sábado, 3 de outubro de 2015

Kaj pardonu al ni niajn ŝuldojn... / Perdoai as nossas dívidas...

Kaj pardonu al ni niajn ŝuldojn...
V. Kaj pardonu al ni niajn ŝuldojn, kiel ankaŭ ni pardonas al niaj ŝuldantoj. - Pardonu al ni niajn ofendojn, kiel ankaŭ ni pardonas tiujn, kiuj nin ofendis.
Ĉia malobeo al Via leĝoj, Sinjoro, estas ofendo al Vi, kaj ŝuldo farita, kiun pli malpli baldaŭ ni devos pagi.
Ni petas de Via senlima favorkoreco la pardonon de niaj ŝuldoj, kun la promeso klopodi, por ne fari novajn. Vi faris por ni el la karito difinitan leĝon; sed karito ne konsistas nur en la helpo al nia similulo en la bezono;
ĝi estas ankaŭ la forgeso kaj la pardono de la ofendoj.
Per kia rajto petus ni Vian indulgon, se ni mem ne indulgus la homojn, pri kiuj ni plendas?
Donu al ni, ho mia Dio, la forton por sufoki en nia animo ĉian venĝemon, ĉian malamon kaj ĉian koleron; konsentu, ke la morto ne surprizu nin kun deziro je venĝo en la koro. Se al Vi plaĉas repreni nin ankoraŭ hodiaŭ de sur la tero, konsentu, ke ni povu prezentiĝi al Vi puraj de ĉia malamo, laŭ la ekzemplo de la Kristo, kies lastaj paroloj estis pardonpeto por liaj turmentantoj. (Ĉap. X.)
La persekutoj, kiujn la malbonuloj igas nin suferi, estas parto de niaj surteraj provoj; ni devas ilin akcepti sen murmuro, kiel ĉiujn aliajn provojn, kaj ne malbeni tiujn, kiuj per siaj malicaĵoj preparas nian vojon al la eterna feliĉo, ĉar Vi diris al ni per la buŝo de Jesuo: “Feliĉaj estas tiuj, kiuj estas persekutataj pro justeco, ĉar ilia estas la regno de la ĉielo!” Ni benu do la manon, kiu nin frapas kaj humiligas, ĉar la kontuzoj sur la korpo fortigas nian animon, kaj ni estos altigitaj pro nia humiliĝo. (Ĉap. XII, § 4.)
Glorata estu Via nomo, Sinjoro, ĉar Vi al ni instruis, ke nia sorto ne estas senrimede fiksita post la morto; ke ni trovos en aliaj ekzistadoj la rimedojn por elaĉeti kaj pagi niajn pasintajn kulpojn, por plenumi en nova vivo tion, kion ni ne povas fari en la nuna por nia progreso. (Ĉap. IV; ĉap V, § 5.)
Tiel klariĝas ĉiuj ŝajnaj anomalioj de la vivo; lumo estas ĵ¼etata sur nian pasintecon kaj nian estontecon, kiel signo de Via suverena justeco kaj de Via senlima boneco.
Libro: La Evangelio Laŭ Spiritismo – Allan Kardec, ĉap. XXVIII.
Perdoai as nossas dívidas...
V - Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores.
Cada uma das nossas infrações às Vossas leis, Senhor, é uma ofensa que Vos fazemos, e uma dívida contraída, que cedo ou tarde teremos de pagar. Solicitamos à Vossa infinita misericórdia a sua remissão, sob a promessa de empregarmos os nossos esforços em não contrair outras.
Fizestes da caridade, para todos nós, uma lei expressa; mas a caridade não consiste unicamente em assistirmos os nossos semelhantes nas suas necessidades, pois consiste ainda no esquecimento e no perdão das ofensas. Com que direito reclamaríamos a Vossa indulgência, se faltamos com ela para aqueles de que nos queixamos?
Daí-nos, Senhor, a força de sufocar em nosso íntimo todo ressentimento, todo ódio e todo rancor. Fazei que a morte não nos surpreenda com nenhum desejo de vingança no coração. Se Vos aprouver retirar-nos hoje mesmo deste mundo, fazei que possamos nos apresentar a Vós inteiramente limpos de animosidade, a exemplo do Cristo, cujas últimas palavras foram em favor dos seus algozes. (Cap. X).
As perseguições que os maus nos fazem sofrer são parte das nossas provas terrenas; devemos aceitá-las sem murmurar, como todas as outras provas, sem maldizer os que, com as suas perversidades, nos abrem o caminho da felicidade eterna, pois Vós nos dissestes, nas palavras de Jesus: "Bem-aventurados os que sofrem pela justiça!" Abençoemos, pois, a mão que nos fere e nos humilha, porque as mortificações do corpo nos fortalecem a alma, e seremos levantados da nossa humildade. (Cap. XII, nº 4).
Bendito seja o Vosso nome, Senhor, por nos haverdes ensinado que a nossa sorte não está irrevogavelmente fixada após a morte; que encontraremos, em outras existências, os meios de resgatar e reparar as nossas faltas passadas, e de realizar numa nova vida aquilo que nesta não pudemos fazer, para o nosso adiantamento. (Cap. IV; cap. V, nº 5).
Assim se explicam, enfim, todas as aparentes anomalias da vida: a luz é lançada sobre o nosso passado e o nosso futuro, como um sinal resplendente da Vossa soberana justiça e da Vossa infinita bondade.
Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec, cap. XXVIII.

Angustia Materna - Sebastiana Pires.

 O coração materno é uma taça de amor em que a vida se manifesta no mundo.
 Ser mãe é ser um poema de reconforto e carinho, proteção e beleza. Entretanto, quão grave é o oficio da verdadeira maternidade!...
 Levantam-se monumentos de progresso entre os homens e devemo-los, em grande parte, às mães abnegadas e justas, mas erguem-se penitenciarias sombrias e devemo-las, na mesma proporção, as mães indiferentes e criminosas.
 É que, muitas vezes, transformamos o mel da ternura, destinado por Deus a alimentação dos servidores da terra, em veneno do egoísmo que gera monstros.
 Fala-vos pobre mulher desencarnada, suportando, nas esferas inferiores, o peso de imensa angustia.
 Resumirei meu caso para não inquietar-vos com a minha dor.
 Moça ainda, desposei Claudino, um homem digno e operoso, que ganhava honestamente o pão de dia em atividades comerciais. Um filhinho era o maior ideal de nossos corações entrelaçados no mesmo sonho.
 E, por essa razão, durante seis anos consecutivos orei fervorosamente suplicando a Deus nos concedesse essa benção...
 Uma criança que nos trouxesse a verdadeira alegria, que nos consolidasse o reino de amor e felicidade...
 Depois de seis anos, o filhinho querido vagia em nossos braços.
 Chamamos-lhe Pedro, em homenagem ao segundo imperador do Brasil, cuja personalidade nos merecia entranhado respeito.
 Contudo, desde as primeiras horas em que me fizera mãe, inesperado exclusivismo me tomou o espírito fraco.
 Acalentei meu filho como se a alma de uma leoa me despertasse no seio.
 Não obstante os protestos de meu marido, criei Pedro tão somente para a minha admiração, para o meu encantamento e para o circulo estreito de nossa casa.
 Muitas vezes perdia-me em cismas fantasiosas, arquitetando para ele um futuro diferente, no qual mais rico e mais poderoso que os outros homens vivesse consagrado à dominação.
 Por esse motivo, mal ensaiando os primeiros passos, Pedro, estimulado por minha leviandade e invigilância, procurava ser forte em mau sentido.
 Garantido por mim, apedrejava a casa dos vizinhos, humilhava os companheiros e entregava-se no templo domestico, aos caprichos que bem entendesse.
 Debalde Claudino me advertia, atencioso.
 Meus princípios, porém, eram diversos dos dele e eu queria meu filho, para vaidosamente reinar.
 Na escola primária, Pedro se fez pequenino demônio.
 Desrespeitava, perturbava, destruía... Ainda assim, vivia eu mesma questionando com os professores, para que lhe fossem assegurados privilegio especiais. A criança era transferida de estabelecimento a estabelecimento, porque instrutores e serventes me temiam a agressividade sempre disposta a ferir.
 Em razão disso, na primeira mocidade, vi meu filho incapacitado para mais amplos estudos.
 A índole de Pedro não se compadecia com qualquer disciplina, porque eu, sua mãe, lhe favorecera o despotismo, a vaidade e o orgulho gritantes.
 Quando nosso rapaz completou dezesseis anos, o pai amoroso e correto providenciou-lhe tarefa digna, mas, findo o terceiro dia de trabalho, Pedro chegou em casa choramingando, a queixar-se do chefe, e eu, em minha imprudência, lhe aceitei as lamentações e exigi que Claudino lhe dobrasse a mesada, retirando-o do emprego em que , a meu ver, apenas encontraria pesares e humilhações.
 O esposo me fez ver a impropriedade de semelhante procedimento; no entanto, amava-me demais para contrariar-me os caprichos e, a breve tempo, nosso filho entregou-se a deploráveis dissipações.
 Aquele para quem idealizara um futuro de rei, chegava ao lar em horas avançadas da noite, cambaleando de embriaguez..
 O olhar piedoso de Claudino para as minhas lágrimas dava-me a entender que as minhas preocupações surgiam demasiado tarde.
 Todos os meus cuidados foram então inúteis.
 Gastador e viciado, Pedro confiou-se a bebida, à jogatina, comprometendo-se num estelionato de graves proporções, em que o nome paterno se envolveu numa divida muito superior as possibilidades de nossa casa.
 Claudino, desditoso e envergonhado, adoeceu, sem que os médicos lhe identificassem a enfermidade, falecendo após longos meses de martírio silencioso.
 Morto aquele que me fora companheiro devotadíssimo, vendi nossa residência para solver grandes débitos.
 Recolhi-me com Pedro num domicilio modesto; entretanto, embora me empregasse, aos cinqüenta anos, para atender-lhe as necessidades, comecei a sofrer, das mãos de meu filho ébrio, dilacerações e espancamentos.
 Certa noite, não pude conter-lhe os criminosos impulsos e caí golfando sangue...
 Internada num hospital de emergência, senti medo de partilhar o mesmo teto com o homem que meu ventre gerara com desvelado carinho e que se me transformara em desapiedado verdugo.
 Fugi-lhe, assim, ao convívio.
 Procurei velha companheira da mocidade, passando a morar com ela num bairro pobre.
 E, juntas, organizamos pequeno bazar de quinquilharias.
 Pensava em meu filho, agora, entre a saudade e a oração, entregando-o a proteção da Virgem Santíssima.
 Finda a tarefa diária, recolhia-me à sos em singelo aposento, trazendo em minhas mãos o retrato de Pedro e rogando ao anjo dos Desvalidos amparasse aquele cuja posição moral eu apenas soubera agravar com desleixo delituoso.
 Amealhei algum dinheiro...
 Dez anos correram apressados sobre a minha nova situação.
 E porque as nossas migalhas viviam entesouradas em meu quarto de velha indefesa, cada noite me armava de um revolver sob o travesseiro, ao mesmo tempo que desbotada fotografia era acariciada por minhas mãos.
 Numa noite chuvosa e escura, observei que um homem me rondava o leito humilde.
 Alteava-se a madrugada.
 O desconhecido vasculhava gavetas procurando algo que lhe pudesse, naturalmente, atender a viciação.
 Não hesitei um momento.
 Saquei da arma e buscava a mira correta para que o tiro fosse desfechado com segurança, quando a luz de um relâmpago penetrou a vidraça...
 Apavorada, reconheci, no semblante do homem que me invadia a casa, meu filho Pedro, convertido em ladrão.
 Esmoreceram-se-me os braços.
 Quis gritar, mas não pude.
 A comoção insofreável como que me estrangulava a garganta.
 Contudo, através do mesmo clarão, Pedro me vira armada e bradou, sem reconhecer-me de pronto:
 - Não me mates, megera! Não me mates!
 Avançou sobre mim como fera sobre a presa vencida e, despojando-me do revolver a pender-me das mãos desfalecentes, sufocou-me com os dedos que eu tantas vezes tinha acariciado, e que me asfixiavam, agora, como garras assassinas...
 Não consegui, realmente, pronunciar uma só palavra.
 No entanto, ligada ainda ao meu corpo, meus olhos e meus ouvidos funcionavam eficientes. Registrei-lhe o salto rápido sobre o acendedor de luz... Naturalmente, ele agora contava simplesmente com um cadáver.
 Contemplei-o com a ternura de mulher que ainda ama, apesar de sentir-se em derrocada suprema, e notei que Pedro se inclinou, instintivamente, para minha mão esquerda, crispada, a guardar-lhe a fotografia.
 Horrorizado, exclamou:
 - Mãe, minha mãe! Pois és tu?
 Para falar com franqueza, daria tudo para volver ao equilíbrio orgânico, acariciar-lhe de novo os cabelos e dizer-lhe: - "Filho querido, não se preocupe! Regenere-se e sejamos felizes voltando a viver juntos! Estou velha e cansada... Fique comigo! Fique comigo!..."
 Entretanto, minha língua jazia inanimada e minhas mãos estavam hirtas. Lagrimas ardentes borbotavam-me dos olhos parados, enquanto a voz querida me gritava estridente:
 - Mamãe! Mamãe! Minha mãe!...
 Um sono profundo, pouco a pouco, se apoderou de mim e somente mais tarde acordei numa casa de socorro espiritual, onde pude reconstituir minhas forças para empreender a restauração de minha alma diante da Lei.
 No entanto, até agora, busco meu filho para rogarmos juntos a benção da reencarnação em que eu possa extirpar-lhe do sentimento a hera maldita do orgulho e do egoísmo, da viciação e da crueldade.
 E enquanto sofro as conseqüências de meus erros deliberados, posso clamar para as minhas companheiras do mundo:
 - Mães da Terra, educai vossos filhos!
 Afagai-os no carinho e na retidão, na justiça e no bem. Uma criança no berço é um diamante do Céu para ser burilado.
 Lembrai-vos de que o próprio Deus, em conduzindo a terra o seu Filho Divino, Nosso Senhor Jesus Cristo, fê-lo nascer numa estrebaria, deu-lhe trabalho numa oficina singela, induziu-o a viver em serviço dos semelhantes e permitiu que Ele, o Justo, fosse imerecidamente imolado aos tormentos da cruz.
Livro: Luz no Lar.
Diversos Espíritos / Chico Xavier.

Na Subida Espiritual – Emmanuel

         "Mas alguém dirá: tu tens a fé e eu tenho as obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé". -Tiago,2:18.
Esmorecer na prática das boas obras será desmerecer-nos diante delas. Acontece o mesmo no trabalho de elevação.
A planta que hoje reclama extremo cuidado ao cultivador não lhe dá frutos imediatos.
O aprendiz, de começo, na escola, não responde às argüições do professor na pauta do entendimento e da cultura com que lhe recolhe os ensinamentos.
Que seria de nós, as criaturas humanas destinas à perfeição Angélica, se o Criador nos exigisse chegar à meta de um dia para outro?
Em todo empreendimento digno, tanto quanto em qualquer construção, entre o início e o acabamento da tarefa jazem, de permeio, o ideal e o serviço, a persistência e a esperança.
E quando a empresa em curso se refere ao nosso anseio de melhorar espiritualmente aqueles que mais amamos, é forçoso reconhecer que ninguém consegue modificar alguém, sem que esse alguém se disponha à transfiguração necessária.
Compreendamos assim que, se não é lógico alterarem-se, por nossa causa, as leis e as experiências que regem as criaturas e as instituições que nos sejam queridas, podemos perfeitamente mudar a nós mesmos pela força de nossa vontade na oração, na decisão, no serviço e na lealdade aos compromissos assumidos para a sustentação das boas obras, seja no plano externo ou no campo íntimo, em nós ou fora de nós, aprendendo a compreender e a sofrer, a edificar e a servir, a suportar e a esperar.
Livro: Benção da Paz.
Emmanuel / Chico Xavier.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

NECESSITADOS – Emmanuel.

Tende o mesmo sentimento uns para com os outros... Paulo/Romanos,12 :16.
A Moeda, a cultura da inteligência, o verbo fulgurante e a segurança social nem sempre conseguem suprimir os problemas da pobreza, porque não nos é lícito esquecer a pobreza de espírito.
Seareiros do bem que esvaziam a bolsa em socorro dos semelhantes, conquanto a ventura que adquirem pela ventura que espalham, às vezes trazem cruzes dolorosas por dentro do coração. E o mesmo acontece a muitos daqueles outros que levantam no mundo o archote do gênio, empunhando o buril da frase, transportando os tesouros da emoção, desvendando novos ângulos da Natureza ou detendo o cetro da autoridade.
Isso nos obriga a considerar que necessitados não são apenas aqueles que se nos mostram em condições visíveis de penúria material; em muitas circunstâncias somos procurados por dores disfarçadas sob títulos honrosos do mundo ou recobertas por enfeites dourados.
Descerra o coração para o grande entendimento! Aquele que julgas como sendo o mais rico, diante da realidade será provavelmente o mais pobre, tanto quanto o que se te afigura o mais feliz seja talvez o mais infortunado.
Ouçamos a solicitação oportuna do apóstolo Paulo: - Tenhamos o mesmo sentimento uns para com os outros. . .
Não te impressiones tão-somente pelos olhos físicos. Deixa que a tua visão espiritual funcione à frente de todos e encontrarás em cada um daqueles que te cruzam a estrada um filho de Deus e irmão nosso, qual acontece a nós no rude labor do próprio burilamento, pedinte de compreensão e necessitado de amor.
Livro: Benção da Paz.
Emmanuel / Chico Xavier.

Livros para baixar - 50


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Oração Diante da Palavra - Emmanuel

Senhor!
Deste-me a palavra por semente de luz.
Auxilia-me a cultiva-la.
Não me permitas envolve-la na sombra que projeto.
Ensina-me a falar para que se faça o melhor.
Ajuda-me a lembrar o que deve ser dito e a lavar da memória tudo aquilo que a tua bondade espera se lance no esquecimento.
Onde a irritação me procure, induze-me ao silêncio, e, onde lavre o incêndio da incompreensão ou do ódio, dá que eu pronuncie a frase calmante que possa apagar o fogo da ira.
Em qualquer conversação, inspira-me o conceito certo que se ajuste à edificação do bem, no momento exato, e faze-me vigilante para que o mal não me use, em louvor da perturbação.
Não me deixes emudecer, diante da verdade, mas conserva-me em tua prudência, a fim de que eu saiba dosar a verdade em amor, para que a compaixão e a esperança não esmoreçam, junto de mim.
Traze-me o coração ao raciocínio, sincero sem aspereza, brando sem preguiça, fraterno sem exigência e deixa, Senhor, que a minha palavra te obedeça à vontade, hoje e sempre.
Livro: Caminho Espírita.
Espíritos Diversos / Chico Xavier.

Fragilidade – Irmão José.

Se te sentes emocionalmente frágil, não hesites em procurar auxílio.
Não há quem não necessite de falar e de ser ouvido.
Compartilha a tua ansiedade e os teus medos com um amigo.
Se necessário, recorre, inclusive, aos préstimos de um profissional competente e honesto.
Não sustentes preconceitos.
Na caminhada árdua, não há quem disse dispense o apoio de alguém.
Todavia não te esqueças de que a tua fragilidade íntima pode ter como causa a tua indiferença diante dos outros.
Quem se transforma numa ilha se surpreende de repente em solitário sofrimento.
O teu inconsciente cobra-te atitudes positivas em relação à Vida.
Que dirias do sedento que não se importasse com a fonte que lhe mitiga a sede?
Quem colhe sem semear termina de mãos vazias.
Terás ou não terás na medida certa do que deres ou deixares de dar.
Livro: Dias Melhores.
Irmão José / Carlos A. Baccelli.