quinta-feira, 7 de junho de 2012

TRABALHANDO

Estudando a parábola dos trabalhadores da última hora, recordamos que, realmente, trabalhando, é possível alcançar as realizações que nos propomos atingir.
Trabalhando, o coração tomado pelo desânimo pode converter, de imediato, a amargura em claridade de alegria e esperança.
Trabalhando, a criatura frágil se fortifica, pouco a pouco, dominando o campo em que respira, vive e cresce.
 Trabalhando, a mente em desesperação encontra recursos para compreender as próprias lutas, transformando revolta em paciência.
Trabalhando, o mau se faz bom, o adversário se transforma em amigo, o infeliz atinge a casa invisível do eterno júbilo.
 Fujamos às sombras e guerras de nosso próprio “eu”, dedicando-nos ao serviço de Deus pelo trabalho constante na extensão do bem.
Plantando a felicidade dos outros, encontraremos a nossa própria felicidade.
Emmanuel / médium chico Xavier  - Do livro “alma e luz”

terça-feira, 5 de junho de 2012

Liberigu vian animon / Liberte Sua Alma

Liberigu vian animon
Ne kateniĝu al la beleco de l’ efemeraj formoj. Floro baldaŭ forvelkos.
Ne amasigu multekostaĵojn, kiuj pezus en la pesilo de la mondo.
Ĉenoj el oro ligas tiel forte, kiel mankatenoj el bronzo.
Ne sklaviĝu al la opinioj de ventkapuloj aŭ malkleruloj. “Incitatus”, ĉevalo de Kaligulo, povis manĝi el sitelo ornamita per perloj, tamen malgraŭ tio ĝi ne ĉesis esti ĉevalo.
Ne nutru la avidecon pri posedaĵoj. La domoj de numismatoj estas ĉiam plenplenaj de moneroj, kiuj servis al milionoj da homoj kaj kies posedantoj jam malaperis.
Ne perdu vian konstruantan liberecon pro homaj vidpunktoj. Kaptilo, malliberiganta danĝeran beston, estas egala al tiu, surprizanta senzorgan kanarion.
Ne kredu al laŭdo, kiu atribuas al vi imagitajn kvalitojn. Kruelaj vespoj kelkfoje sin kaŝas en la kaliko de lilio.
Ne turmentiĝu per la sopirego ekhavi iajn tujajn superaĵojn dum la surtera elprovado. La muzeoj dormadas plenŝtopitaj per vestoj de reĝoj kaj de aliaj “kadavroj de mortintaj superaĵoj”.
Andreo Ludoviko / Chico Xavier. (Libro: Kristana Agendo).
Liberte Sua Alma
Não se prenda à beleza das formas efêmeras. A flor passa breve.
Não amontoe preciosidades que pesem na balança do mundo. As correntes de ouro prendem tanto quanto as algemas de bronze.
Não se escravize às opiniões da leviandade ou da ignorância. Incitatus, o cavalo de Calígula, podia comer num balde enfeitado de pérolas, mas não deixava, por isso, de ser um cavalo.
Não alimente a avidez da posse. A casa dos numismatas vive repleta de moedas que serviram a milhões e cujos donos desapareceram.
Não perca sua independência construtiva a troco de considerações humanas. A armadilha que pune o animal criminoso é igual à que surpreende o canário negligente.
Não acredite no elogio que empresta a você qualidades imaginárias. Vespas cruéis por vezes se escondem no cálice do lírio.
Não se aflija pela aquisição de vantagens imediatas na experiência terrestre. Os museus permanecem abarrotados de mantos de reis e de outros "cadáveres de vantagens mortas".
Pelo Espírito ANDRÉ LUIZ
Do livro: AGENDA CRISTÃ
Psicografia de FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER.

Profesio / Profissão

Profesio
Per la profesiaj kontaktoj la homo kreas vastan laborlernejon, konstruante la homan dignon; sed per la abnegacio li elsendas reflektojn de la dia beleco, malfermante novajn vojojn al la Ĉiela Regno.
La honeste praktikata profesio, malgraŭ sia pagkompensa reĝimo, inklinigas la homojn al devokulto.
La abnegacio, kiu estas sinofero por aliula feliĉo, sublimigas la spiriton.
Ĝuste tial ĉiuj popoloj sentas la neceson starigi, plejprofunde en sia sino, konstantan altaron, sur kiu ili faru honoron al siaj veraj herooj.
La abnegacio, kiu komenciĝas ĉe la punkto, kie la devo finiĝas, ebligas la reflekton de la Supera Spirita Sfero sur la kampo de la homaro.
La ordinara deliktulo, malliberigita en karcero, inspiras kompaton kaj suferon. La ĉampiono de nobla afero, maljuste enfermita en tiu sama loko, estigas respekton kaj imitemon.
La konscienca kaj amika administranto, kiu distribuas la bonojn de la servado, uzante sian parton kun skrupula honesteco, estas modelo de surteraj virtoj. La homo, kiu donas sian ŝviton kaj sangon por la bono de ĉiuj, ne zorgante pri siaj interesoj, estas apostolo de La ĉielaj virtoj.
La vartistino, juste kompensita por sia servado ĉe la infano kiu ricevas ŝian kareson, ja meritas konsideron kaj dankon, sed la patrina koro, en konstanta abnegacio, ravas siajn rigardantojn per la gloro de la pura amo.
Ja tial la matematikisto, ricevante la laŭrojn de la publika estimo kaj la indan pagon por sia verko, estas nomata scienculo, dum la scienculo, droninta en senĉesa laborado por la trankvileco kaj sekureco de la civilizacio kaj forgesinta pri si mem, estas klasigita kiel bonfaranto.
Per la fidela plenumo de siaj devoj, la homo sin mem plibonigas, kaj per la abnegacio la anĝelo proksimiĝas al la renoviĝinta homo, perfektigante la vivon kaj la mondon.
Sur la aktivecojn transcendantajn la kadrojn de la surteraj salajrataj servoj kaj rezultantajn el la agado de animoj, kiuj transpasis la impulson por konservado de sia propra komforto, falas la mensaj reflektoj de la Ĉielaj Inteligentoj, kiuj pro amo laboras sur la kampoj de la kaŝita bonfarado, en kiuj kampoj ni trovas la eternajn brakojn de la Nekonebla Diaĵo, nome Dio.
En tiu morala regiono de senlima abnegacio, en kiu ni trovas ĉiujn homajn korojn sin dediĉantajn al la volonta bonfara servado, ne ĉiam vivas la genio iafoje premata de angoro pro la sumo de la bedaŭrindaj reflektoj, kiujn li kunportas ekde malproksima pasinteco. Sed tie nepre troveblas la noblaj sacerdotoj de ĉiuj religioj, la admirindaj artistoj de ĉiuj patrioj, la noblaj inventistoj de ĉiuj regionoj, la kleraj metiistoj de ĉiuj popoloj kaj la grandaj patrinoj, multfoje forgesitaj kaj suferantaj, de ĉiuj latitudoj. Per ili ĉiuj la Supera Spirita Mondo iom post iom descendas en la homan sferon, havante nenian ligon kun tributoj de populareco aŭ monkompensoj, ĉar ĝuste en tiu kampo, helpante aliulojn pro absoluta rezigno al siaj interesoj, la animo vivas la subliman apostoladon de la sanktiga abnegacio, altirante la Dian Penson cele al la plibonigo kaj la progreso de la homaro.
Emmanuel / Chico Xavier (Libro: Penso kaj Vivo).
Profissão
Pelos contatos da profissão cria o homem vasta escola de trabalho, construindo a dignidade humana; contudo, pela abnegação emite reflexos da beleza divina, descer­rando trilhos novos para o Reino Celestial
A profissão, honestamente exercida, embora em regime de retribuição, inclina os semelhantes para o culto ao dever.
A abnegação, que é sacrifício pela felicidade alheia, sublima o espírito.
É por isso que todos os povos sentem necessidade de erguer, no ímo do próprio seio, um altar permanente em que rendam preito aos legítimos heróis.
A abnegação que começa onde termina o dever possibilita a repercussão da Esfera Superior sobre o campo da Humanidade.
O delinqüente comum, algemado ao cárcere, inspira piedade e sofrimento, O paladíno de uma causa nobre, injustamente recluso no mesmo sítio, provoca respeito e imitação.
O administrador consciente e amigo que reparte os bens do serviço, gastando a parte que lhe compete com escrupulosa probidade, é um padrão de virtudes terrenas. O homem que cede suor e sangue de si mesmo, a benefício de todos, sem cogitar do seu interesse, é um apóstolo das virtudes celestes.
A ama, devidamente paga por seu trabalho, junto à criança que lhe recebe cari­nho, é credora natural de atenção e reconhecimento, mas o coração materno, em constante renúncia, arrebata, quem o contempla, à glória do amor puro.
É assim que o matemático, laureando-se de considerações públicas, dignamente gratificado pela obra que realiza, é catalogado à conta de cientista, e o cientista, mergulhado no trabalho incessante, em favor da tranqüilidade e da segurança da civilização, esquecido de si mesmo, é classificado por benfeitor.
Pela fidelidade ao desempenho das suas obrigações, o homem melhora a si mesmo, e, pela abnegação, o anjo aproxima-se do homem melhorado, aprimorando a vida e o mundo.
Nas atividades que transcendem o quadro de serviços remuneráveis na Terra, fruto das almas que ultrapassaram o impulso de preservação do próprio conforto, descem os reflexos mentais das Inteligências Celestes que operam, por amor, nas linhas da bene­merência oculta, linhas em que encontramos os braços eternos do Divino Incognoscível, que é Deus.
Nessa província moral do devotamento sem lindes, em que surpreendemos todos os corações humanos consagrados ao serviço espontâneo do bem, nem sempre respira o gênio, por vezes onerado de angústia pela soma dos reflexos infelizes que carreia consigo desde o passado distante, mas identificamos facilmente os altos sacerdotes de todas as religiões, os admiráveis artistas de todas as pátrias, os nobres inventores de todos os climas, os artífices iluminados de todos os povos e as grandes mães, tanta vez esquecidas e sofredoras, de todas as latitudes. Por todos esses a Espiritualidade Superior desce gradativamente à esfera humana, sem qual­quer ligação com o pagamento da popularidade e do ouro, porque é aí, pelo completo desprendimento de si mesma, no auxilio aos outros, que a alma vive o apostolado sublime da renúncia santificante, atraindo o Pensamento Divino para o burilamento e a ascensão da Humanidade.
Livro: Pensamento e Vida - 17
Emmanuel / Chico Xavier.

domingo, 3 de junho de 2012

Laços de Afeto

Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... Uma
fita... Dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola. Vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando... Devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah, então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas, pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
(Mário Quintana)

sábado, 2 de junho de 2012

Frases de Carl Jung.


"Onde o amor impera, não há desejo de poder; e onde o poder predomina, há falta de amor. Um é a sombra do outro.”
“Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta”.
“Tudo depende de como vemos as coisas e não de como elas são”.
"Não preciso (acreditar) em Deus; eu sei que ele existe”.
“A felicidade perderia seu significado se ela não fosse equilibrada pela tristeza”.
“O homem que não atravessa o inferno de suas paixões também não as supera”.
"Uns sapatos que ficam bem numa pessoa são pequenos para uma outra; não existe uma receita para a vida que sirva para todos."
Biografia:
Carl Gustav Jung nasceu em 1875, na Suíça. Religiosa, sua família influenciou bastante na psicologia que seria desenvolvida pelo psicólogo, e também levando Carl a procurar leituras sobre filosofia e religião desde cedo.
Entrou na universidade de Medicina e já nesse tempo começou a se interessar pelos fenômenos psíquicos. Foi em 1900 que Jung passou a ser interno na Clínica Psiquiátrica Bugholzli, localizada em Zurique.
Quatro anos depois, já tinha montado um laboratório experimental, onde surgiu o seu famoso teste para o diagnóstico psiquiátrico de associação de palavras, reestruturado e usado por inúmeros profissionais.
A partir daí, Jung foi criando uma boa reputação no meio, exemplo disso foi o convite para a cátedra de professor de psiquiatria na Universidade de Zurique, em 1905.
E é exatamente nessa época que se inicia o contato entre Jung e Freud. Ambos dividiam idéias e objetivos, de tal forma que se tornou inevitável a aproximação e relação de colaboração que os dois passaram a estabelecer.
Porém, a colaboração dos dois chegou ao fim, com Jung de um lado, sem aceitar potente influência que Freud atribuía aos traumas sexuais e Freud, por outro lado, sem admitir os fenômenos espirituais - usados por Jung - como fontes de estudo.
E assim cada um seguiu seu caminho. Jung destacou-se no uso das técnicas de estudos de desenhos e sonhos, ou seja, o estudo do inconsciente humano.
Seus estudos viraram livro, "A Psicologia do Inconsciente", publicado em 1917. Tendo publicado dezenas de outros estudos e trabalhos, Jung escreveu, aos 80 anos, um livro de memórias, aclamado pela crítica especializada.
O pai da psicologia analítica morreu em 1961, em Zurique, mas o seu legado permanece até hoje, influenciando campos do conhecimento como antropologia, sociologia e, claro, a psicologia.

O BEM E O MAL

A experiência ensina a conquistar os valores legítimos, aqueles que propiciam a evolução.
Na sua origem, o ser não possui a consciência do bem nem do mal. Conduz-se pelo instinto.
A seleção do que deve e do que não deve realizar dá-se pela sensação da dor física, depois emocional e, mais tarde, de caráter moral.
Percebe que nem tudo quanto lhe é lícito executar, pode fazê-lo, por ferir direitos alheios.
Essa percepção torna-se a presença da capacidade de escolher o bem, cujo fundamento está inscrito na consciência de todas as pessoas.
O mal remanesce dos instintos agressivos e predomina enquanto a razão deles não se liberta.
O Bem pode ser personificado no amor, enquanto o mal pode representar-lhe a ausência.
Tudo o que promove e eleva o ser humano, harmonizando-o com a vida, prolongando-a e tornando-a edificante – é expressão do Bem.
Já o mal conspira contra a sua elevação e os valores éticos alcançados pela Humanidade.
 Eis porque o ser tem a tendência inevitável de buscar o amor, de entregar-se-lhe, de fruí-lo.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.
Livro: Amor, Imbatível Amor.

O MUNDO E O MAL

Nos centros religiosos há sempre grande número de pessoas preocupadas com a ideia da morte.
Muitos companheiros não crêem na paz, nem no amor, senão em lugares diferentes da Terra. A maioria aguarda situações imaginárias e injustificáveis para quem não prima pelo esforço próprio.
O anseio de morrer para ser feliz é enfermidade de espírito.
 Orando ao Pai pelos discípulos, Jesus rogou não que fossem retirados do mundo, e, sim, libertos do mal.
O mal, pois, é das criaturas que o habitam.
A Terra, em si, sempre foi boa. De sua lama brotam lírios de delicado aroma, sua natureza maternal é repositório de maravilhosos milagres que se repetem todos os dias.
De nada vale partirmos do planeta quando nossos males não foram exterminados.
Em tais circunstâncias, parecemos portadores de moléstias incuráveis. Podemos trocar de morada; mas isso é quase nada se persiste a doença.
É preciso, pois, embelezar o mundo e aprimorá-lo combatendo o mal que está em nós.
Emmanuel / Médium Chico Xavier
Livro: Caminho, Verdade e Vida.