabalho em que te encontras, a cidade onde resides, são oportunidades de
treinamento para a tua evolução.
"Pedra que
rola, não cria limo" — afirma o brocardo popular.
Quem sempre está
de mudança não amadurece, nem realiza bem coisa alguma.
Cumpre a tarefa
onde estejas, e, no momento próprio, após acurada meditação, toma o teu rumo definitivo.
Livro: Vida Feliz.
Joanna de Ângelis
/ Divaldo Franco.
Moderigu la
dezirojn por konstantaj ŝanĝoj.
Dio vin metis en la
plej bonan lokon por via morala kaj spirita progresso.
La hejmo, kiun vi
tenas, la laboro en kiu vi troviĝas, la urbo kie vi loĝas, estas okazoj per
kiuj vi ekzercos vian evoluon.
“Vivo modera estas
vivo sendanĝera”, diras popola proverbo.
Kiu translokiĝas konstante,
tiu ne maturiĝas, nek bone efektivigas ion ajn.
Plenumu la taskon,
kie vi estas, kaj en la ĝusta momento, post bona meditado, prenu vian definitan
destinon.
Libro: Vivo
Feliĉa.
Joanna de Ângelis
/ Divaldo Franco.
quarta-feira, 27 de maio de 2026
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Soou a hora – Vinícius.
O método de pesquisar a verdade científica é o mesmo que deve ser empregado na conquista da verdade religiosa.
Não há dois
processos diferentes de aprendizagem. O natural é um só.
Indagar, deduzir,
experimentar, confrontar, observar — eis os meios de chegarmos à solução dos
problemas científicos e religiosos.
Não há religião
fora da Ciência, e não há ciência fora da Religião. Se é certo que há ciência
na Física, na Química, na Astronomia e nas Matemáticas, há sabedoria, e muito
grande, na bondade de coração, na inteireza de caráter, no espírito de justiça,
no cumprimento do dever, no altruísmo, na renuncia e no sacrifício próprio em
prol do bem coletivo e da felicidade de todos. E estas coisas são os frutos da
árvore da redenção plantada no cume do Calvário pelo Cristo de Deus. A ciência
que proscreve a virtude não é ciência: é vaidade. A religião que proscreve a Ciência
não é religião: é superstição.
Não estamos mais
nos tempos dos dogmas e dos rituais. O imperialismo não mais domina, quer na
Ciência, quer na Política, quer na Religião. O homem quer agir com liberdade,
direito inalienável que Deus concede a todos. O mundo reclama uma religião que
melhore as condições sociais, regenerando o indivíduo. A Humanidade está farta
de Borlas e de promessas falaciosas: ela quer frutos.
Salvação e
condenação já se tornaram termos vazios de sentido. O mundo atual pede fatos
concretos que possam ser observados na esfera social, no cenário terreno. A
religião que não melhora e homem, não salva o espírito. O credo que não tem
poder para reformar os costumes, que é incapaz de conter a onda do vício e do
crime que ora invade a sociedade, não merece mais crédito, nem pode ser levado
a sério. Não garante o futuro quem não tem ação sobre o presente. Quem não faz
o menos, não fará, com mais razão, o mais.
Não importa que
certas instituições hajam conseguido prestígio no passado e disso se gloriem na
atualidade. O momento atual reclama uma nova fé, uma força nova, viva, forte,
capaz de conjurar os males e os flagelos que arrastam a Humanidade para o
abismo.
"Águas passadas não movem moinho." Não será com as tradições que venceremos os inimigos do homem desta época: vício, crime, cobiça, ambição, fraude, hipocrisia, ociosidade. Religião que se torna estática e estéril é religião morta que pede o Requiescat in pace. Necessitamos de fé, dessa fé que é dinamismo, que é energia incoercível e cuja eficácia se revela em fatos palpáveis, concretos.
A época não é de discussões, nem de controvérsias, é dos fatos. Quem é bom, trate de ser melhor; e quem é mau há de revelar em mais alto grau as suas maldades. Todos os homens são convidados agora a se manifestarem tais quais são em realidade. "Nada há encoberto que não seja descoberto." "E' preciso que haja escândalos, mas ai daqueles por quem o escândalo vem." As máscaras vão cair. Não se tolerará a hipocrisia. O que houver oculto, no coração do homem, virá à luz meridiana. Dai porque as organizações, baseadas nas exterioridades e nas encenações, ruirão por terra. Mas geraram corrupção, fanatismo e hipocrisias. Os chamados intelectuais chegaram, por isso, a negar a eficiência e o valor da fé.
Encaram a religião e as demais instituições sociais como coisas que se prestam unicamente para embair a credulidade dos simples e serem explorados pelos sábios e entendidos.
"A hora vem e
agora é", em que o Filho do homem reivindicara os legítimos direitos que
lhe são devidos, pois esses direitos foram conquistados com a efusão do seu
sangue.
Livro: Em Torno do
Mestre.
Vinícius / (Pedro
de Camargo)






