sábado, 2 de novembro de 2013
O Alimento Espiritual
O professor
lutava na escola com um grande problema.
Os alunos
começaram a ler muitas histórias de homens maus, de roubos e de crimes e
passaram a viver em plena insubordinação.
Queriam imitar
aventureiros e malfeitores e, em razão disso, na escola e em casa apresentavam
péssimo comportamento.
Alguns
pronunciavam palavrões, julgando-se bem-educados, e outros se entregavam a
brinquedos de mau gosto, acreditando que assim mostravam superioridade e
inteligência.
Esqueciam-se dos
bons livros.
Zombavam dos
bons conselhos.
O professor, em
vista disso, certo dia reuniu todas as classes para a merenda costumeira,
apresentando-se uma surpresa esquisita.
Os pratos
estavam cheios de coisas impróprias, tais como pães envolvidos em lama, doces
com batatas podres, pedaços de maçãs com tomates deteriorados e geléias
misturadas com fel e pimenta.
Os meninos
revoltados gritavam contra o que viam, mas o velho educador pediu silêncio e,
tomando a palavra, disse-lhes:
- Meus filhos,
se não podemos dispensar o alimento puro a benefício do corpo, precisamos
também de alimento sadio para a nossa alma. O pão garante a nossa energia
física, mas a leitura é a fonte de nossa vida espiritual. Os maus livros, as
reportagens infelizes, as difamações e as aventuras criminosas representam
substâncias apodrecidas que nós absorvemos, envenenando a vida mental e
prejudicando-nos a conduta. Se gostamos das refeições saborosas que auxiliam a
conservação de nossa saúde, procuremos também as páginas que cooperam na defesa
de nossa harmonia interior, a fim de nunca fugirmos ao correto procedimento.
Com essa
preleção, a hora da merenda foi encerrada.
Os alunos
retiraram-se cabisbaixos.
E, pouco a
pouco, a vida dos meninos foi sendo retificada, modificando-se para melhor.
Livro: Pai Nosso
Meimei / Chico Xavier
RECOLHERÁS COMO PEDIRES
“Numa palavra,
qualquer que seja o caráter de uma reunião, haverá sempre Espíritos dispostos a secundar as
tendências dos que a componham”. - (O
LIVRO DOS MÉDIUNS – Allan Kardec, 2ª parte, Capítulo 29º — Item 327).
Na abençoada
Obra de Nosso Pai tudo são trocas. Receberás sempre consoante requereres. Desvairado, se te
atiras ao coração querido, ferindo-lhe a sensibilidade, obterás somente
reprimenda nascida no desgosto.
Inquieto, se
buscas paz, afligindo os que te cercam no lar, recolherás azedume e animosidade.
Combalido, se
procuras repouso, exigindo acomodação dos outros, receberás apenas repulsa e antagonismo.
Isto porque, a
resposta procede dos termos da petição, de acordo com o merecimento da
apresentação.
Não esqueças,
entretanto, que o coração magoado é constrangido à aflição, os familiares atormentados
escondem-se no desencanto e os outros, atacados por exigências, reagem,
naturalmente.
Respeita a mão
distendida ao alcance da tua mão e recebe-lhe a oferenda.
Nem ameaces o
equilíbrio de quem se inclina a auxiliar-te.
Nem avances
exigente para quem estugou o passo na caminhada, ao ouvir-te o apelo.
Aflição
projetada traduz aflição que retornará.
Aversão
espalhada pressagia antipatia para colheita futura.
Se desejas
aspirar o aroma do amor, libertando-te das dificuldades pessoais com o auxilio
alheio, não expresses confiança sob impropérios nem segurança de fé com chuvas
de irritabilidade.
Favorece os
meios simples para o trabalho eficiente e a obra crescerá em torno da tua
planificação.
Ajuda para que
te ajudem.
Ilumina para que
te iluminem.
Coopera-servindo
para que a inteligência ambiciosa não estiole a expressão do coração
necessitado.
Pergunta-esclarecendo
para que a inutilidade não te assinale a vida.
Fortalece o
digno ideal da produção para que a produtividade te enriqueça.
Entende as
dificuldades do próximo a fim de que ele te entenda, igualmente, a dificuldade.
Em qualquer dificuldade
recorda o poder da oração e roga inspiração ao Céu, realizando sempre o melhor
para que o melhor se faça em ti e através de ti sem olvidares que todo apelo
encontra resposta, consoante o merecimento de quem pede e a forma como pede.
Livro: Espírito e Vida.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.
ALÉM DA MORTE
O reino da vida,
além da morte, não é domicílio do milagre.
Passa o corpo,
em trânsito pra a natureza inferior que lhe atrai os componentes, entretanto, a
alma continua na posição evolutiva em que se encontra.
Cada
inteligência apenas consegue alcançar a periferia do círculo de valores e
imagens dos quais se faz o centro gerador.
Ninguém pode
viver em situação que ainda não concebe.
Dentro da nossa
capacidade de auto-projeção, erguem-se os nossos limites.
Em suma, cada
ser apenas atinge a vida, até onde possa chegar a onda do pensamento que lhe é
próprio.
A mente
primitivista de um mono, transposto o limiar da morte, continua presa aos interesses
da furna que lhe consolidou os hábitos instintivos.
O índio
desencarnado dificilmente ultrapassa o âmbito da floresta que lhe acariciou a existência.
Assim também, na
vastíssima fauna social das nações, cada criatura dita civilizada, além do
sepulcro, circunscreve-se ao círculo das concepções que, mentalmente, pode abranger.
A residência da
alma permanece situada no manancial de seus próprios pensamentos.
Estamos
naturalmente ligados às nossas criações.
Demoramo-nos
onde supomos o centro de nossos interesses.
Facilmente
explicável, assim, a continuidade dos nossos hábitos e tendências, além da morte.
A escravidão ou
a liberdade residem no imo de nosso próprio ser.
Corre a fonte,
sob a emanação de vapores da sua própria corrente.
Vive a árvore
rodeada pelos fluidos sutis que ela mesma exterioriza, através das folhas e das
resinas que lhe pendem dos galhos e do tronco.
Permanece o
charco debaixo da atmosfera pestilencial que ele mesmo alimenta, e brilha o
jardim, sob as vagas do perfume que produz.
Assim também a
Terra, com o seu corpo ciclópico, arrasta consigo, na infinita paisagem cósmica,
o ambiente espiritual de seus filhos.
Atravessado o
grande umbral do túmulo, o homem deseducado prossegue reclamando aprimoramento.
A criatura
viciada continua exigindo satisfação aos apetites baixos.
O cérebro
desvairado, entre indagações descabidas, não foge, de imediato, ao poço de obscuridades
em que se submergiu.
E a alma de
boa-vontade encontra mil recursos para adiantar-se na senda evolutiva, amparando
o próximo e descobrindo na felicidade dos outros a própria felicidade.
Em razão das
leis que nos governam a vida, nem sempre o mensageiro que regressa do país da
morte procede de planos superiores e nem a mediunidade será sinônimo de sublimação.
Determinadas
inteligências desencarnadas se comunicam com determinados instrumentos
mediúnicos.
Os habitantes de
outras esferas buscam no mundo aqueles com os quais simpatizam e a mente
encarnada aceita a visita das entidades com as quais se afina.
A necessidade do
Evangelho, portanto, como estatuto de edificação moral dos fenômenos espíritas,
é impositivo inadiável. Com a Boa Nova, no mundo abençoado e fértil da nossa Doutrina
de luz e amor, possuímos a estrada reta para a nossa romagem de elevação.
Livro: Roteiro.
Emmanuel / Chico
Xavier.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
SUA VIDA SEU LIVRO
A existência na
Terra é um livro que estás escrevendo...
Cada dia é uma
página...
Cada hora é uma
afirmação de tua personalidade, através das pessoas e das situações que te
buscam.
Não menosprezes
o ensejo de criar epopéia de amor em torno do teu nome. As boas obras são
frases de luz que endereças à humanidade inteira.
Em cada resposta
aos outros, em cada gesto para com os semelhantes, em cada manifestação dos
teus pontos de vista e em cada demonstração de tua alma, grafas com tinta
perene, a história de tua passagem. Nas impressões que produzes, ergue-se o
livro dos teus testemunhos.
A morte é a
grande colecionadora que recolherá as folhas esparsas de tua biografia, gravada
por ti mesmo, nas vidas que te rodeiam. Não desprezes, assim, a companhia da
indulgência, através da senda que o Senhor te deu a trilhar.
Faze uma área de
amor ao redor do próprio coração, porque só o amor é suficientemente forte e
sábio para orientar-te a escritura individual, convertendo em compendio de
auxílio e esperança para quantos te seguem os passos, VIVE, pois com Jesus, na
intimidade do coração, não te afastes d’Ele em tuas ações de cada dia e o livro
de tua vida converter-se-á num poema de felicidade e num tesouro de bênçãos.
Emmanuel / Chico
Xavier.
Livro: Mãos
Unidas
Solenoj memore de la Mortintoj - Funebraj Ceremonioj / Comemorações dos Mortos – Funerais
Solenoj memore de la Mortintoj -
Funebraj Ceremonioj
320. Ĉu la
Spiritojn tuŝas la memoro de tiuj, kiujn ili amis sur la Tero?
Multe pli, ol
kiel vi pensas; tiu memoro pligrandigas ilian feliĉon, se ili estas jam feliĉaj;
se ili estas malfeliĉaj, ĝi estas senpezigilo.
321. Ĉu la tago
de la Mortintoj havas por la Spiritoj ian pli solenan karakteron? Ĉu la Spiritoj
sin pretigas por viziti la personojn, venantajn preĝi ĉe iliaj mortrestaĵoj?
La spiritoj
respondas la alvokon de via penso, en tiu tago, kiel en la ceteraj tagoj.
321a) – Ĉu en
tiu tago ili venas renkonte al ni ĉe siaj tomboj?
Ili alkuras tien
pli multnombre en tiu tago, ĉar pli da personoj ilin vokas; sed ĉiu venas pro
siaj amikoj, ne pro la amaso de la indiferentuloj.
321b) – Sub kiu
formo ili sin prezentas en tiu loko, kaj kiel ni ilin vidus, en la okazo, se
ili povus fariĝi videblaj?
Sub la formo, en
kiu ili estis konataj en sia vivo.
322. Ĉu la
forgesitaj Spiritoj, tiuj, kies tombojn neniu vizitas, ankaŭ ĉeestas malgraŭ
tio, kaj sentas bedaŭron vidante, ke neniu amiko ilin memoras?
Kian valoron la
Tero havas por ili? Nur per la koro ili povas esti altirataj. Se amo ilin ne
alvokas al la Tero, ili jam havas nenion, kio ligus ilin al ĝi; ili havas ĉe si
la tutan universon.
323. Ĉu vizito
al lia tombo plezurigas la Spiriton pli ol hejma preĝo?
Vizito al tombo
estas maniero montri, ke oni pensas pri la forestanta Spirito: ĝi estas bildo.
Mi jam diris al vi: nur preĝo sanktigas la agon memori; ne gravas loko, se preĝas
koro.
324. Ĉu la
Spiritoj de la homoj, al kiuj estas starigitaj statuoj aŭ monumentoj, ĉeestas
tiujn solenojn kaj ĉi tiujn plezure vidas?
Multaj ĉeestas,
kiam ili povas; sed ilin tuŝas malpli tiuj honoroj ol la memoro.
325. Kiel
klarigi la deziron de kelkaj personoj, ke ili estu entombigitaj en difinitan
lokon, prefere ol en alian? Ĉu ili pli volonte venus al tiu loko post sia
morto? Kaj, ĉu tiu graveco, ligita al materiala aĵo estus signo de malsupereco
de la Spirito?
Alligiteco de la
Spirito al iuj lokoj: morala malsupereco.
Al supera homo
ne gravas unu loko sur la Tero pli ol alia. Ĉu li ne scias, ke lia animo iam
kuniĝos kun siaj amatoj, eĉ se liaj ostoj kuŝas malproksime de ties ostoj?
325a) – Ĉu la
kolekto, en unu sama loko, de la mortrestaĵoj de ĉiuj anoj de unu familio devas
esti konsiderata io vanta?
Ne; ĝi estas pia
kutimo kaj atesto pri simpatio al la personoj, kiujn oni amis; kvankam tiu
kunigo malmulte gravas al la Spiritoj, ĝi estas tamen utila al la homoj: la
memoroj estas pli intime kolektitaj.
326. Ĉu la
animo, reveninta al la spirita vivo, estas tuŝata de la honoroj al ĝiaj
mortrestaĵoj?
Atinginte certan
stadion, la Spirito jam ne portas la surterajn vantaĵojn kaj komprenas la
bagatelecon de ĉiuj tiuj aferoj; sed, sciu, multaj Spiritoj, en la momentoj sekvantaj
la materian morton, ekhavas grandan plezuron el la honoroj al ili farataj, aŭ
tre ĉagreniĝas pro la forlaso de iliaj envolvaĵoj, ĉar ili ankoraŭ tenas
kelkajn el la ĉimondaj konvencioj.
327. Ĉu la
Spirito alestas al siaj funebraj ceremonioj?
Tio ofte okazas,
sed kelkafoje li ne komprenas, kio fariĝas, se li ankoraŭ troviĝas konfuzita.
327a) – Ĉu lin
flatas la kolektiĝo de ĉeestantoj ĉe liaj funebraj ceremonioj?
Pli aŭ malpli,
laŭ la sento, kiu alvenigas tiujn personojn.
328. Ĉu la
Spirito de homo ĵus mortinta ĉeestas la kunvenojn de siaj heredantoj?
Preskaŭ ĉiam;
Dio tiel volas, por lia instruo kaj por la puno de la kulpuloj. Tiam li taksas
la valoron de iliaj certigoj pri estimo; ĉiuj sentoj estas malkaŝitaj antaŭ li,
kaj lia elreviĝo, ĉe la senhonta avidegemo de tiuj, kiuj inter si distranĉas
liajn havaĵojn, klarigas al li la sentojn de liaj heredantoj; sed, ties Vico ankaŭ
venos.
329. Ĉu la
instinkta respekto, kiun la homo, en ĉiuj tempoj kaj ĉe ĉiuj popoloj, havas por
la mortintoj, rezultas de lia intuicio pri la estonta vivo?
Ĝi estas natura
sekvo de tiu intuicio; sen ĉi tiu, la respekto por la mortintoj estus neniel
pravigebla.
Libro: La Libro
de la Spiritoj – Allan Kardec.
Comemorações dos
Mortos – Funerais
320. Os
Espíritos são sensíveis à saudade dos que os amavam na Terra?
Muito mais do
que podeis julgar. Essa lembrança aumenta-lhes a felicidade, se são felizes, e
se são infelizes, serve-lhes de alívio.
321. Dia de
comemoração dos mortos tem alguma coisa de mais solene para os Espíritos?
Preparam-se eles para visitar os que vão orar sobre os túmulos?
Os Espíritos
atendem ao chamado do pensamento, nesse dia como nos outros.
321– a) - Esse é para eles um dia de reunião junto às
sepulturas?
Reúnem-se em
maior número nesse dia, porque maior é o número de pessoas que os chamam. Mas cada um só
comparece em atenção aos seus amigos, e não pela multidão dos indiferentes.
321. b) Sob que
forma comparecem e como seriam vistos, se pudessem tornar-se visíveis?
Aquela pela qual
eram conhecidos em vida.
322. Os
Espíritos esquecidos, cujas tumbas não são visitadas por ninguém, comparecem
apesar disso e sentem algum desgosto por não verem nenhum amigo lembrar-se
deles?
Que lhes importa
a Terra? Somente pelo coração se prendem a ela. Se não mais o amam, nada mais
há que faça o Espírito voltará Terra Ele tem todo o Universo pela frente.
323. A visita ao
túmulo proporciona mais satisfação ao Espírito do que uma prece feita em sua
intenção?
A visita ao
túmulo é uma maneira de se manifestar que se pensa no Espírito ausente: é a
exteriorização desse fato. Eu já vos disse que é a prece que santifica o ato de
lembrar; pouco importa o lugar, se a lembrança é ditada pelo coração.
324. Os
Espíritos das pessoas homenageadas com estátuas ou monumentos assistem às
inaugurações e as vêem com prazer?
Muitos as
assistem, quando podem, mas são menos sensíveis às honras que lhes tributam do
que às lembranças.
325. De onde
pode vir, para certas pessoas, o desejo de serem enterradas antes num lugar do
que noutro? Voltam a ele com mais satisfação, após a morte? E essa importância
dada a uma coisa material é sinal de inferioridade do Espírito?
Afeição do
Espírito por certos lugares: inferioridade moral O que representa um pedaço de
terra mais do que outro, para o Espírito elevado? Não sabe ele que a sua alma se reunirá aos
que ama, mesmo que os seus ossos estejam separados?
325 – a) A
reunião dos despojos mortais de todos os membros de uma família deve ser
considerada como futilidade?
Não. E um
costume piedoso e um testemunho de simpatia pelos entes amados. Se essa reunião
pouco representa para os Espíritos, é útil para os homens: suas recordações se
concentram melhor.
326. A alma que
volta à vida espiritual é sensível às honras que tributam aos seus despojos
mortais?
Quando o
Espírito já chegou a um certo grau de perfeição, não tem mais vaidade terrestre
e compreende a futilidade de todas as coisas Sabei porem, que freqüentemente há
Espíritos que, no primeiro momento da morte gozam de grande satisfação com as honras
que lhes tributam, ou se desgostam com o abandono a que lançam o seu
envoltório, pois conservam ainda alguns preconceitos deste mundo.
327. O Espírito
assiste ao seu enterro?
Muito
freqüentemente o assiste. Mas algumas vezes não percebe o que se passa, se
ainda estiver perturbado.
327 – a) Fica
lisonjeado com a concorrência ao seu enterro?
Mais ou menos,
segundo o sentimento que provoca essa concorrência.
328. O Espírito
daquele que acaba de morrer assiste às reuniões de seus herdeiros?
Quase sempre.
Deus o quer, para sua própria instrução e para castigo dos culpados. É nessa
ocasião que vê quanto valiam os protestos que lhe faziam. Todos os sentimentos
se tornam patentes, e a decepção que experimenta, vendo a rapacidade dos que
dividem o seu espólio, o esclarece quanto aos seus propósitos. Mas a vez deles
também chegará.
329. O respeito
instintivo do homem pelos mortos, em todos os tempos e entre todos os povos, é
um efeito da intuição da existência futura?
É a sua
conseqüência natural. Sem ela, esse respeito não teria sentido.
Livro: O Livro
dos Espíritos – Allan Kardec.
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