terça-feira, 24 de abril de 2012

Desculpem-me pelos espinhos das rosas

 
No meu jardim plantei tantas rosas lindas e perfumadas
Colhi algumas para ti, mas esqueci dos espinhos delas
Perdoa-me por isso, mas faz parte da vida, tu aprendes-te
Que a rosas para serem tão belas e perfeitas têm os espinhos...

Os espinhos fazem parte da vida, assim como das rosas
Como elas cresceram com aqueles espinhos e nem por isso
Elas foram menos belas por isso, os espinhos as protegeram
Não deixaram que nada estragasse a sua real beleza inesperada...

Imaginem as rosas crescerem com aquele caule duro e espinhoso
É como a vida nos seus estágios, com todas as suas duras caminhadas
Ela te fará doer em cada caída, em cada sofrimento e fará chorar...

Mas quando choras a tua vida se renova em nova vida, em novas etapas
São os verdadeiros espinhos da tua real, caminhada por aqui, chegarás lá
E no final desabrocharas bela, sábia, perfumada como uma bela rosa nascida...
BETIMARTINS

Minha pequena contribuição: Como daríamos valor a beleza da luz, se não houvessem trevas ou escuridão. Da alegria se não tivéssemos conhecido um pouco as tristezas. Da amizade se não tivéssemos encontrado nossos pequenos desafetos... Assim é a vida,  nos mostrando a sua grandeza; logo, tudo na vida nós é útil ou tem sua utilidade de ser. Deus não coloca nada em nosso caminho, se não for para o nosso crescimento.  Resta só saber se você tem sido rosas ou espinhos na vida do próximo?. Pense Nisto! Antônio Ramos.

PONTOS PARA OS CÔNJUGES

Reconhecer que o outro é um espírito por si, com ideais e tendências diversas.
Jamais abandoná-lo aos próprios deveres e lutas, alegando que possui tarefas diferentes.
Apoiá-lo nas esperanças, para que as realize.
Afastar dele quaisquer assuntos tendentes a turvar a confiança recíproca e aceitar a importância do problema sexual de um para o outro.
Evitar rixas e discussões e não assumir compromissos fora de casa sem ouvir-lhe a opinião.
Entender que o amor inclui o respeito, a cortesia, a afabilidade e a discrição.
Fugir do relaxamento e do desperdício.
Adaptar-se ao nível econômico e social em que estão, embora devam trabalhar por melhorá-lo.
Não constranger a vocação dos filhos e não enganá-los com respostas ociosas.
Não sacrificar a harmonia e segurança do lar sob pretexto de exigências religiosas ou sociais.
O matrimônio é uma escola e devem os cônjuges fazer quanto possível para que não seja alterado o programa aceito, ao reencarnarem, com separações reconhecidamente desnecessárias.    
André Luiz / Médium Chico Xavier
Livro: O Sol Nas Almas.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

INTENÇÃO

Em toda ação a intenção agrava ou atenua a responsabilidade.
Os próprios códigos humanos apelam para o bom comportamento.
No julgamento das ações alheias, observe as intenções.
No próprio julgamento, fique atento para o móvel de suas atitudes.
Buscando a intenção com que são feitas as coisas, você entenderá melhor a alma humana e conhecer-se-á mais, encontrando motivos óbvios para realizar mudanças pessoais de grande valor.
Do livro: REFLEXÕES PARA A SAÚDE
Autor: PÚBLIO CARÍSIO DE PAULA

Religião e Religiosidade

Na essência dos ensinamentos das religiões, existe uma tendência comum em torno de se alcançar a atitude moral equilibrada.
Em todas elas, pode-se observar uma pregação constante na permanente busca pelo inefável, incognoscível e transcendente.
Nem sempre o caminho a ser percorrido pelos adeptos consegue atingir esse alvo, pois cada ser humano possui seu repertório de experiências que balizará sua relação com a religião.
Fundamental é que se perceba, além do aspecto concreto que existe do divino até o ser humano, o que há psiquicamente, isto é, o repertório de experiências acumuladas no inconsciente humano, que interferem no caminho a ser percorrido.
O ser humano constrói uma Religião Pessoal, independentemente do que lhe acontece externamente, por conta da percepção própria a respeito do sagrado.
Os termos religião, atitude religiosa, religiosidade, espiritualismo, inquietação mística, ascese mística, entre outros, nem sempre se referem aos mesmos objetos de interesse.
A criatura humana, mesmo estando consciente de que busca algo superior para a compreensão de si mesmo e do universo que a cerca, nem sempre sabe de fato o que quer. Sofre influências inconscientes, oriundas de suas próprias experiências pregressas, que a levam a acreditar cada vez mais em algo distinto do que conscientemente deseja. Medos e anseios pueris interferem na sua compreensão, levando-a muitas vezes a buscar salvações mágicas e inconseqüentes.
A adoção de uma religião parece ser um ato exclusivamente aleatório de seu livre-arbítrio ou resultante de um chamado divino, neste caso externo.
Deve ser também considerada uma necessidade psicológica, portanto, interna.
Nesse último aspecto, uma condição coletiva contra a qual não se pode resistir.
Uma tendência humana forjadora da cultura e dos valores. Nesse sentido, de existir um imperativo psicológico inconsciente, a autoridade religiosa que norteia a busca espiritual do ser humano não deve ser externa (um livro, um líder religioso, um depoimento de alguém, um governo etc.), muito embora possa se iniciar dessa maneira.
 A autoridade real deve ser a própria consciência humana, a partir das experiências adquiridas em suas vidas sucessivas, conduzidas pelo sentido que atribui a sua vida atual e futura.
Sobre a tendência inconsciente deve prevalecer uma atitude consciente.
Nas organizações religiosas de pequenas comunidades, as escolhas individuais se estruturam contaminadas pelo arquétipo dominante que atua em seus líderes. Só a maturidade do ego pode fazer a consciência assumir a atitude religiosa.
Religiosidade é a tendência ao sagrado, isto é, ao que transcende o humano para além dele mesmo.
Necessariamente não obriga o ser humano à adoção de uma religião.
Quando a religião é adotada, a religiosidade adequou-se, podendo resultar, ou não, em estagnação da consciência que deseja realizar-se.
A religião formal tende a permitir um certo alívio da tensão provocada pelo inconsciente, que impulsiona o ego na direção do sagrado.
 A religiosidade o impulsiona para a compreensão de si mesmo, assimilando os conteúdos inconscientes, direcionando sua energia para a compreensão da realidade e de sua existência no mundo.
O conhecimento a respeito das coisas do espírito, vindo do Espiritismo ou de outras religiões mediúnicas, do Hinduísmo, do Cristianismo ou de crenças esotéricas, deve ser utilizado para a formação da Religião Pessoal.
Por enquanto ele ainda é elemento da curiosidade da consciência pueril da humanidade, usado como sistema de proteção contra o medo e o desconhecido.
Em face da infância espiritual do ser humano, tal conhecimento é misturado com crendices e superstições, que apenas atendem ao anseio coletivo de aliviar as tensões inconscientes.
Ainda não estão a serviço da religiosidade nem da formação da Religião Pessoal, muito embora sirvam à atualização do arquétipo, necessitando da conscientização adequada pelo ego para a internalização do resultante das experiências vividas.
É importante ressaltar que a religião coletiva não se constituiu num conjunto coeso de normas e regras interpretadas e aceitas integralmente por todos. Tampouco se deve pensar que a totalidade dos adeptos de uma religião tem a mesma consciência de seus princípios, bem como a praticam da mesma forma.
Na realidade, os adeptos das grandes religiões vivenciam o sagrado de diferentes formas, mas preferem estar abrigados sob o manto protetor da coletividade a assumir, cada um, sua singularidade.
Pode-se dizer que não existe religião uniforme, pois na realidade seus diversos nomes são denominações oriundas de algum fato gerador numinoso. Foram geradas por um fenômeno místico e transcendente e se diversificaram quando se confrontaram com o processo de simbolização da psiquê de cada indivíduo. O novo (clima, tradições, linguagem, etc.), as experiências coletivas de cada povo e as experiências de vidas passadas são responsáveis pela multiplicidade de expressões religiosas.
O número de religiões cresce ao surgimento de cada novo paradigma que se estabelece. Essa tendência é fruto do processo de amadurecimento da psiquê, bem como do distanciamento do mito que deu origem àquela religião.
Todos possuem sua Religião Pessoal, muito embora não tenham consciência ou coragem de assumir. Vivem-na na intimidade de sua consciência, muitas vezes receosa de manifestar autenticamente o que pensa e sente.
A religião formal deve favorecer a construção de uma religiosidade madura, capaz de fazer face aos anseios psíquicos inconscientes de realização pessoal, de descoberta do Si-Mesmo e de encontro com Deus.
Quanto mais o indivíduo assuma sua Religião Pessoal e construa uma religiosidade que suporte todo o mal inerente à natureza humana, mais cedo alcançará a compreensão de sua existência e viverá sua essência.
 Por não suportar o mal, a religião exclui parte da natureza humana.
Uma religião que ofereça uma perspectiva de continuidade da existência do eu, que, por conta disso, impulsione as pessoas à comunicação interdimensional (mediúnica), que reforce a obrigação ética, que pugne pela responsabilidade social pessoal e que convide as pessoas a vivenciar o amor não pode ser vivida simplesmente para uma suposta salvação pessoal ou para encher os templos de adeptos.
Uma religião que se fixe em estabelecer o que é moral, bem como em condenar uma imoralidade formal, que não compreende o dinamismo do Universo tende a estagnar, falir ou alienar seus adeptos. É necessário que se entenda que o imoral, com o tempo, pode se transformar em moral ou vice-versa.
É preciso viver religiosamente, porém sem se alienar do mundo, sem deixar de considerar que todos estão num mesmo momento evolutivo e que isso os nivela espiritualmente.
A Religião Pessoal deve ser capaz de proporcionar uma vida pacífica, harmoniosa e com amorosidade.
Uma religião que não resiste à mínima imoralidade é apenas uma conveniência humana. A religião não é para formar crentes, mas para fazer evoluir consciências.
Sua missão é libertar as consciências, também de seus próprios egos.
Religião sem religiosidade torna-se um movimento intelectual, frio e tendente à alienação.
Religião Pessoal/Adenáuer Novaes.


Diferença lógica entre Religião e Espiritualidade



"Não leia com o intuito de contradizer ou refutar, nem para acreditar ou concordar, tampouco para ter o que conversar, mas para refletir e avaliar" (Sir Francis Bacon -, também referido como Bacon de Verulâmio (Londres, 22 de janeiro de 1561 — Londres, 9 de abril de 1626) foi um político, filósofo e ensaísta inglês, barão de Verulam (ou Verulamo ou ainda Verulâmio), visconde de Saint Alban. É considerado como o fundador da ciência moderna.)

Texto é do Prof. Dr. Guido Nunes Lopes:
Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Física pela Universidade Federal do Amazonas (FUAM, 1986), Mestrado em Física Básica pelo Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IF São Carlos, 1988) e Doutorado em Ciências em Energia Nuclear na Agricultura pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (CENA, 2001).

A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro"..

A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.

A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência..

A religião se ocupa com o fazer.
A espiritualidade se ocupa com o Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.

"Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual... Somos seres espirituais passando por uma experiência humana... " (Pierre Teilhard de Chard).

Pierre Teilhard de Chardin (Orcines, 1 de maio de 1881 — Nova Iorque, 10 de abril de1955) foi um padre jesuíta, teólogo, filósofo e paleontólogo francês que logrou construir uma visão integradora entre ciência e teologia. Através de suas obras, legou-nos uma filosofia que reconcilia a ciência do mundo material com as forças sagradas do divino e sua teologia. Disposto a desfazer o mal entendido entre a ciência e a religião, conseguiu ser mal visto pelos representantes de ambas. Muitos colegas cientistas negaram o valor científico de sua obra, acusando-a de vir carregada de um misticismo e de uma linguagem estranha à ciência. Do lado da Igreja Católica, por sua vez, foi proibido de lecionar, de publicar suas obras teológicas e submetido a um quase exílio na China.                  

domingo, 22 de abril de 2012

Filmes: Espíritos e Reeencarnação


Após perder a esposa e a caminho do suicídio, um homem se depara com O Livro dos Espíritos e começa uma jornada de transformação interior rumo aos mistérios da vida espiritual e suas influências no mundo material.


Pela primeira vez na história, um filme retrata, com fidelidade, lógica e respeito, a reencarnação, tema de interesse de milhões de pessoas em todo o mundo. Baseado em fatos reais relatos no livro autobiográfico de Jenny Cockell, 

QUE NOS ESTIMEM COMO SOMOS...

Amigo(a), é maravilhoso quando as pessoas à nossa volta gostam de nós, nos tratam com apreço e simpatia.
Porém, nem sempre isso ocorre.
E não acontecendo, ficamos chateados, pensando no que podemos fazer para tornarmo-nos queridos...
Modificamos atitudes, simulamos hábitos, palavras e gestos para agradar aos outros, freqüentamos lugares e imitamos a outrem... Incorremos no erro de forçarmos para agradar as pessoas e atraí-las a nos estimarem.
No entanto, na arte de viver, é preciso aprender que a espontaneidade é uma das maiores provas da afeição verdadeira e recíproca.
Quem se nos aproxima e sintoniza conosco, deverá fazê-lo espontaneamente e não por uma falsa imagem que criamos.
Não nos preocupemos em agradar a todos, nem Jesus Cristo o conseguiu.
Forçando atitudes acabaremos sentindo-nos infelizes. Precisamos nos transformar, só que com esforço sincero de melhoria íntima e não teatralmente.
Que nos estimem como somos.
Estimemos a outrem - gostarem de nós será conseqüência.
Do livro: REFLEXÕES PARA A PAZ
Autor: JOAMAR ZANOLINI NAZARETH