segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

SUOR E TEMPO – Irmão José.

      A tua mudança acarretará mudanças à tua volta – eis a tua maneira de mudar o mundo.

     Na construção do Reino Divino sobre a Terra, não precisas preocupar-te em fazer mais do que isto.

         Não há discurso mais convincente que o do exemplo.

         Todavia, não esperes por resultados imediatos.

         Tudo quanto se improvisa, de improviso desaparece.

         Orquídeas existem que levam anos para florirem.

         O rio não atinge o mar sem percorrer longa trajetória.

      Toda conquista, especialmente no campo do espírito, demanda suor e tempo.

     Não te esqueças, porém, de que este suor no tempo deve ser vertido por ti e não por outrem.

         Livro: Ajuda-te e o Céu Te Ajudará

         Carlos A. Baccelli, pelo Espírito Irmão José    

Momento Espírita - Pais Sem Tempo #momentoespírita #espiritualidade #jesus #pais

VOCÊ SABE DIALOGAR DURANTE UM CONFLITO? REPRISE | Alberto Almeida

POR QUE NÃO CONFIOU EM DEUS #31 - CARLINHOS CONCEIÇÃO

PROGRAMA FRATA ESPERO - ESPERANÇA FRATERNA - 22/02/2026

📌 MOMENTO DE ORAÇÃO Nº #3086 🗓️ 23 de Fevereiro de 2026 (Segunda) | ⏰ 06h

A IGREJA NÃO QUER QUE VOCÊ SAIBA QUE MOISÉS FALAVA DO QUE KARDEC EXPLICOU! – COM SEVERINO CELESTINO.

Caminho da Dor à Harmonia | Jorge Elarrat

O PASSADO VIVE EM NÓS | Joanna de Ângelis

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Avareza – Vinícius

         Guardai-vos e acautelai-vos de toda a avareza, porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que possui — disse o maior expoente da Verdade que os homens conhecemos. Em seguida, para corroborar aquele assertivo, propôs a seguinte parábola aos seus discípulos:

         As terras de um homem rico produziram muito fruto. E ele discorria consigo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E concluiu: Farei isto: derribarei os meus celeiros e os reconstruirei maiores, e aí guardarei toda a colheita e os meus bens; e, em seguida, direi: Minha alma, tens largos bens em depósito para longos e dilatados anos: descansa, come, bebe e regala-te. Mas, Deus disse-lhe: Néscio, esta noite te exigirão a tua alma; e as fazendas que ajuntaste, para quem serão?

         Quanta sabedoria em tão singela fábula!

         Quão transcendente lição nesta frase tão simples: A vida do homem não consiste nos bens que possui!

         Se a longevidade dependesse dos cabedais, seria justificável que o homem se empenhasse pelos obter a todo custo.

         Se, de outra sorte, a felicidade tivesse uma relação direta com as riquezas, compreender-se-ia que o homem buscasse conquistá-las, envidando, para isso, seus melhores esforços.

         Mas, o fato indiscutível é que a vida e a felicidade do homem (felicidade, que outra coisa não é senão alegria de viver) independem dos bens que ele consegue obter e amontoar.

         Ora, se as fazendas e os haveres não asseguram vida longa nem venturosa, como se explica a fascinação que exercem sobre os homens?

         De onde procede tanto apego às temporalidades do século?

         Jesus responde: vem da avareza. E, não só aponta a origem de tal vesânia, como adverte: Guardai-vos e acautelai-vos de toda a avareza.

         Sim, de toda a avareza, isto é, das várias formas que essa terrível paixão assume, dominando o coração do homem.

         Alexandre Herculano, impressionado com os diversos aspectos do orgulho, exclama: Orgulho humano! que serás tu mais: estúpido, feroz ou ridículo?

         Pois a avareza comporta aqueles três qualificativos: pode ser estúpida, ridícula ou feroz.

         A estúpida é aquela modalidade sórdida e mesquinha que faz o homem privar-se do conforto, do necessário e até do indispensável, perecendo à míngua para conservar intacta a pecúnia avaramente amealhada.

         A avareza ridícula é a do homem que tem no dinheiro o seu ídolo, a sua preocupação constante e absorvente, empregando-o, embora, no luxo, na ostentação, ou simplesmente na satisfação dos seus apetites e caprichos.

         A feroz (de todas a mais perniciosa) é a avareza dos açambarcadores, dos organizadores de monopólios e trustes, cuja ambição e cupidez desmedidas não se contentam com menos que possuir o mundo inteiro, ainda que para tanto seja mister reduzir à miséria toda a Humanidade.

         Outrora, essa avareza gerou os conquistadores e os latifúndios.

         Atualmente, ostenta-se nas grandes organizações comerciais e industriais, nas companhias, nos sindicatos e empresas poderosas cujos tentáculos se alongam em todas as direções.

         Essa classe de avareza é geralmente peculiar a homens inteligentes, ricos, astutos e de alta cotação social. Das três, é, como ficou dito, a mais perniciosa e a que mais danos tem acarretado à sociedade de todos os tempos. Um só avaro dessa categoria, ou uma comandita de meia dúzia deles, pode reduzir à fome uma cidade, um povo inteiro.

         É a responsável pela carestia e pelas crises econômicas que convulsionam o mundo, dando origem às lutas fratricidas que, por vezes, estendem o negro véu da orfandade e da viuvez sobre milhares de crianças e de mulheres indefesas. É também obra sua, nos tempos que correm, os milhões de desocupados nos países industriais, e as pretensas superproduções nos países agrícolas.

         O trabalho suspenso; o legítimo comércio (que significa a livre troca de produtos entre as nações), quase de todo paralisado graças às odiosas barreiras alfandegárias, são outros tantos crimes de lesa humanidade praticados pela avareza da terceira espécie, isto é, a feroz.

         As outras duas formas são mais estados mórbidos ou doentios da alma; a feroz é que caracteriza a verdadeira avareza. Aquelas prejudicam somente os indivíduos que as alimentam; ao passo que os maléficos efeitos desta atingem um raio de ação considerável, incalculável mesmo.

         * * *

         Todavia, os escravizados por essa cruel paixão são dignos de piedade.

         Vivem iludidos; agitam-se, como todos os homens, em busca da sonhada felicidade. Julgam encontrá-la na satisfação dos desejos, na expansão do egoísmo. Cobiçando sempre, vão alimentando ambições, que jamais chegam a ser satisfeitas.

         Entretanto, a nossa alma, para ser feliz, não precisa construir celeiros de proporções desmesuradas como fez o rico da parábola; não precisa mesmo de um céu imenso, recamado de sóis refulgentes, basta-lhe uma nesga azul, onde "brilhe a estrela do amor".

         Livro: Em Torno do Mestre.

         Vinícius (Pedro de Camargo)

CARLINHOS CONCEIÇÃO - NOSSO LAR ( A CANÇÃO )

Palavras de Luz - 20, 19, 18 e 17

Tende coragem, despertai e segui adiante | Rafael Siqueira Sala Virtual Joanna de Ângelis 61,7 mil inscritos Seja membro

THEREZINHA OLIVEIRA - INICIAÇÃO AO ESPIRITISMO - AULA 22 - "DESIGUALDADE DAS RIQUEZAS"

As 10 Faces da Ilusão | Jorge Elarrat

NESTE EXATO MOMENTO - "caminha para a frente, encontrará sempre o melhor"

Momento Espírita - Se Não Houver Amanhã #momentoespírita #espiritualidade #jesus #amoreterno

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Renúncia – Vinícius.

         Não pode haver progresso integral sem renúncia. A obra do aperfeiçoamento do nosso Espírito urdida de renúncias sob aspectos multiformes. Não há caráter consolidado que se não funde numa série de renúncias. Quem não sabe renunciar, jamais firmará as bases seguras de sua evolução. Renunciar é vencer, vencer é viver. A redenção é impraticável fora da órbita das renúncias: só nesse ambiente o Espírito conquista a liberdade e firma o seu império.

         O homem é um animal que se espiritualiza. Veio do império dos instintos, e caminha para o reinado da razão. O desenvolvimento harmônico dos atributos do Espírito — inteligência, razão, vontade e sentimentos — determina naturalmente o recuo do instinto. Ã medida que o Espírito assegura seu poder, a animalidade se restringe. Semelhante transição, de um para outro reino, obra da renúncia.

         O instinto representa o domínio da carne; a razão, o do Espírito. Há estágios na vida dos seres em que o instinto tem a primazia: época da irracionalidade. Outros há em que o despotismo do instinto constitui a fonte de todos os males: ciclo racional. O animal tem no instinto o seu guia. Para o homem o guia deve ser a razão. Sempre que esta fraqueja, cedendo lugar àquele, o homem erra e sofre. Erra porque se deixa arrastar, tendo já o leme e a bússola para orientar-se, ao sabor das vagas que o desviam do roteiro normal da vida. Sofre, porque o erro é causa cujo efeito é a dor.

         O instinto não reúne os requisitos necessários para satisfazer as aspirações do Espírito, antes constitui-lhe embaraço. Daí a necessidade de restringi-lo, impondo limites cada vez mais restritos às suas exigências. E isto só se consegue pela renúncia.

         A grande maioria dos homens vegeta entre duas tiranias: uma que atua no seu interior, e se denomina instinto; outra que age de fora para dentro, e se chama sentidos. Subjugado pelo instinto e fascinado pelos sentidos, o homem torna-se um ser híbrido, incoerente e extravagante, capaz de todas as aberrações. Só a renúncia, jugulando a cobiça e refreando os instintos, poderá quebrar os grilhões desse duplo e aviltante cativeiro.

         E' o que S. Paulo aconselha em sua epístola aos Romanos, sob os seguintes dizeres: "Rogo-vos, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, pois em tal importa o culto racional; e não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que proveis qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus."

         Para que o nosso corpo seja um sacrifício vivo em oferenda perpétua, é indispensável manter aceso o fogo da renúncia na imolação do instinto e da cobiça.

         * * *

         "Se alguém vem a mim e não renuncia a seu pai, mãe, mulher, filhos, irmãos e irmãs, e ainda à sua própria vida, não pode ser meu discípulo... Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo que possui, não pode ser meu discípulo. Quem tem ouvidos de ouvir, ouça."

         Sempre que o incomparável Mestre fechava seus discursos com a frase — quem tem ouvidos de ouvir, ouça — queria, com isso, dizer: quem for capaz penetre o sentido destas palavras, porque o meu ensino não está na letra que mata, mas no espírito que vivifica. O trecho, acima inscrito, acha-se em tais condições.

         Jesus tinha o lar e a família na mais alta consideração. Segundo seu modo de ver, no lar e na família se consubstanciavam os maiores bens, aqueles a que o homem se achava mais Intimamente ligado. Daí citar precisamente o lar e a família, ao lado da própria vida, como os objetos que fazem jus aos nossos maiores afetos e ao nosso mais profundo e radicado apego.

         Todavia, esses tesouros devem ser renunciados quando constituam embaraços à obra da redenção de nossos Espíritos…

         Mas, afinal, de que consta essa renúncia e como deve ser executada? Aqui cumpre lembrar a observação do Senhor: Quem tiver ouvidos de ouvir, ouça.

         A renúncia, tal como Jesus a estabelece, não significa, no que respeita à família, o seu abandono nem o arrefecimento do afeto que une os corações destinados a viverem sob o mesmo teto; e no que concerne aos bens temporais, a renúncia não importa tão pouco em abrirmos mão de tudo que possuímos, transformando-nos em párias ou mendigos.

         Renúncia, segundo o critério evangélico, quer dizer capacidade moral, força de caráter capaz de sobrepor, em qualquer emergência ou conjuntura, a causa da justiça e da verdade acima de todos os interesses, de todas as volições e prazeres, e mesmo acima das nossas mais legítimas e caras afeições. Tal é a condição — sine qua non — estabelecida por Jesus para nos tornarmos seus discípulos.

         Esta importantíssima questão tem sido mal interpretada pela teologia de certos credos cristãos. Do estrabismo teológico nasceram os conventos. Os reclusos das celas supõem, com isso, apressar o dia da redenção de suas almas. Enganam-se redondamente, pois, antes, retardam a aurora desse dia glorioso. Não é fugindo da sociedade e se isolando egoisticamente entre as paredes de um cubículo que aceleraremos a evolução dos nossos Espíritos. Os trânsfugas perdem oportunidade de avançar, na senda do progresso, porque evitam as lutas. E' enfrentando os nossos inimigos, dentre os quais a morte é o derradeiro a vencer, no conceito de Paulo, que caminharemos com passo seguro na conquista do porvir.

         Os tabernáculos eternos não se abrem, com gazua. E que pretendem os habitantes do claustro senão abri-los com chave falsa? Os instintos amortecidos pelos cilícios e pelos jejuns contínuos não foram vencidos, não foram subjugados; acham-se apenas impossibilitados de ação mediante processos anormais, e, portanto, condenáveis. A virtude de convento é como a planta de estufa: só medra a coberto das intempéries.

         Não é tal a renúncia ensinada por Jesus, que deu os mais inequívocos exemplos de sociabilidade convivendo com os pecadores, tomando parte nos seus jantares, bodas e festins, a despeito mesmo das censuras acrimoniosas do farisaísmo que o cobria de ápodos por isso.

         A filha que deixa seus pais, que abandona o lar e a sociedade para sepultar-se num convento, comete um ato de fanatismo. Ela não renunciou a pai, mãe, irmãos, irmãs e a tudo quanto tem, no sentido em que o divino Mestre preceitua; ela deixou de cumprir o seu dever junto da família e da sociedade, fugindo às lutas e às vicissitudes da vida humana e social. O arrefecimento e o repúdio às afeições de família, conseqüentes ao enclausuramento, são antes delito que virtude. Já dizia o apóstolo João, sábia e judiciosamente: Se não amas a teu irmão que vês, como amarás a Deus que não vês?

         O que Jesus pede não é o desafeto aos membros de nossa família; não é o repúdio do lar, essa mansão sagrada onde se forjam as virtudes fundamentais do Cristianismo; não é a abstinência de tudo o que nos alegra, conforta e refrigera a alma; não é a privação do conforto, do bem-estar e da independência material ou financeira; não é o estrangulamento de todas as aspirações do melhor por que nosso "ser" naturalmente anela, porque isso seria uma monstruosidade, seria a nossa morte moral como efeito do embrutecimento, da abulia a que condenássemos nosso espírito.

         O que Jesus requer dos seus discípulos ê, como já ficou dito acima, a coragem moral, a disposição de ânimo capaz de resistir a todas as seduções do mundo, colocando acima de tudo, inclusive de nossos mais santos afetos e da nossa própria vida, o ideal de justiça e de amor que sua doutrina encerra e do qual ele mesmo é o símbolo e o exemplo.

         Livro: Em Torno do Mestre.

         Vinícius (Pedro Camargo)

História do Cristianismo | Século XVI(Parte 2) | Jorge Elarrat e Rafael Siqueira

Momento Espírita - Confiança Sempre #momentoespírita #espiritualidade #confidence #confiança

JORGE ELARRAT - UMA PONTE PARA O FUTURO | PODCAST ÁUDIO - CEAK CONCHAL

Lingva Provoko n-ro 40 (Figura senco de vortoj) EASP Viva Gazeto 1,31 mil inscritos 71

Carlinhos Conceição - MARIA MÃE DO SENHOR

✨ **ORAÇÃO DA CASA INTERIOR** ✨ NOSSA CASA - "A mente é a casa viva onde cada um de nós reside"

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Lingva Provoko n-ro 39

La kurioza stato de duondormo - Paŭlo S. Viana el Brazilo.

                                      

         Unu el la plej vivecaj rememoroj, kiujn mi konservas pri mia patrino estas konsilo, kiun ŝi ofte ripetis al mi: “Kiam vi havos problemon, dubon, dilemon aŭ ian bezonon fari malfacilan decidon, tiam diru al vi mem, vespere, ĉe enlitiĝo, ke la solvo venos matene, kun la unua penso, kiu aperos en via kapo; ĝi certe estos la plej bona solvo.”

         Unu el la plej kuriozaj fenomenoj de la homa menso estas la “stato de duondormo”. Preskaŭ ĉiuj jam travivis ĝin multfoje, kaj ofte ekmiris pri strangaj pensoj, kiuj subite kaj efemere aperas en tiuj momentoj. Temas pri tiuj rapide pasemaj sekundoj, kiam oni troviĝas inter la plena konscio kaj la dormado. Nek tute konscia, nek tute dormanta. Ĝi povas okazi kiam oni endormiĝas, aŭ kiam oni vekiĝas. Malprecizaj scenoj, ideoj, kreemaj solvoj de problemoj aŭ artaj inspiroj povas tiam alveni, kaj tuj forpasi.

         Nuntempe oni science studas tiun fenomenon. Medicinistoj nomas ĝin “hipnagogia stato”. Oni konsideras ĝin ideala punkto en la cerba funkciado, por apero de kreemaj ideoj. Artistoj kaj sciencistoj raportas, ke belaj ideoj alvenis al ili en tiuj momentoj. Tamen, tiuj ideoj ofte tuj poste malaperas, se oni ne tuj notas ilin.

         Oni diras, ke la fama inventisto Thomas Edison, fronte al iu problemo, kutimis eniri duonkonscian staton, dum li tenis en la mano metalan pilkon. Kiam li endormiĝis, la pilko falis, li vekiĝis kaj foje kaptis novan ideon taŭgan por la situacio. Tio signifas, ke estas eble trejniĝi por utiligi la momentojn de duondormo. Ekzemple, se oni restas en la lito, en dimanĉaj matenoj, post la horo de kutima ellitiĝo, eble oni povas ricevi tiajn momentojn. Esploroj montris, ke virinoj iom pli ofte travivas ilin, ol viroj. Ankaŭ la praktikado de meditado povas faciligi tion.

         Tiu kurioza fenomeno substrekas la gravecon de malstreĉiĝo, dum ĉiu tago, meze de la movoplena, maltrankvila moderna vivo. Ĝi stimulas la kreemon, laŭ pluraj aspektoj. Kiam oni malstreĉiĝas, nia konscia menso iom malaktiviĝas, kontraste kun la lavango da ideoj, kiujn la cerbo produktas dum plena aktiveco de la korpo. Dum la stato de duondormo, la mensaj limoj estas pli flekseblaj, kaj perceptoj el la nekonscia regiono de la menso povas ekburĝoni. Pro tio oni ofte havas la impreson, ke tiuj ideoj venas “el ekstere”. Ideoj povas longe formiĝi en la nekonscia menso, antaŭ ol ili ekaperas al la konscio.

         Certe ni devus pli ofte doni al nia cerbo tiun agrablan ŝancon.

https://esperantaretradio.blogspot.com/

JORGE ELARRAT - CULPA E AUTOPERDÃO | PODCAST ÁUDIO - CEAK CONCHAL

RICEVI (verbo em Esperanto) - Paulo Silas.

Consciência e Cura | Cap. 9 — Perante a Consciência | Adriane Bacarin & Rafael Siqueira

Gramática, compreensão auditiva, compreensão de texto e conversação | Parte 02 | Aula 60 | Esperanto

NÃO DÊ ESPAÇO PARA O DESANIMO - Programa Conversa Amiga, com José Carlos De Lucca

📌 MOMENTO DE ORAÇÃO Nº #3073 🗓️10 de Fevereiro de 2026 (Terça) | ⏰ 06h AO VIVO

PALAVRAS PARA A ALMA nº 328 | Honrar pai e mãe | Ana Tereza Camasmie

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Em plena era nova - Eurípedes Barsanulfo.

Cap. XVIII – Item 9

 

         Há criaturas que deixaram, na Terra, como único rastro da vida robusta que usufruíam na carne, o mausoléu esquecido num canto ermo de cemitério.

         Nenhuma lembrança útil.

         Nenhuma reminiscência em bases de fraternidade.

         Nenhum ato que lhes recorde atitudes com padrões de fé.

         Nenhum exemplo edificante nos currículos da existência.

         Nenhuma ideia que vencesse a barreira da mediocridade.

         Nenhum gesto de amor que lhes granjeasse sobre o nome o orvalho da gratidão.

         A terra conservou-lhes, à força, apenas o cadáver – retalho de matéria gasta que lhes vestira o espírito e que passa a ajudar, sem querer, no adubo às ervas bravas.

         Usaram os empréstimos do Pai Magnânimo exclusivamente para si mesmos, olvidando estendê-los aos companheiros de evolução e ignorando que a verdadeira alegria não vive isolada numa só alma, pois que somente viceja com reciprocidade de vibrações entre vários grupos de seres amigos.

Espíritas, muitos de nós já vivemos assim!

         Entretanto, agora, os tempos são outros e as responsabilidades surgem maiores.

         O Espiritismo, a rasgar-nos nas mentes acanhadas e entorpecidas largos horizontes de ideal superior, nos impele para frente, rumo aos Cimos da Perfectibilidade.

         A Humanidade ativa e necessitada, a construir seu porvir de triunfos, nos conclama ao trabalho.

         O espírito é um monumento vivo de Deus – o Criador Amorável.

         Honremos a nossa origem divina, criando o bem como chuva de bênçãos ao longo de nossas próprias pegadas.

         Irmãos, sede vencedores da rotina escravizante.

         Em cada dia renasce a luz de uma nova vida e com a morte somente morrem as ilusões.

         O espírito deve ser conhecido por suas obras.

         É necessário viver e servir.

         É necessário viver, meus irmãos, e ser mais do que pó!

         Livro: O Espírito da Verdade.

         Espíritos Diversos / Chico Xavier e Waldo Vieira.

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026