domingo, 12 de março de 2023

LIMITE DO NECESSÁRIO – Miramez.

Conhecer os limites do necessário, abandonando o supérfluo, demanda tempo e espaço nos caminhos percorridos. O homem a quem falta experiência, como pode conhecer?

O Espírito mais ignorante precisa de experiências aliadas com a boa vontade para deduzir o que deve ser feito e os limites do que lhe convém. Entretanto, o Espírito mais evoluído conhece seus limites por intuição; já guarda na consciência todos os direitos e deveres nos seus caminhos a percorrer.

A vida escreve para as almas e ensina para todos os planos o modo pelo qual se pode e deve viver melhor. A Doutrina dos Espíritos vem, através dos seus inúmeros conceitos, para os homens reconhecerem a ponderação e seu valor, e nesse esforço para acertar, a intuição desabrocha pelos canais dos seus dons, indicando-Ihes pelos sentimentos o que devem fazer ou deixar de fazer.

A força poderosa que alinha as criaturas para o equilíbrio é o tempo; ele é luz do progresso para todos os Espíritos, porém, cabe a todos estimular seus dons espirituais e capacitar-se naquilo que for da sua ordem fazer. Deus nos deixou a nossa parte, e somente nós mesmos poderemos realizá-la. Convém ao homem estudar, meditar e trabalhar sem esquecer o exemplo de Jesus. O Mestre dos mestres é o inspirador divino para todas as criaturas do Seu rebanho de amor.

Lembremos o escrito de João, onde Jesus fala, nestes termos, anotados no capítulo nove, versículo cinco: Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. Enquanto Jesus Cristo está no mundo da consciência do discípulo, Ele é a luz da alma.

Necessário se faz que despertemos o Cristo em nós e asseguremos este estado d'alma permanentemente na nossa intimidade, tendo a luz do mundo irradiando a felicidade pó coração e para os corações.

Busquemos, pois, a harmonia, porque ela nos garante o equilíbrio da vida, não nos deixando passar dos limites daquilo que devemos usar. O desperdício é falta grave que a natureza registra e depois nos cobra, porque ela é justiça em nossas vidas.

O mundo se encontra em desequilíbrio em todas as áreas e o fator principal é o supérfluo.

Muitos sentem prazer no desperdício; enquanto muitos vivem dentro do supérfluo, outros passam necessidades daquilo que alguns deixam de usar, mas que retêm por vaidade e usura.

A natureza pode nos cobrar o que não deixamos os outros usarem e a dor pode ser a mensageira da justiça, indo ao nosso encontro. Procuremos na oração pedir a Deus para nos inspirar, no que deve ser feito, porque tudo é de Deus. O que usamos é puramente empréstimo, do qual, a qualquer hora, podem ser pedidas as contas.

O melhor para as almas, em todos os planos de vida, é compreender as leis de Deus na sua essência. O desrespeito à vontade divina nos faz sofrer as conseqüências. Apeguemo-nos à ponderação, que ela nos levará ao conhecimento mais depressa.

Todo exagero traz consigo sofrimentos, e o "conhece-te a ti mesmo" é o melhor para o Espírito saber usar os bens da vida, vivendo em paz consigo mesmo. Isso é amor, que tem o poder de desdobrar-se em variados caminhos para educar e instruir os filhos de Deus.

O supérfluo é o grande desastre de todas as sociedades do mundo atual. Ele esconde o pão, a veste e o teto do carente e acumula onde não se precisa mais. Isso se chama egoísmo e orgulho, a dupla responsável pela miséria em todas as nações conhecidas.

Livro: Filosofia Espírita – Volume XV

João Nunes Maia – Miramez.


Estudando o Livro dos Espíritos – Allan Kardec.

715. Como pode o homem conhecer o limite do necessário?

“Aquele que é ponderado o conhece por intuição. Muitos só chegam a conhecê-lo por experiência e à sua própria custa.”

Aula 3 - Pronomes

KREAĴOJ - LEO SOKOLOV

 

KREAĴOJ

Sed kio estas ŝtono? Materio

Inerta, eĉ senviva? Certe ne!

Kreaĵo ja de Dio!

 

Sed kio floro? Ĉu ornama io,

Tuj forvelkanta, baldaŭ en pere’?

Kreaĵo ja de Dio!

 

Sed kio besto? Karno sen konscio

De l’ propra “mi”, mortanta for sen ve’?

Kreaĵo ja de Dio!

 

Sed kio homo? Ĉu la reĝ’ de ĉio,

Aŭ katenito, kiel Promete’?

Kreaĵo ja de Dio!

 

Sed kio, fine, la nomata Dio?

Ho, Dio estas, jes, mi diras, ke

Ja Dio estas... Dio!


17/9/1960

LEO SOKOLOV

Mediuma Poemaro – Porto Carreiro Neto.

Necessidade do trabalho / Necsidad del trabajo.

 

Necessidade do trabalho.

674. A necessidade do trabalho é lei da natureza?

“O trabalho é lei da natureza, por isso mesmo que constitui uma necessidade, e a civilização obriga o homem a trabalhar mais, porque lhe aumenta as necessidades e os gozos.”

675. Por trabalho só se devem entender as ocupações materiais?

“Não; o Espírito trabalha, assim como o corpo. Toda ocupação útil é trabalho.”

676. Por que o trabalho se impõe ao homem?

“Por ser uma consequência da sua natureza corpórea. É expiação e, ao mesmo tempo, meio de aperfeiçoamento da sua inteligência. Sem o trabalho, o homem permaneceria sempre na infância, quanto à inteligência. Por isso é que seu alimento, sua segurança e seu bem-estar dependem do seu trabalho e da sua atividade. Ao que é muito fraco de corpo outorgou Deus a inteligência, para suprir essa limitação; mas é sempre um trabalho.”

677. Por que provê a natureza, por si mesma, a todas as necessidades dos animais?

“Tudo na natureza trabalha. Como tu, trabalham os animais, mas o trabalho deles, bem como sua inteligência, se limita ao cuidado da própria conservação. Daí vem que do trabalho não lhes resulta progresso, ao passo que o do homem visa duplo fim: a conservação do corpo e o desenvolvimento da faculdade de pensar, o que também é uma necessidade, e o eleva acima de si mesmo. Quando digo que o trabalho dos animais se limita ao cuidado da própria conservação, refiro-me ao objetivo com que trabalham. Entretanto, provendo às suas necessidades materiais, eles se constituem, inconscientemente, executores dos desígnios do Criador e, assim, o trabalho que executam também concorre para a realização do objetivo final da natureza, se bem quase nunca lhe descubrais o resultado imediato.”

678. Nos mundos mais aperfeiçoados, os homens se acham submetidos à mesma necessidade de trabalhar?

“A natureza do trabalho está em relação com a natureza das necessidades. Quanto menos materiais são estas, menos material é o trabalho. Mas não deduzais daí que o homem se conserve inativo e inútil. A ociosidade seria um suplício, em vez de ser um benefício.”

679. Achar-se-á isento da lei do trabalho o homem que possua bens suficientes para lhe assegurarem a existência?

“Do trabalho material, talvez; não, porém, da obrigação de tornar-se útil, conforme aos meios de que disponha, nem de aperfeiçoar a sua inteligência ou a dos outros, o que também é trabalho. Aquele a quem Deus facultou a posse de bens suficientes a lhe garantirem a existência não está, é certo, constrangido a alimentar-se com o suor do seu rosto, mas tanto maior lhe é a obrigação de ser útil aos seus semelhantes, quanto mais ocasiões de praticar o bem lhe proporciona o adiantamento que lhe foi feito.”

680. Não há homens que se encontram impossibilitados de trabalhar no que quer que seja e cuja existência é, portanto, inútil?

“Deus é justo; só condena aquele que voluntariamente tornou inútil a sua existência, porquanto esse vive a expensas do trabalho dos outros. Ele quer que cada um seja útil, de acordo com as suas faculdades.” (643.)

681. A lei da natureza impõe aos filhos a obrigação de trabalharem para seus pais?

“Certamente, do mesmo modo que os pais têm que trabalhar para seus filhos. Foi por isso que Deus fez do amor filial e do amor paterno um sentimento natural. Foi para que, por essa afeição recíproca, os membros de uma família se sentissem impelidos a ajudarem-se mutuamente, o que, aliás, com muita frequência se esquece na vossa sociedade atual.” (205.)

O Livro dos Espíritos – Allan Kardec.

Necsidad del trabajo.

674. ¿La necesidad del trabajo es una ley de la naturaleza?

«El trabajo es una ley natural por lo mismo que es una necesidad, y la civilización obliga al hombre a mayor trabajo, porque aumenta sus necesidades y sus goces».

675. ¿Sólo deben entenderse por trabajo las ocupaciones materiales?

«No, el espíritu trabaja como el cuerpo. Toda ocupación útil es trabajo».

676. ¿Por qué es impuesto el trabajo al hombre?

«Es consecuencia de su naturaleza corporal; una expiación y al mismo tiempo un medio de perfeccionar su inteligencia. Sin el trabajo, el hombre no saldría de la infancia de la inteligencia y por esto sólo a su trabajo y actividad debe su subsistencia, su seguridad y su bienestar. Al que es débil de cuerpo Dios le da, en cambio, la inteligencia, pero siempre es trabajo».

677. ¿Por qué la naturaleza provee por si misma a todas las necesidades de los animales?

«Todo trabaja en la naturaleza, los animales trabajan corno tú, pero su trabajo, como su inteligencia, está limitado a las atenciones de su conservación, y he aquí por qué no es progresivo en ellos, al paso que en el hombre tiene un doble objeto: la conservación del cuerpo y el desarrollo del pensámiento que también es una necesidad, y que le eleva por encima de sí mismo. Cuando digo que el trabajo de los animales está limitado a las atenciones de su conservación, entiendo hablar del objeto que se proponen al trabajar, pero a su pesar, y al mismo tiempo que proveen a sus necesidades materiales, son agentes que secundan las miras del Creador, y su trabajo no deja de concurrir al objeto final de la naturaleza, aunque, con mucha frecuencia, no descubráis vosotros el resultado inmediato».

678. En los mundos más perfeccionados, ¿el hombre está sometido a las mismas necesidades del trabajo?

«La naturaleza del trabajo es relativa a la de las necesidades, y cuanto menos materiales son éstas, menos lo es también aquél. No creas, sin embargo, que el hombre permanezca inactivo e inútil, pues la ociosidad sería un suplicio en vez de ser un beneficio».

679. El hombre que posee bienes suficientes para asegurarse la existencia, ¿está libre de la ley del trabajo?

«Del trabajo material, quizá; pero no de la obligación de hacerse útil según sus medios, de perfeccionar su inteligencia o la de otros, lo que también es trabajo. Si el hombre a quien Dios ha confiado bienes suficientes para asegurarse la existencia, no está obligado a mantenerse con el sudor de su frente, la obligación de ser útil a sus semejantes es tanto mayor para él en cuanto la parte que anticipadamente le ha sido asignada, le concede más desahogo para hacer bien».

680. ¿No hay hombres impotentes para toda clase de trabajo y cuya vida es inútil?

«Dios es justo y no condena más que aquel cuya existencia es voluntariamente inútil; porque éste vive a expensas del trabajo ajend. Quiere que cada uno se haga útil según sus facultades». (643.)

681. ¿La ley natural impone a los hijos la obligación de trabajar por sus padres?

«Ciertamente, como los padres deben trabajar por sus hijos, y por esto Dios ha hecho del amor filial y del paternal ñn sentimiento natural, con el fin de que por medio de este afecto reciproco los miembros de una misma familia fuesen inducidos a ayudarse mutuamente, lo cual se olvida con frecuencia en vuestra actual sociedad». (205.)

EL LIBRO DE LOS ESPÍRITUS – Allan Kardec.

Se vi deziras... / Se você deseja...

 

Se vi deziras...

Se vi efektive deziras esti kristano:

perdante, vi venkos sur la homa batalkampo;

cedante, vi ekhavos la necesajn rimedojn;

laborante, vi atingos vian propran feliĉon;

pardonante, vi edifos tiujn ĉirkaŭ vi;

liberigante, vi konkeros la aliajn;

eltenante, vi rezistos al tempesto;

rezignante, vi gajnos eternajn trezorojn;

benante, vi savos multajn;

suferante, vi havos pli da lumo;

vin oferante, vi renkontos pacon;

ŝvitante, vi puriĝos;

amante, vi ĉiam lumigos.

Libro: Kristana Agendo.

Andreo Ludoviko / Chico Xavier.

 

Se Você Deseja...

Se você deseja ser cristão efetivamente:

perdendo, vencerá na batalha humana;

cedendo, obterá os recursos de que precisa;

trabalhando, conseguirá a felicidade própria;

perdoando, edificará em torno de si mesmo;

libertando, conquistará os outros;

suportando, resistirá na tempestade;

renunciando, ganhará tesouros imortais;

abençoando, salvará muitos;

sofrendo, terá mais luz;

sacrificando-se, encontrará a paz;

suando, purificar-se-á;

amando, iluminará sempre.

Livro: Agenda Cristã.

André Luiz / Chico Xavier. 

As palavras suaves são favos de mel, doces para a alma, e saúde para os ossos. - Provérbios 16:24.

Agrabla parolo estas freŝa mielo,dolĉa por la animo kaj saniga por la ostoj.- La Sentencoj de Salomono, 16:24.