quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

PROBLEMAS NO MATRIMÔNIO

À exceção dos casos de relevantes compromissos morais, o matrimônio, na Terra, constitui abençoada oportunidade redentora a dois, que não se pode desconsiderar sem gravames complicados.
Em toda união conjugal as responsabilidades são recíprocas, exigindo de cada nubente uma expressiva contribuição, a benefício do êxito de ambos, no tentame encetado.
Pedra angular da família - o culto dos deveres morais -, a construção do lar nele se faz mediante as linhas seguras do enobrecimento dos cônjuges, objetivando o equilíbrio da prole. Somente reduzido número de pessoas, se prepara convenientemente, antes de intentar o consórcio matrimonial; a ausência desse cuidado, quase sempre, ocasiona desastre imediato de conseqüências lamentáveis.
Açulados por paixões de vária ordem, que se estendem desde a atribuição sexual aos jogos dos interesses monetários, deixam-se colher por afligentes desvarios, que redundam maior débito entre os consorciados e em relação à progenitura...
Iludidos, face aos recursos da atual situação tecnológica, adiam, de início, o dever da paternidade sob justificativas indébitas, convertendo o tálamo conjugal em recurso para o prazer como para a leviandade, com que estiolam os melhores planos por momento acalentados.
Logo despertam, espicaçados por antipatias e desajustes que lhes parecem irreversíveis, supõem que somente a separação constitui fórmula solucionadora quando não derrapam nas escabrosidades que conduzem aos lúgubres crimes passionais.
Com a alma estiolada, quando a experiência se lhes converteu em sofrimento, partem para novos conúbios amorosos, carregando lembranças tormentosas, que se transformam em pesadas cargas emocionais desequilibrantes.
Alguns, dentre os que jazem vitimados por acerbas incompreensões e anseiam refazer o caminho, se identificam com outros espíritos aos quais se apegam, sôfregos, explicando tratar-se de almas gêmeas ou afins, não receando desfazer um ou dois lares para constituir outro, por certo, de efêmera duração.
Outros, saturados, debandam na direção de aventuras vis, envenenando-se vagarosamente.
Enquanto a juventude lhes acena oportunidades, usufruem-nas, sem fixações de afeto, nem intensidade de abnegação. Surpreendidos pela velhice prematura, que o desgaste lhes impõe, ou chegados à idade do cansaço natural, inconformam-se, acalentando pessimismo e cultivando os resíduos das paixões e mágoas que os enlouquecem, a pouco e pouco.
        *
O amor é de origem divina. Quanto mais se doa, mais se multiplica sem jamais exaurir-se.
Partidários da libertinagem, porém, empenham-se em insensata cruzada para torná-lo livre, como se jamais não o houvera sido. Confundem-no com sensualidade e pensam convertê-lo apenas em instinto primitivo, padronizado pelos impulsos da sexualidade atribulada.
Liberdade para amar, sem dúvida, disciplina para o sexo, também. Amor é emoção, sexo sensação.
Compreensivelmente, mesmo nas uniões mais ajustadas, irrompem desentendimentos, incompreensões, discórdias que o amor suplanta.
O matrimônio, desse modo, é uma sociedade de ajuda mútua, cujos bens são os filhos - Espíritos com os quais nos encontramos vinculados pelos processos e necessidades de evolução.
Pensa, portanto, refletindo antes de casar. Reflexiona, porém, muito antes de debandar, após assumidos os compromissos.
As dúvidas projetadas para o futuro sempre surgem em horas inesperadas com juros capitalizados. O que puderes reparar agora não transfiras para amanhã. Enquanto luz tua ensancha, produze bens valiosos e não te arrependerás.
*
Tendo em vista a elevação do casamento, Jesus abençoou-o em Caná com a Sua presença, tomando-o como parte inicial do Seu ministério entre os homens.
E Paulo, o discípulo por excelência, pensando nos deveres de incorruptibilidade matrimonial, escreveu, conforme epístola número 5, aos Efésios, nos versículos 22 e 25: "as mulheres sejam sujeitas a seus maridos, como ao Senhor... Assim também devem os maridos amar a suas mulheres como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo". Em tão nobre conceito não há subserviência feminina nem pequenez masculina, antes, ajustamento dos dois para a felicidade no matrimônio.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Divaldo Pereira Franco.
Livro: Celeiro de Bênçãos.
http://2cemiltuparetama.blogspot.com.br

Lindas Frases - 14




terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Livro para Baixar - 3 Andre Luiz


                                                                                 

                                                              









Assuntos de Tempo

Se você já sabe quão precioso é o valor do tempo, respeite o tempo dos outros para que as suas horas sejam respeitadas.
Recorde-se de que se você tem compromissos e obrigações com base no tempo, acontece o mesmo com as outras pessoas.
Ninguém evolui, nem prospera, nem melhora e nem se educa, enquanto não aprende a empregar o tempo com o devido proveito.
Seja breve em qualquer pedido.      
Quem dispõe de tempo para conversar sem necessidade, pode claramente matricular-se em qualquer escola a fim de aperfeiçoar-se em conhecimento superior.
Trabalho no tempo dissolve o peso de quaisquer preocupações, mas tempo sem trabalho cria fardos de tédio, sempre difíceis de carregar.
Um tipo comum de verdadeira infelicidade é dispor de tempo para acreditar-se infeliz.
Se você aproveitar o tempo a fim de melhorar-se, o tempo  aproveitará você para realizar maravilhas.
Observe quanto serviço se pode efetuar em meia hora.
Quem diz que o tempo traz apenas desilusões, é que não tem feito outra coisa senão iludir-se.
Livro: Sinal verde
Espírito: Andre Luiz
Médium: Chico Xavier.

Ser feliz - Augusto Cury

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples , que mora dentro de cada um de nós.
É saber falar de si mesmo.
É ter humildade da receptividade.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É ter maturidade para falar “eu errei”.
É ter ousadia para dizer “me perdoe”.
É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”.
É deixar de ser vítima dos próprios problemas e se tornar um autor da própria história.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É ter capacidade de dizer “eu te amo”.
E agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Augusto Cury

És como te Vês

         Se te vês infeliz, chamas a infelicidade para perto de ti; se te vês arruinado, a ruína passa a ser a tua companheira; se te confessas descrente, a descrença se firma dentro de ti; mas se te vês saudável, a saúde se instala em ti, e, se te afirmas feliz, a felicidade te faz companhia.
         Mas, o que é a felicidade?
         Felicidade é ver em tudo um ensinamento: na perda, um ganho maior; nos sentidos do corpo, preciosos dons; na ação, uma fonte de riqueza; no lar e nos amigos, uma benção; e no existir, uma sublime oportunidade dada por Deus.
         Como te vês, assim és.
         Na lavoura, o lavrador sente o aroma conforme o que planta.
            Livro: Animo!
            Lourival Lopes.

O Valor do tempo

         Dá-me um perfeito entendimento do valor do tempo. A planta germina no momento certo momento certo, a florada aparece na época apropriada e os frutos não vêm antes da hora. Assim também, no meu viver. Mas, às vezes, quer o fazer o tempo marchar a meu gosto e, quando isto não acontece, sou levado à impaciência e à incompreensão. Quando for obrigado a mudanças profundas, ou a enfrentar situações que demandam tempo. Espero ter a paciência e o entendimento necessários, a fim de colher ensinamentos úteis, capazes de me levar aos portos da serenidade e da sabedoria. Nenhum acontecimento vem para me prejudicar, bem sei. Tudo são testes, aferições e ensejos de melhoria geral. Por isso, agradeço-te os patrimônios do tempo e quero, a partir de agora, ficar ajustado ao ritmo dos acontecimentos, sem reações negativas, nem queixumes de qualquer espécie. Obrigado! Obrigado!
         Livro: Preces do Coração.
         Lourival Lopes.