domingo, 13 de janeiro de 2019

Palavra do Dia / Vorto de la tago - 115

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sábado, 12 de janeiro de 2019

Hipótese Sobre a Origem do Corpo Humano / Hypothesis upon the Origin of Human Bodies / Hipótesis sobre el origen del cuerpo humano.

15. Da semelhança, que há, de formas exteriores entre o corpo do homem e o do macaco, concluíram alguns fisiologistas que o primeiro é apenas uma transformação do segundo. Nada aí há de impossível, nem o que, se assim for, afete a dignidade do homem. Bem pode dar-­se que corpos de macaco tenham servido de vestidura aos primeiros Espíritos humanos, forçosamente pouco adiantados, que viessem encarnar na Terra, sendo essa vestidura mais apropriada às suas necessidades e mais adequadas ao exercício de suas faculdades, do que o corpo de qualquer outro animal. Em vez de se fazer para o Espírito um invólucro especial, ele teria achado um já pronto. Vestiu­-se então da pele do macaco, sem deixar de ser Espírito humano, como o homem não raro se reveste da pele de certos animais, sem deixar de ser homem.
Fique bem entendido que aqui unicamente se trata de uma hipótese, de modo algum posta como princípio, mas apresentada apenas para mostrar que a origem do corpo em nada prejudica o Espírito, que é o ser principal, e que a semelhança do corpo do homem com o do macaco não implica paridade entre o seu Espírito e o do macaco.
16. Admitida essa hipótese, pode dizer-­se que, sob a influência e por efeito da atividade intelectual do seu novo habitante, o envoltório se modificou, embelezou­-se nas particularidades, conservando a forma geral do conjunto (nº 11). Melhorados, os corpos, pela procriação, se reproduziram nas mesmas condições, como sucede com as árvores de enxerto. Deram origem a uma espécie nova, que pouco a pouco se afastou do tipo primitivo, à proporção que o Espírito progrediu. O Espírito macaco, que não foi aniquilado, continuou a procriar, para seu uso, corpos de macaco, do mesmo modo que o fruto da árvore silvestre reproduz árvores dessa espécie, e o Espírito humano procriou corpos de homem, variantes do primeiro molde em que ele se meteu. O tronco se bifurcou: produziu um ramo, que por sua vez se tornou tronco.
Como em a Natureza não há transições bruscas, é provável que os primeiros homens aparecidos na Terra pouco diferissem do macaco pela forma exterior e não muito também pela inteligência. Em nossos dias ainda há selvagens que, pelo comprimento dos braços e dos pés e pela conformação da cabeça, têm tanta parecença com o macaco, que só lhes falta ser peludos, para se tornar completa a semelhante.
A Gênese – Allan Kardec.
Hypothesis upon the Origin of Human Bodies
15. From the similitude which exists between the body of man and that of the monkey certain physiologists have contended that the former was only a transformation of the latter. In that there is nothing impossible, although, if it is so, the dignity of man will naturally suffer. Bodies of monkeys may have served very well for the vestment of the first human Spirits necessarily undeveloped, who have been incarnated upon the Earth, these garments being more appropriate to their needs and for the exercise of their faculties than the bodies of any other animal. Instead of a special robe having been made for the Spirit, it may have been dressed in the skin of the monkey without ceasing to be a human Spirit, as man is sometimes dressed in animal skins without losing his manhood.
It is well understood that this is only an hypothesis which is not based upon principle, but only given to show that such an origin of the body is not prejudicial to the Spirit, which is the principal being, and that similitude of the body of man to that of the monkey does not imply equality between their respective Spirits.
16. By admitting this hypothesis, one can say that, under the influence of and by the effect of the intellectual activity of its new inhabitant, the envelope has been modified, embellished in details, yet preserving the general form as a whole (n° 11). The improved bodies by procreating themselves have reproduced themselves in improved conditions, like grafted trees. They have given birth to a new species, which has been gradually removed from the primitive type according as the Spirit has progressed. The spirit of the monkey, which has not been annihilated, has continued to bring about bodies of monkeys for its use like wild fruit reproduced from wild fruit; and the human Spirit has produced bodies of men varying from the first established form. The trunk has become divided, forked. It has produced a sprout and this sprout has become an independent trunk.
As there are no sudden transitions in nature, it is probable that the first men appearing on Earth have differed little from monkeys in exterior form, and probably no more in intelligence. There are still in our day savages who, by the length of their arms and feet, and the formation of their heads, have so many ways like a monkey, that a hairy covering only is missing to complete the resemble.
The GENESIS – Allan Kardec.
Hipótesis sobre el origen del cuerpo humano
15. De la semejanza de formas exteriores que existe entre el cuerpo del hombre y el del mono, algunos fisiólogos arribaron a la conclusión de que el primero es apenas una transformación del segundo. Nada de eso es imposible y, de ser cierto, no hay razón para que la dignidad del hombre se vea afectada. Es muy probable que los cuerpos de los monos hayan servido de vestimenta a los primeros Espíritus humanos, necesariamente poco adelantados, que vinieron a encarnar en la Tierra, visto que esa vestimenta es más apropiada a sus necesidades y más adecuada al ejercicio de sus facultades que el cuerpo de cualquier otro animal. En vez de que se elaborase una envoltura especial para el Espíritu, este podría haberlo hallado ya listo. Se vistió entonces con la piel del mono, sin que dejara de ser un Espíritu humano, como algunas veces el hombre se cubre con la piel de ciertos animales sin que por eso deje de ser hombre.
Queda perfectamente entendido que aquí sólo se trata de una hipótesis que de ninguna manera se enuncia como principio, sino que se presenta solamente para mostrar que el origen del cuerpo en nada perjudica al Espíritu, que es el ser principal, y que la semejanza del cuerpo del hombre con el del mono no implica paridad entre su Espíritu y el del mono.
16. Admitida esa hipótesis, se puede decir que, bajo la influencia y por efecto de la actividad intelectual de su nuevo habitante, la envoltura se modificó, se embelleció en los detalles y conservó la forma general del conjunto (Véase el § 11). Mejorados a través de la procreación, los cuerpos se reprodujeron en las mismas condiciones, como ocurre con los árboles injertados. Dieron origen a una especie nueva que poco a poco se apartó del tipo primitivo, a medida que el Espíritu progresaba. El Espíritu mono, que no fue aniquilado, continuó procreando para su uso cuerpos de mono, del mismo modo que el fruto del árbol silvestre reproduce árboles de esa especie, y el Espíritu humano procreó cuerpos de hombres, variantes del primer molde en el que él se instaló. El tronco se bifurcó y produjo un reto- ño, que a su vez se convirtió en tronco.
Como en la naturaleza no existen las transiciones bruscas, es probable que los primeros hombres que aparecieron en la Tierra se diferenciasen poco del mono por su forma exterior, y sin duda no mucho tampoco por la inteligencia. Actualmente todavía existen salvajes que, por la longitud de sus brazos y de sus pies, así como por la conformación de la cabeza, conservan tanta similitud con el mono, que sólo les falta ser peludos para que la semejanza sea completa.
EL GÉNESIS – Allan Kardec.

La Konsolanto / O Consolador – 29 (Proceso de elaĉeto aŭ evoluo / Processo de resgate ou de evolução.)

29. – Ĉu la Spiritoj kunlaboras en la elvolviĝo de la embrio de la korpo, en kiun ili reenkarniĝos? Se jes, ĉu ili influas sur la ĉelajn kompleksojn de la fizikaj heredaĵo, por ke la estontaj korpoj estu dotitaj per certaj elementoj kapablaj kontentigi la sekvojn de la provo aŭ misio, kiujn ili devas plenumi?
– En la okazo de la progresintaj Spiritoj, mastroj de propraj, netransdoneblaj faroj, tiu kunlaboro preskaŭ ĉiam okazas ĉe la penado de la komisiitoj de Jesuo, kiuj agas por tio, celante la estontecon de siaj luktoj en la materia medio. Ni tamen konsideru, ke la ribelemaj aŭ indiferentaj Spiritoj, senigitaj je la nepre necesaj propraj valoroj, devas akcepti la decidon de la menciitaj komisiitoj, kiuj elektas ja la provojn, kiujn ili meritas, aŭ kiuj estas nepre necesaj por ilia proceso de elaĉeto aŭ evoluo.
Libro: La Konsolanto – Emmanuel / Chico Xavier.
29 –Os Espíritos cooperam no desenvolvimento do embrião do corpo em que se vão reencarnar? E, em caso afirmativo, chegam a operar nos complexos celulares da herança física, para que os corpos futuros sejam dotados de certos elementos aptos a satisfazerem as circunstâncias da prova ou missão que hajam de cumprir?
No caso dos espíritos envolvidos, senhores de realizações próprias, inalienáveis, essa cooperação quase sempre se verifica, junto ao esforço dos prepostos de Jesus, que operam nesse sentido, com vistas ao porvir de suas lutas no ambiente material. Temos de considerar, todavia, que os espíritos rebeldes, ou indiferentes, desprovidos dos valores próprios indispensáveis, têm de aceitar a deliberação dos prepostos referidos, os quais escolhem as substâncias que merecem ou que lhes são imprescindíveis no processo de resgate ou de evolução.
Livro: O Consolador – Emmanuel / Chico Xavier.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Evolução das espécies - Weimar Muniz de Oliveira

Matéria e espírito são os dois elementos gerais do Universo, a partir do reino mineral (“... e, acima de tudo, Deus...”), que é lei inderrogável em todos os planos da Criação(1).
Da mônada ao arcanjo vigora a mesma lei de evolução, relativamente a todas as espécies.
A evolução se processa, inexorável, a partir dos seres mais simples, num crescendo, por centenas de milhões de anos, até as formas mais aperfeiçoadas e conscientes de seu próprio existir, ou seja, dos seres unicelulares à última escala do ser inteligente.
E não há como negar essa lei da dinâmica universal, hoje abonada pela própria ciência, particularmente pela Biologia, o que está de acordo, até certo ponto, com a teoria evolucionista de Charles Darwin (l809-1882)(2). Digo até certo ponto, porque o Espiritismo, codificado em 1857, em Paris (França), foi o primeiro a suplementar a teoria darwiniana, acrescentando outras reflexões.
Por último, a própria ciência oficial, em descobertas recentes, não descarta as informações filosóficas do Espiritismo, reconhecendo que o próprio ser humano adveio dessa evolução natural, uma vez que ela própria comprova que o genoma humano alinha-se em 100% ao genoma do chimpanzé, o mais próximo do homem. É essa a opinião de Francis S. Collins(3) e de inúmeros outros homens de ciência, com base em pesquisas de laboratório.
A assertiva desses cientistas reforça a tese espírita de que, na caminhada evolutiva, o homem transitou pela seguinte senda filogenética: “ser unicelular, peixe, anfíbio, réptil, ave, e, finalmente, mamífero superior”, informa Marlene Nobre(4).
Todas essas descobertas foram proclamadas antes pelo Espiritismo.
É interessante registrar que, em O Livro dos Espíritos, na pergunta 560, encontra-se o cerne da questão, hoje detectada pela ciência acadêmica, na qual os espíritos respondem: “Todos temos que habitar em toda parte, e adquirir o conhecimento de todas as coisas, presidindo sucessivamente ao que se efetua em todos os pontos do Universo. Mas, como diz o Eclesiastes, há tempo para tudo...”
E, ao final, encerra, enfaticamente:
“... Assim, tal Espírito cumpre hoje neste mundo o seu destino, tal outro cumprirá ou já cumpriu o seu, em épocas diversas, na terra, na água, no ar, etc.”
O gérmen do conhecimento, inclusive de ordem científica, encontra-se, indelével, nessa obra fundamental, que, embora desdobrada nos demais livros do pentateuco kardequiano, estende-se e avoluma-se em várias centenas de outras obras, de autores encarnados e desencarnados, sobressaindo-se as psicografadas por Chico Xavier.
Apenas a título de motivação, cite-se um trecho de uma das obras complementares da Codificação:
“É assim que dos organismos monocelulares aos organismos complexos, em que a inteligência disciplina as células, colocando-as a seu serviço, o ser viaja no rumo da elevada destinação que lhe foi traçada do Plano Superior, tecendo com os fios da experiência a túnica da própria exteriorização, segundo o molde mental que traz consigo...” (Evolução em Dois Mundos, cap. III, p. 37)(5).
Fontes:
1 - “O Livro do Espíritos” – Q. 27 – FEB – 82ª edição.
2 - Charles Robert Darwin – “A Origem das Espécies”.
3 - “A Linguagem de DEUS” – Ed. GENTE (Tradução de Giorgio Cappelli), p. 133.
4 - Marlene Rossi S. Nobre – “O Clamor da Vida” – FE Editora Jornalística Ltda. – SP, 2000, p. 126.
5 - André Luiz – psicografia de Fco. Cândido Xavier – FEB, 1ª edição.
Weimar Muniz de Oliveira é magistrado aposentado, presidente do Lar de Jesus e da Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas (Abrame) e diretor da Federação Espírita do Estado de Goiás (FEEGO).

A evolução segundo os espíritas!

O sofrimento é o único modo para a evolução do espírito? | Divaldo Franco

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

O que é uma Egrégora?

É o padrão vibratório de uma casa, tem relação direta com a energia e o estado de espírito de seus moradores.
O conjunto de pensamentos, sentimentos, estado de espírito, condições físicas, anseios e intenções dos moradores fica impregnado no ambiente criando o que se chama de egrégora.
O que poucos sabem é que as paredes, objetos e a atmosfera da casa tem "memória" e registram as energias de todos os acontecimentos e do estado de espírito de seus moradores.
Por isso, quando pensar na saúde energética de sua casa tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e muita fé.
Evite brigas e discussões desnecessárias.
Observe o seu tom de voz: nada de gritos e formas agressivas de expressão.
Não bata portas e tente assumir gestos harmoniosos, cuidando de seus objetos e entes queridos com carinho.
Não pense mal dos outros.
Pragas nem pensar.
Selecione muito bem as pessoas que vão frequentar sua casa.
Se você nutre uma mágoa profunda ou mesmo um ódio forte por alguém, procure ajuda para limpar essas energias densas de seu coração.
Alegria, amor, paz, prosperidade, saúde, amizades, belezas já está bom para começar, não é mesmo? - Chico Xavier.
Egrégora, ou egrégoro (do grego egrêgorein, "velar, vigiar"), é como se denomina a força espiritual criada a partir da soma de energias coletivas (mentais, emocionais) fruto da congregação de duas ou mais pessoas. O termo pode também ser descrito como sendo um campo de energias extrafísicas criadas no plano astral a partir da energia emitida por um grupo de pessoas através dos seus padrões vibracionais.