sábado, 7 de março de 2020

A Série Psicológica de Joanna de Ângelis - Módulo 13 - Aula 2 - Esquizof...

La Konsolanto / O Consolador - (Ke neniu demandu la mortintojn / Que ninguém interrogasse os mortos.)

274. – Kia estis la intenco de Moseo, kiam, en la Readmono, li rekomendas, “ke neniu demandu la mortintojn por ekscii la veron”?
– Antaŭ ĉio, estas necese konsideri, ke la temo estas celpunkto de longa maljusta diskutado de la kontraŭuloj de la nova revelacio, kiun Spiritismo alportis al la homoj, en sia rolo de Konsolanto.
La sektoj tamen konsideru, ke la epoko de Moseo ne ebligis la esplorojn de la Nevideblo, tial ke la komunikiĝo kun la elkarniĝintoj fariĝus kun homa materialo tro kruda kaj malbonkvalita.
Libro: La Konsolanto.
Emmanuel / Chico Xavier.
274 –Qual a intenção de Moisés no Deuteronômio, recomendando “que ninguém interrogasse os mortos para saber a verdade?”.
Antes de tudo, faz-se preciso considerar que a afirmativa tem sido objeto injusto de largas discussões por parte dos adversários da nova revelação que o Espiritismo trouxe aos homens, na sua feição de Consolador.
As expressões sectárias, todavia, devem considerar que a época de Moisés não comportava as indagações do Invisível, porquanto o comércio com os desencarnados se faria com um material humano excessivamente grosseiro e inferior.
Livro: O Consolador.
Emmanuel / Chico Xavier.

Inscritos nos Céus – Pastorino.


Mas não vos alegreis de que os espíritos se vos submetam, alegrai-vos antes de que vossos nomes estão inscritos nos céus. Jesus / Lucas, 10:20.

Médiuns! Cuidados!
A Vaidade é micróbio que corrói a alma.
Pela força natural do magnetismo, o sensitivo consegue influir sobre determinada classe de Espíritos.
Não há mérito nenhum nisto.
Importa saber o quer está sendo feito da mediunidade.
Se o trabalho é voltado para o bem das criaturas necessitadas, na senda da humanidade e do amor, esses médiuns terão registro nas Esferas luminescentes do Invisível.
Isto é o que conta.
Livro: 1 Minuto com Jesus.
Pastorino / Médium: Aristyon S. Teles.

NO LIMIAR DA VIDA DE ALÉM TÚMULO - Maria João de Deus.

 
Para mim, meu caro filho, as últimas impressões da existência terrena e os primeiros dias transcorridos depois da morte foram muito amargos e dolorosos.
Quero crer que a angústia, que naquele momento avassalou a minh’alma, originou-se da profunda mágoa que me ocasionava a separação do lar e dos afetos familiares, pois, apesar de crer na imortalidade, sempre enchiam-me de pavor de crer na imortalidade, sempre enchiam-me de pavor os aparatos da morte; e dentro do catolicismo, que eu professava fervorosamente, atemorizava-me a perspectiva de uma eterna ausência.
Lutei, enquanto me permitiram as forças físicas, contra a influência aniqüiladora do meu corpo; mas foi uma luta singular a que sustentei, como sói acontecer aos corações maternos, quando periga a tranqüilidade dos seus filhos.
Unicamente esse amor obrigava-me ao apego à vida, porque os sofrimentos, que já havia experimentado, desprendiam-me de todo o prazer que ainda pudesse me advir das coisas terrestres.
Livro: Cartas de uma Morta.
Maria João de Deus / Chico Xavier.

Definindo Rumos – Emmanuel.

Em verdade, meu amigo, terás encontrado no Espiritismo a tua renovação mental.
O fenômeno terá modificado as tuas convicções.
As conclusões filosóficas alteraram, decerto, a tua visão do mundo.
Admites, agora, a imortalidade do ser.
Sentes a excelsitude do teu próprio destino.
Mas se essa transformação da inteligência não te reergue o coração com o aperfeiçoamento íntimo, se os princípios que abraças não te fazem melhor, à frente dos nossos irmãos da Humanidade, para que te serve o conhecimento? Se uma força superior te não educa as emoções, se a cultura te não dirige para a elevação do caráter e do sentimento, que fazes do tesouro intelectual que a vida te confia?
Não vale o intercâmbio, somente pelo capricho atendido.
A expressão gritante do inabitual pode estar vazia de substância.
A ventania impetuosa que varre o solo, com imenso alarido, costuma gerar o deserto, enquanto que o rio silencioso e simples garante a floresta e a cidade, os lares e os rebanhos.
Se procuras contacto com o plano espiritual, recorda que a morte do corpo não nos santifica. Além do túmulo, há também sábios e ignorantes, justos e injustos, corações no céu e consciências no inferno purgatorial . . .
As excursões no desconhecido reclamam condutores.
O Cristo é o nosso Guia Divino para a conquista santificante do Mais Além...
Não te afastes dEle.
Registrarás sublimes narrações do Infinito na palavra dos grandes orientadores, ouvirás muitas vozes amigas que te lisonjearão a personalidade, escutarás novidades que te arrebatam ao êxtase, entretanto, somente com Jesus no Evangelho bem vivido é que reestruturaremos a nossa individualidade eterna para a sublime ascensão à Consciência do Universo.
* * *
Estas páginas despretensiosas constituem um apelo à congregação de nossas forças em torno do Cristo, nosso Mestre e Senhor.
Sem a Boa Nova, a nossa Doutrina Consoladora será provavelmente um formoso parque de estudos e indagações, discussões e experimentos, reuniões e assembléias, louvores e assombros, mas a felicidade não é produto de deduções e demonstrações.
Busquemos, pois, com o Celeste Benfeitor a lição da mente purificada, do coração aberto à verdadeira fraternidade, das mãos ativas na prática do bem e o Evangelho nos ensinará a encontrar no Espiritismo o caminho de amor e luz para a Alegria Perfeita.
Pedro Leopoldo , 10 de junho de 1952
Livro: Roteiro
Emmanuel / Chico Xavier.