quarta-feira, 22 de abril de 2026

Vida Feliz / Vivo Feliĉa – 19 (XIX)

 

         Tolera as falhas alheias e não as apresentes no festival de fofocas.

         Todos erramos.

         Sábio é aquele que, no erro, aprende a agir com correção.

         Quando vejas alguém caído, dá-lhe a mão, em vez de te comprazeres em censurá-lo.

         Ninguém tomba por querer. E, se tal ocorre, nele predomina a ignorância, que é um cruel inimigo do homem.

         Ainda assim, o equivocado merece mais socorro do que reprimenda.”

         Joanna de Ângelis / Divaldo Franco

         Livro: VIDA FELIZ.

 

         Toleru la mankon de la aliaj kaj ne prezentu ilin en la festivalo de klaĉaĵoj.

         Ni ĉiuj eraras.

         Saĝulo estas tiu, kiu per eraro lernas agi ĝuste.

         Kiam vi vidos iun falintan, donu al li la manon, anstataŭ riproĉi lin.

         Neniu falas propravole. Sed se tio okazas, en li superregas la nescio, kiu estas kruela malamiko de la homo.

         Eĉ tiamaniere, la erarinto pli meritas helpon ol riproĉon.

         Libro: Vivo Feliĉa.

         Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.


Aprenda Esperanto cantando: Guantanamera - Jozeíto Fernandez e José Martin

 

Divaldo Franco-Amélia Rodrigues ATÉ O FIM DOS TEMPOS 2000 Podcast

 

SEXO E VIDA: Série Vida e Afetividade #01 | Com os autores Jorge Elarrat e Adriane Bacarin

 

THEREZINHA OLIVEIRA - INICIAÇÃO AO ESPIRITISMO - AULA 33 - "DE GRAÇA RECEBESTE, DE GRAÇA DAI"

 

Eu escolhi minha família? ✨ | Pequenos Espíritos, Grandes Lições com Luzinho

 

Estudando a Mediunidade - Martins Peralva.

Desobsessão - André Luiz.

 

domingo, 19 de abril de 2026

A Dor – Vinícius.

         Será a dor um bem? Será um mal? Se é um bem, porque a consideramos como — indesejável? — Se é um mal, porque Deus fêz dela o patrimônio comum da Humanidade? Será a dor punição ou castigo? Então como se explica atinja ela os bons e de sua influência não escapem os justos? De outra sorte, como se entende que a vida dos maus, senão sempre, muitas vezes transcorra menos árida e penosa que a dos que procuram viver segundo a justiça?

         A dor será, então, um problema complexo, de solução difícil, inacessível às inteligências vulgares? Não devemos buscar o seu "porquê"? Cumpre que a ela nos submetamos, premidos pelas circunstâncias, como vítimas indefesas? Diante da dor, qual a atitude a assumir, de revolta ou de submissão incondicional e passiva?

         Descobre-se facilmente a incógnita da dor através da seguinte parábola de Jesus:

         "Um homem tinha uma figueira plantada na sua vinha, e foi buscar fruto nela, e não o encontrou. Então disse ao viticultor: Faz três anos que venho procurar fruto nesta figueira, e não acho; corta-a, para que está ela ainda ocupando a terra inutilmente? Respondeu-lhe: Senhor, deixa-a por mais este ano, até que eu cave em roda e lhe deite adubo; e se der fruto no futuro, bem está; mas, senão, cortá-la-ás."

         Eis aí como se faz luz sobre o caso. Aquilo que nos parecia tão complicado, torna-se perfeitamente claro.

         A dor é uma necessidade em orbes como este onde nos encontramos. Ela é, na vida do Espírito, o que o fertilizante é na vida da planta. Os homens, como as árvores, não devem ocupar neste mundo um lugar inutilmente. E' da lei que as árvores e homens produzam frutos, cada um segundo sua espécie e natureza. Quando a árvore se torna estéril, o agricultor recorre aos processos aconselhados ao caso: abre sulcos em volta do seu tronco e aduba a terra ao redor. Quando o Espírito estaciona na senda de evolução, mostrando-se negligente e relapso no dever que lhe assiste de produzir frutos de aperfeiçoamento moral e de desenvolvimento intelectual, vem o aguilhão da dor despertá-lo. E' assim que os abúlicos, os comodistas impenitentes, os preguiçosos e os cínicos são chamados a postos e forçados a assumirem atitudes definidas e positivas nas lutas da vida.

         A Humanidade terrena é composta de elementos retardatários. Daí se explica porque a dor é patrimônio comum a todos os homens. As lutas, as dificuldades e o sofrimento nos assediam por todos os lados e nos salteiam a cada passo no carreiro da presente existência. Debalde procuramos fugir às suas investidas. O momento chega em que nos vemos forçados a enfrentar obstáculos e a resolvê-los; a aceitar as lutas e a vencê-las; a encarar a dor face a face e suportá-la.

         E de tudo isso resulta um bem. Após as refregas e as dores, o Espírito sente-se mais capaz e menos egoísta, mais corajoso e menos indolente. Ao concurso da dor devemos, pois, grande parte do nosso progresso intelectual e moral.

         A dor física, determinando sensações desagradáveis e penosas, põe cobro aos desmandos da intemperança, às bacanais e a todos os arrastamentos da animalidade a que os homens nos entregamos na satisfação insaciável dos sentidos. Em busca da saúde perdida, vemo-nos na necessidade de submeter-nos às leis de higiene, cujos preceitos são mandamentos divinos. Começa aí a obra de nossa espiritualização.

         A dor moral gera sentimentos que fazem aflorar nos corações as mais belas virtudes ao lado das mais puras e santas emoções. E' pelo sentimento que o gérmen de tudo que é bom e de tudo que é belo cresce e frutifica. O sentimento é o esplendor da centelha divina que anima e vivifica o espírito, ou, para melhor dizer, é a essência do próprio espírito. A dor moral é o sopro que desperta os sentimentos como a aragem ressuscita a brasa amortecida sob espessa camada de cinza.

         O homem assemelha-se à cana de açúcar. Através dos grandes sofrimentos é que ele nos revela as belezas ocultas e as suas qualidades mais nobres e excelentes, tal como a cana que só esmagada e triturada entre os impiedosos cilindros da moenda é que nos fornece o seu delicioso sumo repassado de incomparável doçura. Daí porque sofrem todos neste mundo: os injustos para que se regenerem, e os justos e os santos para que melhor se justifiquem e se santifiquem.

         "Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados." (Mateus, 5:4.) A dor, suportada com valor e paciência, encerra em si mesma a consolação, porque atrai a graça divina, esse bálsamo que mitiga e suaviza todas as agruras e tormentos, fazendo despontar a aurora bendita da esperança nas almas aflitas e sobrecarregadas.

         "Ai de vós, os que agora rides! porque haveis de lamentar e chorar. Ai de vós, os que agora estais fartos! porque tereis fome. Ai de vós que sois ricos! porque já recebestes a vossa consolação." (Lucas, 6:24 e 25)

         Estes são as figueiras estéreis: não produzem frutos. Por isso estão reclamando que o arado rasgue largos e profundos sulcos em torno de si, abalando suas raízes; em seguida, receberão o fertilizante.

         "Bem-aventurados vós os pobres, porque vosso é o reino de Deus. Bem-aventurados vós que tendes fome, porque sereis fartos. Bemaventurados sois quando perseguidos e vilipendiados; quando vos odiarem e hostilizarem. Regozijai-vos e exultai: pois grande será o vosso galardão." (Mateus, 5:3,6 e 10 a 12.) Estes são as figueiras sob a influência do fertilizante: já estão produzindo frutos sazonados.

         Riqueza e pobreza, vigor e debilidade — são provações. O rico há de dar conta de sua riqueza, como o pobre há de responder acerca da maneira por que se houve na sua pobreza. O forte dirá que uso fêz da sua fortaleza, e o débil como se portou em suas enfermidades. O planeta Terra é o grande cenário onde os Espíritos vêm exercitar suas atividades e experimentar suas possibilidades. Às encarnações são oportunidades concedidas para tal finalidade.

         A vitória ou a derrota tracejará as linhas do porvir que além os aguarda.

         A dor é o aguilhão que os impele à arena do combate. Aqueles que menosprezam ou malbaratam a ocasião favorável, que lhes é concedida, lamentarão amargamente o tempo perdido. A dor os espreita e, como efeito de uma causa adrede criada, sobre eles recairá inexoravelmente até que os conduza à senda da vida cujo senso máximo é o progresso sob todos os prismas e aspectos.

         E assim a dor se define, não como o objeto ou a finalidade da vida, mas como o meio que conduz os espíritos àquele objeto e àquela finalidade.

         Livro: Em Torno do Mestre.

         Vinícius – (Pedro de Camargo)

   

Religião dos Espíritos - Emmanuel.

 

Palavras de Luz - 19, 18, 17 e 16.

 

Minutos de Luz com Luzinho | Soltar o que pesa

 

#91 Estudando O Evangelho Segundo o Espiritismo - Coletânea de preces espíritas. Preâmbulo.

 

1 HORA de Música Espírita para Pedir Auxílio em Causas Urgentes

 

THEREZINHA OLIVEIRA - INICIAÇÃO AO ESPIRITISMO - AULA 32 - "MEDIUNIDADE E ESPIRITISMO"

 

Chico Xavier-Emmanuel RELIGIÃO DOS ESPÍRITOS 1960 Podcast

 

Edgard Armond OS EXILADOS DA CAPELA 1949 Podcast

 

sábado, 18 de abril de 2026

Gramática, compreensão auditiva, compreensão de texto e conversação | Parte 01 | Aula 68 | Esperanto

 

Hermínio Miranda ARQUIVOS PSÍQUICOS DO EGITO 1994 Podcast

 

Léon Denis CRISTIANISMO E ESPIRITISMO 1898 Podcast

 

42º Congresso Espírita - Palestra com Alberto Almeida

 

RESIGNAÇÃO: A CHAVE PARA A PAZ INTERIOR | Artur Valadares 🙏✨

 

Por que eu nasci? ✨ | Pequenos Espíritos, Grandes Lições com Luzinho

 

Cidade no Além - Chico Xavier e HeigorinaCunha.

 

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Vida Feliz / Feliĉa Vivo – 15 (XV)

         “Somente lobos caem em armadilhas de lobos – leciona o Evangelho de Jesus.

         Desse modo jamais te permitas o espinho da humilhação ou da desonra, quando agredido ou malsinado.

         És o que vives interiormente, e não aquilo de que te acusam.

         Não te tornarás melhor porque estás elogiado, ou ficarás pior porque combatido.

         Permanece honrado e discreto, sendo tu mesmo, em busca do aprimoramento íntimo.”

         Livro: Vida Feliz

         Joanna de Angelis / Divaldo Franco.


         “Jen mi sendas vin kiel ŝafidojn meze de lupoj” – Instruas la Evangelio de Jesuo.

         Tial, vi neniam permesu al vi esti pekita de humiliĝo aŭ de malhonoro, kiam vi estos agresita aŭ kalumniita.

         Vi estas tio, kion vi vivas interne, sed ne tio, pri kio la aliaj akuzas vin.

         Vi ne fariĝos pli bona, nur ĉar vi estas laŭdata, aŭ pli malbona, ĉar vi estas atakata de aliaj.

         Restu digna kaj diskreta, estante vi mem, celante vian intiman perfektiĝon.

         Libro: Vivo Feliĉa.

         Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.

Minutos de Luz com Luzinho | Nem toda resposta vem de fora

 

PALAVRAS PARA A ALMA nº 334 | Para Elevar o Coração | Ana Tereza Camasmie

 

MEDITAÇÃO E NEUROPLASTICIDADE | Dr. Paulo Rogério Aguiar

Palavras para a Alma | Ansiedade (Cap. 5)

 

CASAMENTO É PROGRAMADO NO MUNDO ESPIRITUAL? | Alberto Almeida

 

Chico Xavier-Emmanuel AVE CRISTO 1953 Podcast

 

1 HORA de Música Espírita para Cultivar a Paciência e a Tolerância

 

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Ave, Cristo! - Emmanuel.

Ansiedade, depressão e karma? Por que existem transtornos mentais? Entenda pela visão espírita

 

Chico Xavier-Emmanuel AVE CRISTO 1953 Podcast

 

Divaldo Franco-Joanna de Ângelis O HOMEM INTEGRAL 1990 Podcast

 

Mundos de Expiações e de Provas | Evangelho Segundo o Espiritismo | Severino Celestino

Momento Espírita - O Significado dos Anos #momentoespírita #espiritualidade #espiritismo

Minutos de Luz com Luzinho | Cansaço da alma

O Entendimento da Mensagem de Cristo | Jorge Elarrat

 

terça-feira, 7 de abril de 2026

Coragem moral – Vinícius.

    Um dos requisitos exigidos por Jesus, como condição indispensável àqueles que pretendessem seguir-lhe as pegadas, é a coragem moral.

         Eu vos envio, disse ele aos discípulos, como ovelhas no meio de lobos. Esta frase é bastante eloqüente e, por si só, define muito bem a posição dos cristãos na sociedade do século.

     "Sereis entregues aos tribunais por minha causa. Suportareis perseguições, açoites e prisão. Haverá delações entre os próprios irmãos. Atraireis o ódio de todos. A vossa vida correrá iminente risco a cada instante.

       "Todavia, não temais, pois até os cabelos de vossas cabeças estão contados. Nenhum receio deveis ter dos homens, cujo poder não vai além do vosso corpo. Se chamaram Belzebu ao dono da casa, quanto mais aos seus domésticos. Portanto, nada de temores: o que vos digo à puridade proclamai-o dos eirados. Nada há encoberto que não seja descoberto; nada há oculto que se não venha a saber. Por isso, aquele que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai celestial; e o que me negar diante dos homens, eu o negarei perante meu Pai que está nos céus."

      Tais expressões são de clareza meridiana. Para ser cristão, é preciso coragem, ânimo forte, atitude varonil. "Seja o teu falar: sim, sim; não, não". (Mateus, 5:37.) Não há lugar para composturas dúbias, indecisas, oscilantes. O crente em Cristo deve possuir convicção inabalável, têmpera rija, caráter positivo e franco.

        Entre as virtudes, não há incompatibilidades. A mansuetude, a cordura e a humildade são predicados que podem (e devem) coexistir com a energia, com a intrepidez, com a varonilidade. Deus é infinitamente misericordioso e, ao mesmo tempo, é infinitamente justo.

        O caráter do cristão há de ser forjado de aço de Toledo e de ouro do Transvaal. Assim disse Amado Nervo: "Ouro sobre aço sejam a tua vontade e a tua conduta. Sobre o aço do teu pensamento há de luzir o arabesco de ouro das formas puras e gentis. Ouro e aço será tua vida, serão teus propósitos, serão teus atos."

       Abulia indiferença e marasmo não são expressões de bondade. "Não és frio, nem quente; por isso, quero vomitar-te de minha boca." Passividade não é virtude. Entre o bem e o mal, a verdade e a impostura, a justiça e a iniqüidade não há lugar para acomodações, nem para neutralidade. O cristão se define sempre em tais conjunturas, confessando o seu Mestre. "Ninguém pode servir a dois senhores." Que relação pode haver entre Jesus e Baal? Dobrar os joelhos diante de todos os tronos, só porque são tronos; curvar-se perante todos os Césares, só porque são Césares; afazerse às tiranias e às opressões, anuir direta ou indiretamente às tranquibérnias e vilezas da época; pactuar, enfim, com a injustiça de qualquer maneira e por quaisquer motivos, é negar a Jesus-Cristo no cenáculo social. "Não sejais escravos dos homens, nem das paixões; não sejais, igualmente, nem parasitas, nem bajuladores, nem mendigos" — disse o grande educador Hilário Ribeiro em um dos seus excelentes livros didáticos. Não se triunfa na vida, sem ânimo viril. E' a covardia moral que faz o homem escravizar-se a outros homens; que o faz escravo de vícios repugnantes e de paixões vis e soezes. E' ainda por pusilanimidade e covardia que o homem bajula, mendiga e se torna parasita.

      Sem boa dose de coragem (quase ia dizendo de audácia), o homem não cumpre o dever e menos ainda consegue sair-se airosamente das emergências difíceis da vida. O suicídio, seja por este ou por aquele motivo, é sempre um ato de covardia moral. A sentinela valorosa jamais abandona o posto que lhe foi confiado.

     Os altos problemas da Vida, consubstanciados na sentença evangélica — Sede perfeitos como vosso Pai celestial é perfeito — requerem ânimo forte e vontade irredutível para serem solucionados. Não é fugindo aos perigos e às dificuldades que o homem há de vencê-las; é enfrentando-as. A coragem moral é a primeira virtude do homem de fé. Cumpre, porém, não confundir a verdadeira coragem com as caricaturas de coragem, que se ostentam por toda a parte. Estas são burlescas e vulgares, aquela é rara e cheia de nobreza. A coragem não consiste em atitudes violentas e belicosas. Nada tem de comum com a temeridade. E' serena e íntima. Não se ostenta em bracejos, ou gesticulações espetaculosas, nem em vozeios e frases ameaçadoras e ofensivas. Revela-se antes em suportar, do' que em repelir a ofensa recebida. Energia não significa agressividade. Ser franco não é ser ferino, nem, sequer, contundente.

         Quanto maior é a coragem, tanto mais calmo age o indivíduo. A consciência do valor próprio, aliada à fé no Supremo Poder, fêz o homem tolerante e sofrido, paciente e tranqüilo. Tal foi a atitude invariável de Jesus diante das conjunturas mais embaraçosas de sua vida terrena. Suportou todas as injúrias, todas as humilhações e iniqüidades que lhe foram infligidas, conservando imaculada e intangível a pureza do alto ideal por que se bateu até ao extremo sacrifício.

         Tal é a coragem de que precisam revestir-se os seus discípulos de hoje, como souberam fazer os discípulos do passado. Saulo, antes de ser Paulo, não denotou coragem nenhuma perseguindo, aprisionando e consentindo no assassínio dos primeiros adeptos do Cristianismo nascente.

      Saulo tinha às suas ordens gendarmes municiados; as altas autoridades civis e eclesiásticas lhe conferiam poderes discricionários. Os perseguidos eram párias sociais, sem proteção, pobres e desarmados. A atitude de Saulo era daquelas que confirmam o velho brocardo: Quer conhecer o vilão? Ponha-lhe nas mãos o bastão.

         Após o célebre dia de Damasco, em que Saulo se transformou em Paulo, a vilania daquele se converteu na coragem moral deste. De algoz, passou a ser vítima. A seu turno perseguido, tendo agora contra si as armas e o rancor das autoridades detentoras do poder; correndo os maiores riscos, suportando prisões e açoites, afrontando a morte a cada momento, Paulo caminha intrépido e destemido, na defesa da causa santa da justiça e da liberdade personificadas no credo de Jesus.

        O extraordinário Apóstolo das gentes nos oferece, em si mesmo, exemplos da falsa e da legítima coragem, antes e depois da conversão.

       Convertamo-nos, pois, nós os espíritas, os neo-cristãos, como se converteu Paulo.

      Provemos em nós mesmos, com a transformação radical de nosso caráter, a eficiência e o poder de Jesus-Cristo, como redentor da Humanidade, como libertador do homem, mediante o exemplo de coragem moral que nos legou como herança preciosíssima.

         Livro: Em Torno do Mestre.

         Vinícius / (Pedro Camargo)

   

O Perispírito e suas Modelacões - Luiz Gonzaga Pinheiro.


Eĉ se (Flávio Fonseca) - en Esperanto

Gramática, compreensão auditiva, compreensão de texto e conversação | Parte 02 | Aula 67 | Esperanto

THEREZINHA OLIVEIRA-INICIAÇÃO AO ESPIRITISMO-AULA 31 - "MEDIUNIDADE E SEU DESENVOLVIMENTO"

Músicas Espíritas ✨ Perdoe, Cure e Eleve Sua Alma (Paz, Família e Recomeço)

Chico Xavier-Emmanuel RENÚNCIA 1942 Podcast

Luiz Gonzaga Pinheiro O PERISPIRITO E SUAS MODELAÇÕES 1976 Podcast

sábado, 4 de abril de 2026

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Vida Feliz / Vivo Feliĉa – 12 (XII)

         Nunca retribuas maldade com vingança ou desforço.

         O homem mau se encontra doente e ainda não sabe.

         Dá-lhe o remédio que minorará o seu aturdimento, não usando para com ele dos recursos infelizes de que ele se utiliza para contigo.

         Se alguém te ofende, o problema é dele.

         Quando és tu quem ofende, a questão muda de configuração e o problema passa a ser teu.

         O ofensor é sempre o mais infeliz.

         Conscientiza-te disso e segue tranquilo.

         Livro: Vida Feliz.

         Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.


         Neniam reciproku malbonon per venĝo aŭ sama repago.

         Malbona homo estas malsanulo, kaj li ankoraŭ ne scias.

        Donu al li la medikamenton, kiu malgrandigos lian perturbon, ne uzante kontraŭ li la samajn malfelicajn rimedojn, kiujn li uzas kontraŭ vi.

         Se iu ofendas vin, la problemo estas lia.

         Kiam estas vi kiu ofendas, la afero ŝandiĝas, kaj la problemo nun estas via.

         La ofendanto estas ĉiam la plej malfeliĉa.

         Ekkonsciu pri tio, kaj iru trankvile.

         Libro: Vivo Felica.

         Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.

A Memória e o Tempo - Herminio C. Miranda.

 

052 PGT Conversa Amiga Dias de Desânimo José Carlos De Lucca

#90 Estudando O Evangelho Segundo o Espiritismo - Instruções dos Espíritos: Maneira de orar

AGRADECER!!! SEMPRE! | Encanto do Bem #86 - Carlinhos Conceição | 01/04/2026

DISCIPLINA DO PENSAMENTO: O Segredo da Reforma Íntima - Transforme Sua Vida! - Jorge Ellarat ✨

Aprenda Esperanto cantando: Tempos modernos - Lulu Santos

Hermínio Miranda A MEMÓRIA E O TEMPO 1996 Podcast

O que te sustenta quando a tempestade chega? #253