sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Desfavoravelmente – Marco Prisco.

Não julgue desfavoravelmente, mesmo que sua observação o ajude na conclusão.
Você não pode pretender ter examinado o assunto sob todos os ângulos. Muita coisa que você vê, não é exatamente como você vê.
Não comente desfavoravelmente, mesmo que tenha razões para fazê-lo.
Você não sabe como se portaria se estivesse na posição do adversário. O que você sabe não se deu realmente como você sabe.
Só porque muitos são contra, não opine desfavoravelmente se você puder ajudar.
Você não deve discordar só para agradar a maioria. O de que você tem notícia não se passou como lhe disseram.
Experimente ouvir a opinião de pessoas de gostos musicais diferentes, após um concerto de música clássica...
No julgamento de Jesus, a multidão julgava, comentava e opinava em desfavor d’Ele...
Mas as “provas” contra Ele não representavam a verdade, porque todos estavam ligados aos interesses inconfessáveis do mundo.
Marco Prisco / Médium Divaldo Franco
Livro: Glossário Espírita-Cristão.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

O Sublime Alguém

Ninguém poderá carregar o fardo de suas dores. Eduque-se com o sofrimento.
Ninguém entenderá os problemas complexos de sua existência. Exercite o silêncio.
Ninguém lhe atenderá todas as necessidades. Limite-se ao que você tem.
Ninguém responderá por seus erros. Tenha cuidado no proceder.
Ninguém suportará suas exigências. Faça-se brando e simples.
Ninguém o livrará do remorso após o crime. Tenha paciência e domine os impulsos.
Sábio é quem reconhece a infinita pequenez ante a infinita grandeza da vida.
Mas Alguém tem para cada anseio de sua alma uma alternativa de amor - Jesus..
Por você, Ele carregou o fardo do mundo, entendeu os conflitos da vida e ensinou que diante do amor todos os enigmas do Universo se aclaram, por ser Deus a fonte do Amor.
A luta é lição de cada hora no abençoado livro da vida. Siga adiante com Ele, que “jamais se escusava”.  
Marco Prisco / Divaldo Franco
Livro: Glossário Espírita Cristão.

Não Cairás – Irmão José

Se perseverares no trabalho no bem, o trabalho no bem te garantirá o equilíbrio.
Se não desistires da fé sob o implacável guante da tentação...
Se não te afastares dos compromissos, por mais que eles te imponham sacrifício...
Se não abandonares o fardo à margem, por mais que te custe transportá-lo aos ombros...
Se não te subornares em tua dignidade, cedendo às facilidades com que o mundo te acene...
Se, no clima de acerbas provações, não te rebelares contra os Sábios Desígnios da Providência...
Se não permaneceres de braços cruzados, na expectativa da intervenção do Alto na solução de teus problemas...
Se não desacreditares do poder da oração, mesmo quando o socorro que implores pareça tardar...
Se não te deixares fragilizar pelas decepções sucessivas que experimentes em relação aos outros...
Se não esperares dos companheiros além do que seja justo esperar de alguém com as limitações que te são próprias...
Se não procurares qualquer espécie de evidência pessoal da tarefa que abraçaste...
Sem dúvida que, na jornada que empreendas na direção da luz, te sentirás muitas vezes renteando o abismo, mas não cairás.
Livro: Dias Melhores.
Irmão José / Carlos A. Baccelli.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

La Predikanto 3: 1 a 22 / Eclesiastes, 3: 1 a 22

La Predikanto 3: 1 a 22
1 Por ĉio estas sezono, kaj tempo difinita estas por ĉiu afero sub la suno; 2 estas tempo por naskiĝi, kaj tempo por morti; estas tempo por planti, kaj tempo por elŝiri la plantitaĵon; 3 estas tempo por mortigi, kaj tempo por kuraci; estas tempo por detrui, kaj tempo por konstrui; 4 estas tempo por plori, kaj tempo por ridi; estas tempo por ĝemi, kaj tempo por danci; 5 estas tempo por disĵeti ŝtonojn, kaj tempo por kolekti ŝtonojn; estas tempo por ĉirkaŭbraki, kaj tempo por foriri de ĉirkaŭbrakado; 6 estas tempo por serĉi, kaj tempo por perdi; estas tempo por konservi, kaj tempo por forĵeti; 7 estas tempo por disŝiri, kaj tempo por kunkudri; estas tempo por silenti, kaj tempo por paroli; 8 estas tempo por ami, kaj tempo por malami; estas tempo por milito, kaj tempo por paco. 9 Kian profiton havas faranto de tio, kion li laboras? 10 Mi vidis la penemecon, kiun Dio donis al la homidoj, por ke ili turmentiĝu per ĝi. 11 Ĉion Li kreis bela ĝiatempe; kaj scion pri la mondo Li enmetis en ilian koron, sed tiel, ke homo ne povas kompreni la farojn, kiujn faris Dio de la komenco ĝis la fino. 12 Mi scias, ke ekzistas nenia bono por ili, krom ĝoji kaj fari bonon en sia vivo. 13 Kaj se homo manĝas kaj trinkas kaj ĝuas bonon de sia tuta laborado, tio estas dono de Dio. 14 Mi scias, ke ĉio, kion faras Dio, restas eterne; al ĝi oni nenion povas aldoni, kaj de ĝi oni nenion povas depreni; kaj Dio tion faris, ke oni Lin timu. 15 Kio fariĝis, tio ekzistas de longe; kaj kio estas fariĝonta, tio antaŭ longe jam estis, kaj Dio revokas pasintaĵon. 16 Ankoraŭ mi vidis sub la suno: en la loko de juĝo, ke tie estas maljusteco; en la loko de vero, ke tie estas malico. 17 Mi diris en mia koro: Piulon kaj malpiulon juĝos Dio; ĉar estas tempo por ĉiu afero, kaj por ĉio, kio fariĝas tie. 18 Mi diris en mia koro: Ĉi tio estas pri la homidoj, ke Dio ilin elprovu, kaj ke ili vidu, ke ili estas bruto per si mem. 19 Ĉar la sorto de homidoj kaj la sorto de bruto estas sorto egala: kiel ĉi tiuj mortas, tiel mortas ankaŭ tiuj, kaj sama spirito estas en ĉiuj; kaj supereco de homo kontraŭ bruto ne ekzistas, ĉar ĉio estas vantaĵo. 20 Ĉiuj iras al unu loko: ĉiuj fariĝis el polvo, kaj ĉiuj refariĝos polvo. 21 Kiu scias, ĉu la spirito de homidoj leviĝas supren, kaj ĉu la spirito de bruto malleviĝas malsupren en la teron? 22 Kaj mi ekvidis, ke ekzistas nenio pli bona, ol ke homo ĝuu plezuron de siaj faroj, ĉar tia estas lia sorto; ĉar kiu alkondukos lin, por vidi, kio estas post li?
La Malnova Testamento  -  Traduko: Zamenhof.
Eclesiastes, 3: 1 a 22
1 Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu. 2 Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; 3 tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derribar, e tempo de edificar; 4 tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; 5 tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de abster-se de abraçar; 6 tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de deitar fora; 7 tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; 8 tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz. 9 Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha? 10 Tenho visto o trabalho penoso que Deus deu aos filhos dos homens para nele se exercitarem. 11 Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs na mente do homem a idéia da eternidade, se bem que este não possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até o fim. 12 Sei que não há coisa melhor para eles do que se regozijarem e fazerem o bem enquanto viverem; 13 e também que todo homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho é dom de Deus. 14 Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar, e nada se lhe pode tirar; e isso Deus faz para que os homens temam diante dele: 15 O que é, já existiu; e o que há de ser, também já existiu; e Deus procura de novo o que já se passou. 16 Vi ainda debaixo do sol que no lugar da retidão estava a impiedade; e que no lugar da justiça estava a impiedade ainda. 17 Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo propósito e para toda obra. 18 Disse eu no meu coração: Isso é por causa dos filhos dos homens, para que Deus possa prová-los, e eles possam ver que são em si mesmos como os brutos. 19 Pois o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos brutos; uma e a mesma coisa lhes sucede; como morre um, assim morre o outro; todos têm o mesmo fôlego; e o homem não tem vantagem sobre os brutos; porque tudo é vaidade. 20 Todos vão para um lugar; todos são pó, e todos ao pó tornarão. 21 Quem sabe se o espírito dos filhos dos homens vai para cima, e se o espírito dos brutos desce para a terra? 22 Pelo que tenho visto que não há coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas obras; porque esse é o seu quinhão; pois quem o fará voltar para ver o que será depois dele?
Velho Testamento – Tradução: João F. de Almeida.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Sentimento da Justiça - Miramez

A justiça se encontra nas leis da natureza, onde ela se expressa com maior fulgor, no entanto, pode ser e é copiada pela sensibilidade humana.
Todo o ser humano sente o impulso de revolta ao deparar com uma injustiça, seja com criaturas humanas, com animais, ou mesmo em se agredindo a natureza. Toda e qualquer violência, em qualquer parte, causa revolta. Por que isso ocorre? È que a justiça se encontra irradiando onde se pode colocar a ponta de um alfinete quase invisível aos olhos humanos.
Entrementes, as paixões dos seres pode empanar certos sentimentos de justiça pela força da ignorância, de maneira que ela não flui da consciência para a razão, mas nunca deixa de se esforçar para atender aos urgentes casos do coração e da fé.
Sabemos que o progresso moral desenvolve o sentimento de justiça, entretanto não o dá. Não é ele a sua sublime fonte, no avanço da educação e da disciplina. A lei de justiça está vibrando no centro da sensibilidade da consciência, semente divina, na sua divina expressão, colocada por Deus no energismo da vida.
Entre os animais e os Espíritos primitivos a justiça se manifesta pelo instinto e pela intuição, enquanto, por vezes, ela falha nos doutos, devido a razão e o interesse pessoal invadirem à área do coração, criando distúrbios na personalidade humana.
O trabalho grandioso dos grandes profetas que vieram antes de Jesus, e dos sábios em todo o mundo, foi pregar a justiça, limpando as veredas e ampliando meios para que pudesse descer até nós o amor trazido por Jesus.
O sentimento de justiça não é adquirido no percurso das eras, mas, sim, estimulado pelo progresso e o despertamento dos Espíritos em ascensão para a Vida Maior. Tudo vem de Deus para a Terra e passa pelos processos que Jesus estabeleceu. Ele, o Mestre dos mestres, é, pois, o Pastor do rebanho terrestre, de cujas mãos despertamos para a vida racional. Os nossos olhos deverão ser abertos pelas mãos sábias do Cristo, que devemos encontrar dentro de nós, trabalhando a nossa própria vida.
Busquemos em João mais segurança, no capítulo nove, versículo dez, que diz: Perguntaram-lhe, pois: Como te foram abertos os olhos?
E aquele que havia sido cego apontou logo o instrumento de Deus no exercício da caridade, para mostrar como convém olhar as coisas, sem deixar de ensinar os preceitos divinos, para estabelecer a harmonia no coração daquele que não enxergava. A Doutrina Espírita vem como o Consolador Prometido, abrir igualmente os olhos dos homens, de modo que eles possam ver com mais clareza a vida e conhecerem a si mesmos, conscientes dos caminhos a percorrer.
Verdadeiramente, a justiça faz parte de todas as virtudes acionadas por Deus, em todos os ângulos da criação.
Justiça é paz,
Justiça é amor,
Justiça é luz,
Justiça é dor.
Devemos ampliar a justiça dentro e fora de nós, não somente entre os seres humanos, pois ela cabe em toda a nossa vida. Não podemos deixar lugar para o egoísmo. Bem sabemos que se trabalharmos só com uma mão, a outra se atrofiará; se andarmos somente com uma perna, a outra esquecerá sua função; se olharmos só com um olho, o outro passará a apagar-se; se fizermos economia de um ouvido, o outro perderá a sua função de trabalho e assim por diante.
A vida é binária, é a expressão da justiça e do desprendimento. Todos trabalham para a grandeza do todo.
A razão aí está também para descobrir essas coisas, e não para impedir a filtragem das leis do Criador.
Livro: Filosofia Espírita – Volume XVIII
Miramez / João Nunes Maia.
Estudando o Livro dos Espíritos – Allan Kardec.
873. O sentimento da justiça está em a Natureza, ou é resultado de idéias adquiridas?
Está de tal modo em a Natureza, que vos revoltais à simples idéia de uma injustiça. É fora de dúvida que o progresso moral desenvolve esse sentimento, mas não o dá. Deus o pôs no coração do homem. Daí vem que, freqüentemente, em homens simples e incultos se vos deparam noções mais exatas da justiça do que nos que possuem grande cabedal de saber.

O tempo certo – Sufi.

Tudo tem o tempo certo para acontecer! Da mesma forma que não é possível saborear um fruto verde, não é possível se alimentar de um fruto que já estragou. Assim, muitos provam os resultados azedos da ansiedade, bem como outros são obrigados a amargar os resultados da inoperância.
Encontrar o ponto de equilíbrio entre a pressa e o modo de agir vacilante é um desafio. Há momentos de agir e momentos de esperar. O segredo é conectar-se ao verdadeiro propósito de se estar na Terra. Aquele que está fora do seu eixo central, constantemente degusta os frutos azedos da ansiedade, ou prova o sabor amargo dos frutos colhidos tarde demais.
Quem encontra e permanece no eixo central de sua vida, se alimenta de frutos mais doces, aproveita melhor a sua passagem pela Terra, e deixa nela sementes produtivas de esperança.
Livro: Reflexão.
Sufi / Pablo Salamanca.

Não Temas – Irmão José


Não temas a morte:
Viverás para sempre.

Não temas a dor:
Ela é um fenômeno transitório.

Não temas a injustiça:
A Verdade triunfa.

Não temas a solidão:
Quem ama nunca está só.

Não temas a colheita:
Cuida da tua semeadura.

Não temas o futuro:
Ele está em tuas mãos.

Livro: Dias Melhores.
Irmão José / Carlos A. Baccelli.