quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Asociiĝo / Associação


Asociiĝo
Se la homo povus propraokule rigardi la fluojn de la penso, li tuj rekonus, ke ni  ĉiuj vivas en reĝimo de komuneco laŭ la principoj de altiriĝemo.
La asociiĝo troviĝas en  ĉiuj aferoj, difinas  ĉiujn okazaĵojn kaj regas la ekzistadon de ĉiuj estaĵoj.
Demokrito, la greka saĝulo vivinta sur la Tero longe antaŭ la Kristo, asertis, ke “la atomoj, nevideblaj al la homa okulo, grupiĝas kiel kolomboj serĉantaj manĝaĵon kaj tiel formas la korpojn de ni konatajn.”
Nuntempe ni komencas penetri la esencon de l’ mikrokosmo kaj  ĉiamaniere povas provizore rigardi la esploratan atomon kiel simbolan miniaturan sunsistemon, kie la nukleo ludas la rolon de  ĉefcentro kaj la elektronoj tiun de planedoj en gravita movo.
En la sfero de la Plejampleksa Vivo, ni vidas la sunojn portantaj la mondojn tra la senlimaĵo pro la elektromagneta interagado de la universaj fortoj.
Tiel same, en la ordinara vivo la animo vibras agorde al la mensaj fluoj, elsendataj de tiuj animoj similaj al ĝi.
Ni asimilas la pensojn de tiuj same pensantaj kiel ni.
Efektive, sentante, pensante, parolante aŭ agante, ni agordiĝas al la emocioj kaj ideoj de  ĉiuj personoj, enkarniĝintaj aŭ elkarniĝintaj, kiuj apartenas al nia simpatio-rondo.
Ni senĉese altiras aŭ forpuŝas mensajn elementojn, kiuj, agregiĝante al la niaj, fortigas nin por la bono aŭ por la malbono, laŭ la direkto, kiun ni elektis.
En  ĉiu faro, en  ĉiu opinio, ni  ĉiam prezentas la sumon de multaj influoj.
Ni esprimas milojn da personoj, kaj miloj da personoj nin esprimas.
La deziro, levilo de nia sento, produktas, laŭ nia volo, la energion, kiun ni konsumas.
Kiam ni okupiĝas pri la neperfektaĵoj kaj eraroj de la aliaj, la spegulo de nia menso ilin tuj reflektas, kvazaŭ ensorbante ties hontigajn bildojn. Tiam nia imago komencas digesti tiaspecan nutraĵon, kiu poste fariĝas konsistaĵo de la subtilaj histoj de nia animo. Kun la tempopaso, nia animo ne malofte komencas esprimi, per sia organo de manifestiĝo, tion, kion  ĝi asimilis,  ĉu per la karna korpo, inter la homoj, ĉu per la korpo spirita, post la morto.
Jen kial ordinare la kritikistoj de la aliula konduto fine faras la samajn agojn, kiujn ili kondamnas ĉe la proksimulo, ĉar, celante plendetale esplori la malbonon, ili ne konscie ensorbas ties emanaĵojn kaj iam surprize sin vidas potencataj de la fortoj, kiuj ĝin reprezentas.
Ĉia ombro-makulo en nia personeco respegulas la pli grandan ombron.
Kiel la eta infekta fokuso povas, forlasita al si mem, fariĝi en kelkaj horoj grandega, putra maso, tiel same klaĉado povas ĵeti nin en malvirton, kaj sistema kolero povas nin treni en la labirintojn de frenezo aŭ en la tenebrojn de l’ krimo.
Pensante, konversaciante aŭ laborante, la forto de niaj ideoj, paroloj kaj agoj atingas en momento potencon des pli grandan, ju pli multaj estas la personoj, enkarniĝintaj aŭ ne, kiuj konsentas kun ni, kaj tiu potenco emas senĉese kreski, reciproke trudante al ni la sekvojn de niaj iniciatoj.   
Ni do senĉese strebu al bono, helpante, lernante, servante, indulgante kaj amante, ĉar per tia sinteno ni reflektos la kulturantojn de lumo kaj senmanke solvos nian problemon de kompanio.
Emmanuel / Chico Xavier (Libro:Penso kaj Vivo)
Associação
Se o homem pudesse contemplar com os próprios olhos as correntes de pensamento, reconheceria, de pronto, que todos vivemos em regime de comunhão, segundo os princípios da afinidade.
A associação mora em todas as coisas, preside a todos os  acontecimentos e comanda a existência de todos os seres.
Demócrito, o sábio grego que viveu na Terra muito antes do Cristo, assevera que “os átomos, invisíveis ao olhar humano, agrupam-se à feição dos pombos, à cata de comida, formando assim os corpos que conhecemos”.
Começamos agora a penetrar a essência do microcosmo e, de alguma sorte, podemos simbolizar, por enquanto, no átomo entregue à nossa perquirição, um sistema solar em miniatura, no qual o núcleo desempenha a função de centro vital e os elétrons a de planetas em movimento gravitativo.
No plano da Vida Maior, vemos os sóis carregando os mundos na imensidade, em virtude da interação eletromagnética das forças universais.
Assim também na vida comum, a alma entra em ressonância com as correntes mentais em que respiram as almas que se lhe assemelham.
Assimilamos os pensamentos daqueles que pensam como pensamos.
É que sentindo, mentalizando, falando ou agindo, sintonizamo-nos com as emoções e idéias de todas as pessoas, encarnadas ou desencarnadas, da nossa faixa de simpatia.
Estamos invariavelmente atraindo ou repelindo recursos mentais que se agregam aos nossos, fortificando-nos para o bem ou para o mal, segundo a direção que escolhemos.
Em qualquer providência e  em qualquer opinião, somos sempre a soma de muitos.
Expressamos milhares de criaturas e milhares de criaturas nos expressam.
O desejo é a alavanca de nosso sentimento, gerando a energia que consumimos, segundo a nossa vontade.
Quando nos detemos nos defeitos e faltas dos outros, o espelho de nossa mente reflete-os, de imediato, como que absorvendo as imagens deprimentes de que se constituem, pondo-se nossa imaginação a digerir essa espécie de alimento, que mais tarde se incorpora aos tecidos sutis de nossa  alma. Com o decurso do tempo, nossa alma, não raro, passa a exprimir, pelo seu veículo de manifestação, o que assimilara, fazendo-o seja pelo corpo carnal, entre os homens, seja pelo corpo espiritual de que nos servimos, depois da morte.
É por esta razão que geralmente os censores do procedimento alheio acabam praticando as mesmas ações que condenam no próximo, porquanto, interessados em descer às minúcias do mal, absorvem-lhe inconscientemente as emanações, surpreendendo-se, um dia, dominados pelas forças que o representam.
Toda a brecha de sombra em nossa personalidade retrata a sombra maior.
Qual o pequenino foco infeccioso que, abandonado a si mesmo, pode converter-se dentro de algumas horas no bolo pestífero de imensas proporções, a maledicência pode precipitar-nos no vício, tanto quanto a cólera sistemática nos arrasta, muita vez, aos labirintos da loucura ou às trevas do crime.
Pensando, conversando ou trabalhando, a força de nossas idéias, palavras e atos alcança, de momento, um potencial tantas vezes  maior quantas sejam as pessoas encarnadas ou não que concordem conosco, potencial esse que tende a aumentar indefinidamente, impondo-nos, de retorno, as conseqüências de nossas próprias iniciativas.
Estejamos, assim, procurando incessantemente o bem, ajudando, aprendendo, servindo, desculpando e amando, porque, nessa atitude, refletiremos os cultivadores da luz, resolvendo, com segurança o nosso problema de companhia.
Francisco Cândido Xavier - Pensamento e Vida - pelo Espírito Emmanuel 

Não Matarás


O médico já havia atendido várias pacientes, naquele dia, quando uma jovem mãe adentrou seu consultório, levando nos braços um precioso fardo: seu lindo bebê.
Assim que o profissional lhe perguntou em que poderia ajudar, ela desabafou, ansiosa: “doutor, preciso que me ajude a resolver um problema grave.
Meu filho tem pouco mais de um ano e estou grávida novamente!
Não pretendo ter outro filho agora. Ainda é muito cedo. Pretendo dar um espaço maior entre um e outro.”
O médico, muito atencioso lhe perguntou: “e em que eu poderia lhe ajudar?”
A mulher, já esperançosa, respondeu: “quero interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.”
O médico a olhou atentamente, como a buscar inspiração para a solução do caso, depois lhe disse: “eu tenho uma alternativa melhor para lhe propor. Resolve o seu problema e não oferece risco nenhum para a senhora.”
A mulher, muito atenta, ouviu a sugestão: “para a senhora não ficar com dois bebês, de idades tão próximas, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer, sem problemas. Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Sacrificar esse que já nasceu é bem mais fácil e mais barato. Ademais, a senhora não sofre nem corre risco algum. Então, o que me diz?”
A mulher ficou horrorizada.
“Não, doutor! Que horror! Matar uma criança é crime! É infanticídio!”
O médico, consciente do seu dever, usou mais alguns argumentos e convenceu a mãe de que não havia diferença entre matar a criança já crescida ou a que estava para nascer.
“Não matarás!”
Este é um dos dez mandamentos recebidos por Moisés, no Monte Sinai, cerca de 1.500 anos antes de Cristo.
O direito à vida é uma lei divina, mas o ser humano deseja se sobrepor ao Criador, criando leis que permitam esse tipo de crime.
O abortamento, permitido pelas leis humanas ou não, não deixa de ser um crime perante as leis morais que regem a vida.
Embora grande parte da humanidade se diga espiritualista, ainda se comete em seu meio esse crime bárbaro contra um ser indefeso, dentro do útero materno.
Salvo os casos prescritos por médicos sérios, em que se deve optar pelo abortamento para salvar a vida da mãe, os demais serão crimes contabilizados na economia moral dos responsáveis.
Como bem disse o médico à mãe que desejava se livrar da gravidez indesejada, não há diferença nenhuma entre matar uma criança no colo ou no ventre.
Hoje em dia existem muitos meios de se programar o nascimento dos filhos, em espaços adequados, sem precisar lançar mão do infanticídio.
O abortamento não é compatível com a civilização. Pelo menos com uma civilização de maioria espiritualista, que admite a existência da alma.
Está mais do que na hora de pensar nisso.
Mesmo porque o espírito que tem sua vida ceifada no ventre materno, não será extinto com a eliminação do seu corpinho em formação.
Se for um espírito elevado, ele perdoará seus assassinos, e perde quem se priva de conviver com uma alma boa que viria para ajudar. Mas, se for um espírito infeliz, poderá perseguir os responsáveis em busca de vingança.
Não é outro o motivo que leva aqueles que praticam abortamentos, à perturbação e até à loucura. E é geralmente nos sonhos que essas cobranças ocorrem, quando estão face a face com suas vítimas.
Por tudo isso, vale a pena ter sempre em mente esse mandamento divino: “não matarás!”.
Se, por desventura você tenha cometido algum crime, busque a reparação. Rogue a Deus, sinceramente, pela sua misericórdia, e faça algo em prol da vida.
Se já praticou o aborto, dedique um pouco do seu tempo às crianças órfãs, dê-lhes carinho e atenção, seja um colo amigo e afetuoso.
Afinal, Deus não quer a morte do ímpio, mas a eliminação da impiedade.
Pense nisso, e lembre-se: matar, nunca!
Redação da equipe do Momento Espírita, com em um fato verídico.
http://www.momento.com.br

Ŝvebu pli alte / SUBA MAIS ALTO

Ŝvebu pli alte 
Ne vundu vin kalumnio. Vivu tiamaniere, ke neniu  povu kredi al via kalumnianto.
Ne postrestu pro konsterniteco. Iru plu vian vojon, atentante la superajn celojn de la vivo,  ĉar konfuzantoj estas sennombraj.
Ne doloru vin maljusta akuzo. Vi povas realigi multe da valoraj planoj, kiel rebaton al la parolo de viaj senkaŭzaj akuzantoj.
Ne  ĉagreniĝu pro senfundamenta malkonfido. Vi ie ajn povas uzi vian bonan konsciencon en honesta laboro.
Ne malkuraĝiĝu pro kritiko. Se admono estas facila al ĉiu ajn, nobla realigaĵo estas verko de malmultaj.
Ne  ĝenu vin malfavoraj opinioj. Se vi vin daŭre dediĉas al bono, la aprobo de via konscienco valoras pli multe ol ĉia eĉ plej respektinda opinio de alia homo.
Andreo Ludoviko / Chico Xavier (Libro: Kristana Agendo).

SUBA MAIS ALTO
Não lhe fira a calúnia. Viva de modo que ninguém possa acreditar no caluniador.
Não se atrase, em face da perturbação. Siga seu caminho, atendendo aos objetivos superiores da vida, porque os perturbadores são inumeráveis.
Não lhe doa a acusação indébita. Você pode realizar muitos planos valiosos, em contraposição aos acusadores gratuitos.
Não se incomode pela desconfiança descabida. Em qualquer lugar, você pode empregar a boa consciência no serviço honesto.
Não desanime, em razão da crítica. Se a censura é serviço cabível a qualquer um, a realização elevada é obra de poucos.
Não se aborreça em virtude de pareceres desfavoráveis. Se você permanece consagrado ao bem, a aprovação da própria consciência prepondera acima de qualquer opinião por mais respeitável.
Da Obra Agenda Cristã
Médium Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito André Luiz

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Confia Sempre


Não percas a tua fé entre as sombras do mundo.
Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue para a frente, erguendo-a por luz celeste, acima de ti mesmo.
Crê e trabalhe.
Esforça-te no bem e espera com paciência.
Tudo passa e tudo se renova na Terra, mas o que vem do céu permenecerá.
De todos os infelizes, os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em sí mesmos, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo.
Eleva pois, o teu olhar e caminha.
Luta e serve. Aprende e adianta-te.
Brilha a alvorada além da noite.
Hoje, é possível que a tempestade te maltrate o coração e atormente o ideal, prendendo-te com a aflição ou ameaçando-te com a morte...
Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia.
Meimei / Chico Xavier

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

NO ATO DE PEDIR


A oração, como súplica, à semelhança das obras simples da experiência humana, pode ser dividida em três processos essenciais:
       O desejo, que é a aspiração ardente;
       O esforço, que é o trabalho; E a realização, que é a resposta da vida.
       Se não mobiliza os recursos precisos à construção, o arquiteto não logrará concretizar o projeto do edifício.
       Se foge ao contato com o barro, o oleiro em vão terá idealizado o vaso nobre.
       Não te limites ao ato de suplicar...
       Felicidade e esperança, alegria e amor, cooperação e simpatia são talentos substanciais que nos reclamam sacrifício para frutescerem no campo da vida.
       Indispensável plantar o bem nos mínimos atos de cada dia, se queremos colher o bem, na forma de saúde e ânimo, ventura e segurança, contentamento e fé viva.
       Cristo não se limitou ao êxtase das preces, veio até nós e sofreu a extrema renúncia, para legar-nos os tesouros eternos da vida.      
Emmanuel / Chico Xavier
Livro: Instrumentos do Tempo.

PALAVRAS DE ESTÍMULO



Diante da agressão do mal, permanece fiel ao bem.
       Sob chuva de sarcasmo, caminha em paz.
       Vitimado pela calúnia ou escorraçado pela maledicência, permanece inalterado.
       Deixado em solidão por companheiros insensatos, apóia-te em Deus.
       Com o nome enxovalhado e o coração dorido, nunca deixes de amar e servir.
       Somente acontece o que é necessário para a evolução.
       O tempo regulariza todas as contas e demonstra os resultados de qualquer empreendimento.
       Não te permitas confundir, desistir ou agredir, pelas façanhas dos desequilibrados.
       Por um momento, fica incompreendido, derrotado, diante do riso ou da vitória aparente deles, os inimigos do Bem.
       Um dia, na Cruz, Jesus era o abandonado, o destruído... Passados alguns momentos, ei-Lo de retorno em perene triunfo. Confia n'Ele. 
Joanna de Ângelis / Médium Divaldo Franco
Livro: Página Psicografada 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A Lição da Bondade


Quando Jesus entrou vitoriosamente em Jerusalém, montado num burrico, eis que o povo, alvoroçado, vinha vê-lo e saudá-lo na praça pública.
Muitos supunham que o Mestre seria um dominador igual aos outros e bradavam:
- Glória ao Rei de Israel!...
- Abaixo os romanos!...
- Hosanas ao vencedor! ...
- Viva o Filho de David!... Viva o Rei dos Judeus!...
E atapetavam a rua de flores.
Rosas e lírios, palmas coloridas e folhas aromáticas cobriam o chão por onde o Salvador deveria passar.
O Mestre, contudo, sobre o animalzinho cansado, parecia triste e pensativo. Talvez refletisse que a alegria ruidosa do povo não era o tipo de felicidade ele desejava. Queria que ver o povo contente, mas sem ódio e sem revolta, inspirado pelo bem que ajuda a conservação das bênçãos divinas.
O glorificado montador ia, assim, em silêncio, quando linda jovem se destacou da multidão, abeirou-se dele e lhe entregou uma braçada de rosas, exclamando:
- Senhor, ofereço-te estas flores para o Reino de Deus.
O Cristo fixou nela os olhos cheios de luz e indagou:
- Queres realmente servir ao Reino do Céu?
- Oh! sim... - disse a moça, feliz.
- Então - pediu-lhe o Mestre -, ajuda-me a proteger o burrico que me serve, trazendo-lhe um pouco de capim e água fresca.
A jovem atendeu prontamente e começou a compreender que, na edificação do Reino Divino, Jesus espera de nós, acima de tudo, a bondade sincera e fiel do coração.
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Pai Nosso. Ditado pelo Espírito Meimei.