quinta-feira, 26 de março de 2015

Fotos - 14









Fotos - 13



DIANTE DO CONFORMISMO – Emmanuel.

“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. – PAULO / Romanos, 12:2.
Há conformação e conformismo.
Conformismo é o sistema de ajustar-se alguém a todas as circunstâncias.
Conformação é a submissão voluntária e serena da pessoa às aperturas da vida.
Existem, por isso, diante de Jesus, os discípulos conformados e conformistas.
Os conformados são fiéis às disciplinas que o Mestre lhes aconselha.
Os conformistas, porém, adaptam-se, mecanicamente, às convenções e ilusões que lubrificam os mecanismos das conveniências humanas.
Confessam respeito ao Cristo, mas não hesitam no desacato aos ensinamentos Dele, quando se trate de preservar o conforto material excessivo em que se amolecem.
Dizem que Jesus é a única estrada para a regeneração do mundo; no entanto, esposam qualquer expediente da maioria em que a astúcia ou a clandestinidade lhes favoreçam o interesse individual.
Adotam exterior irrepreensível nos templos, e diretrizes inconfessáveis no intercâmbio com o próximo.
Distinguem-se na rua pela cortesia e pelas frases ponderosas, e andam, em casa, destemperados e agressivos, à maneira de furacões pensantes.
Entendamos, desse modo, o sábio apontamento do apóstolo Paulo, aprendendo a suportar com paciência os enganos do mundo, sem nos acomodarmos com eles, certos de que é preciso manter indefectível lealdade à aplicação dos preceitos evangélicos a fim de que se nos renove o entendimento.
Apenas abraçando semelhante orientação básica, ser-nos-á possível desintegrar as escamas do egoísmo cronificado em que respiramos, há séculos, para compreender os desígnios de Deus, na construção de nossa felicidade.
Livro: Palavras de Vida Eterna.
Emmanuel / Chico Xavier.

Cuidados – Emmanuel.

“Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã, cuidará de si mesmo”. – Jesus / Mateus,6:34.
Os preguiçosos de todos os tempos nunca perderam o ensejo de interpretar falsamente as afirmativas evangélicas.
A recomendação de Jesus, referente à inquietude, é daquelas que mais se prestaram aos argumentos dos discutidores ociosos.
Depois de reportar-se o Cristo aos lírios do campo, não foram poucos os que reconheceram a si mesmos na condição de flores, quando não passam, ainda, de plantas espinhosas.
Decididamente, o lírio não fia, nem tece, consoante o ensinamento do Senhor, mas cumpre a vontade de Deus. Não solicita a admiração alheia, floresce no jardim ou na terra inculta, dá seu perfume ao vento que passa, enfeita a alegria ou conforta a tristeza, é útil à doença e à saúde, não se revolta quando fenece o brilho que lhe é próprio ou quando mãos egoístas o separam do berço em que nasceu.
Aceitaria o homem inerte o padrão do lírio, em relação à existência na comunidade?
Recomendou Jesus não guarde a alma qualquer ânsia nociva, relativamente à comida, ao vestuário ou às questões acessórias do campo material; asseverou que o dia, constituindo a resultante de leis gerais do Universo, atenderia a si próprio.
Para o discípulo fiel, agasalhar-se e alimentar-se são verbos de fácil conjugação e o dia representa oportunidade sublime de colaboração na obra do bem. Mas basear-se nessas realidades simples para afirmar que o homem deva marchar, sem cuidado consigo, seria menoscabar o esforço do Cristo, convertendo-lhe a plataforma salvadora em campanha de irresponsabilidade.
O homem não pode nutrir a pretensão de retificar o mundo ou os seus semelhantes de um dia para outro, atormentando-se em aflições descabidas, mas deve ter cuidado de si, melhorando-se, educando-se e iluminando-se, sempre mais.
Realmente, a ave canta, feliz, mas edifica a própria casa.
A flor adorna-se, tranqüila; entretanto, obedece aos desígnios do Eterno.
O homem deve viver confiante, sempre atento, todavia, em engrandecer-se na sabedoria e no amor para a obra divina da perfeição.
Livro: Vinha de Luz.
Emmanuel / Chico Xavier.

quarta-feira, 25 de março de 2015

MAIS DEUS - Emmanuel

Se nos perguntassem qual o material mais necessário para cooperar com os homens na construção da Era de Paz e Amor, não hesitaríamos em responder que precisamos, em qualquer parte da Terra:
De mais amor para reaquecer a vida;
De mais trabalho do que de ideias novas;
De mais entendimento que de observação;
De mais cooperação do que críticas;
De mais coragem para servir do que de inclinação para censurar;
De mais esforço no bem do que promessas;
De mais perdão do que conselhos;
De mais vozes que abençoem e fortaleçam do que de ásperas exortações;
De mais desprendimento da posse do que de suposta segurança, acobertando a sovinice;
De mais caridade do que de ciência;
É indispensável salientar, sobretudo, que todos nós, espíritos em evolução, ainda vinculados à Terra, precisamos de menos mundo e mais Deus.
Emmanuel / Chico Xavier
Livro: Recados da Vida

terça-feira, 24 de março de 2015

Notícias - 20



Ĉevalo kaj Azeno - Ezopo / O Cavalo e o Burro - Esopo

Ĉevalo kaj Azeno - Ezopo.
La ĉevalo pavis per siaj delikataj ornamaĵoj. Subite li renkontis azenon plene ŝarĝita per varoj. Pro granda pezo de varoj, la azeno nur povis malrapide flankeniri por fari vojon. La ĉevalo fiere diris, "Mi eĉ volas piedbati vin".
La azeno donis neniun atenton al li, sed nur preĝis al Dio pri protekto. Nelonge la ĉevalo suferis de astmo, kaj estis sendita de la mastro al la farmejo. Vidante la ĉevalon tirantan ĉaron de fekajoj, la azeno mokis, "Arogantulo, kien iras viaj belaj ornamaĵoj? Kial vi fariĝas tia malbonŝanculo?"
"Oni ne devas fieraĉi pro momentaj gloroj kaj riĉaĵoj."
Libro: 440 Fabloj de Ezopo - Jerzy Wałaszek
O Cavalo e o Burro - Esopo
Um Cavalo, ricamente ajaezado de seda e ouro de muito valor, encontrou no caminho um Burro carregado e disse-lhe cheio de altivez:
— Animal inconveniente, porque não me cedes lugar e te desvias para que eu passe?
O pobre Burro calou-se e suportou a ofensa.
Alguns dias depois, o Cavalo torceu uma pata e começou a mancar. O seu dono retirou-lhe por isso os ricos arreios e pôs-lhe uma albarda para servir como animal de carga.
O Burro encontrou-o então carregado de esterco, e disse-lhe:
— Onde vais, irmão? Onde está a tua soberba? Porque não pedes agora que me arrede, como fazias noutro tempo?
Livro: Fábulas de Esopo - Carlos Pinheiro
Moral da história
Que ninguém despreze os pequenos e pobres por se ver bem alimentado e bem vestido ou com honras e ofícios; porque se mudam as venturas e estados, e a soberba passada não serve mais que de vergonha e injúria presente.