domingo, 20 de setembro de 2015

Almozo / Esmola

888. Kion, pensi pri almozo?
Homo, alkondukita al almozpetado, sin morale kaj fizike degradas: li brutiĝas. En socio, bazita sur la leĝo de Dio kaj sur justeco, oni devas helpi malfortulon, tamen ne humiligante lin. La socio devas subteni la ekzistadon de tiuj, kiuj ne povas labori, kaj ne lasi ilian vivon kuri laŭ la kaprico de la hazardo kaj de la publika bonvolo.
888-a) Ĉu vi malaprobas almozon?
Ne ; ne almozo estas riproĉinda, sed la maniero, kiel ĝi estas ofte donata. Virtulo, komprenanta karitaton tiel, kiel Jesuo ordonis, iras renkonte al malfeliulo, ne atendante, ke ĉi tiu aletendu sian manon.
La vera karitato estas ĉiam milda kaj bonvola; ĝi troviĝas tiel en la ago, kiel en la maniero agi. Komplezo, delikate farita, havas duoblan valoron; se ĝi estas farita fiere, la bezono povas devigi ĝian akcepton, sed la koro ĝin ne dankas.
Memoru ankaŭ, ke parada elmontrado nuligas, en la okuloj de Dio, la meriton de la bonfaro. Jesuo diris: Kiam vi donas almozon, ne lasu vian maldekstran manon scii, kion faras via dekstra; per tio li admonas al vi, ke vi ne malplivalorigu karitaton per fiero.
Estas necese distingi la ĝustasencan almozon je la bonfaro. La plej necesbezona ne ĉiam estas tiu, kiu petas; la timo de humiliĝo detenas de peto la veran malriĉulon, kiu ofte suferas sen plendo; ĝuste al tiu la vera filantropo scias iri sen afekta vantomontrado. “Amu vin reciproke, jen la tuta leĝo: dia leĝo, laŭ kiu Dio regas la mondojn. Amo estas la leĝo de altiro por la vivantaj kaj organaj estaĵoj ; altiro estas la leĝo de amo por la neorgana materio.
Neniam forgesu, ke la Spirito, kia ajn estas lia grado da progreso kaj lia situacio, ĉu li estas reenkarniĝinta aŭ vaganta, troviĝas ĉiam inter iu supera, kiu lin gvidas kaj perfektigas, kaj iu malsupera, kontraŭ kiu li havas samajn devojn. Estu do bonfaremaj, ne nur prenante el via poŝo monereton, kiun vi malvarme donas al tiu, kiu kuraĝas peti de vi, sed ankaŭ irante renkonte al kaŝitaj mizeroj. Estu indulgemaj kontraŭ la malbonaĵoj de viaj similuloj ; anstataŭ malŝati neklerecon kaj malvirton, instruu kaj moraligu ilin; estu mildaj kaj grandanimaj kontraŭ ĉiuj plej malgrandaj estaĵoj de la Naturo, kaj tiel vi obeos la leĝon de Dio.” - Skta Vincento de Paŭlo.
889. Ĉu ne estas homoj reduktitaj al almozuleco pro sia propra kulpo?
Sendube ; sed, se bona morala edukado estus al ili instruinta praktiki la leĝon de Dio, ili ne estus do altrenitaj al la ekscesoj, kiuj kaŭzis ilian perdon; ĝuste de tio dependas la plibonigo de via globo.” (707)
Libro: La Libro de la Spiritoj – Allan Kardec, ĉap. XI.
         888. Que pensar da esmola?
O homem reduzido a pedir esmolas se degrada moral e fisicamente: se embrutece. Numa sociedade baseada na lei de Deus e na justiça, deve-se prover a vida do fraco, sem humilhação para ele. Deve-se assegurar a existência dos que não podem trabalhar sem deixá-los à mercê do acaso e da boa vontade.
888-a) Então condenais a esmola?
       Não, pois não é a esmola que é censurável, mas quase sempre a maneira por que ela é dada. O homem de bem, que compreende a caridade segundo Jesus, vai ao encontro do desgraçado sem esperar que ele lhe estenda a mão.
      A verdadeira caridade é sempre boa c benevolente; tanto está no ato quanto na maneira de fazê-la. Um serviço prestado com delicadeza tem duplo valor; se o for com altivez, a necessidade pode fazê-lo aceito, mas o coração mal será tocado.
      Lembrai-vos ainda de que a ostentação apaga aos olhos de Deus o mérito do benefício. Jesus disse: “Que a vossa mão esquerda ignore o que faz a direita”. Com isso, ele vos ensina a não manchar a caridade pelo orgulho.
       É necessário distinguir a esmola propriamente dita da beneficência. O mais necessitado nem sempre é o que pede: o temor da humilhação retém o verdadeiro pobre, que quase sempre sofre sem se queixar. É a esse que o homem verdadeiramente humano sabe assistir sem ostentação.
       Amai-vos uns aos outros, eis toda lei, divina lei pela qual Deus governa os mundos. O amor é a lei de atração para os seres vivos e organizados, e a atração é a lei de amor para a matéria inorgânica.
       Não olvideis jamais que o Espírito, qualquer que seja o seu grau de adiantamento, sua situação como reencarnado ou na erraticidade, esta sempre colocado entre um. superior que o guia e aperfeiçoa e um inferior perante o qual tem deveres iguais a cumprir. Sede, portanto, caridosos, não somente dessa caridade que vos leva a tirar do bolso o óbolo que friamente atirais ao que ousa pedir-vos, mas ide ao encontro das misérias ocultas. Sede indulgentes para com os erros dos vossos semelhantes. Em lugar de desprezar a ignorância e o vício, instruí-os e moralizai-os. Sede afáveis e benevolentes para com todos os que vos suo inferiores; sede-o mesmo para com os mais ínfimos seres da Criação, e tereis obedecido à lei de Deus. - São Vicente de Paulo.
889. Não há homens reduzidos à mendicidade por sua própria culpa?
  — Sem dúvida. Mas se uma boa educação moral lhes tivesse ensinado a lei de Deus, não teriam caído nos excessos que os levaram à perda. E é disso, sobretudo, que depende o melhoramento do vosso globo. (Ver item 707.)
         Livro: O Livro dos Espíritos – Allan Kardec, cap. XI.

sábado, 19 de setembro de 2015

Parabolo de la Forvelkinta Figarbo. / Parábola da Figueira que secou.

Parabolo de la Forvelkinta Figarbo.
8. Kaj la morgaŭan tagon, post ilia eliro el Betania, li malsatis. Kaj vidinte el malproksime figarbon havantan foliojn, li aliris, por trovi, se eble, ion sur ĝi; kaj veninte al ĝi, li trovis nenion krom folioj, ĉar la tempo de figoj ankoraŭ ne venis. Kaj responde li diris al ĝi: Neniu por ĉiam manĝu frukton el vi. Kaj aŭdis la disĉiploj. Kaj matene, preterpasante, ili vidis la figarbon forvelkinta de la radikoj. Kaj rememorinte, Petro diris al li: Rabeno, jen forvelkis la figarbo, kiun vi malbenis. Kaj responde Jesuo diris al ili: Havu fidon al Dio. Vere mi diras al vi: Se iu diros al ĉi tiu monto: Estu formovita kaj ĵetita en la maron, kaj ne dubos en sia koro, sed kredos, ke okazos tio, kion li diras, tiu ĝin havos. Jesuo /Marko, 11:12-14 kaj 20-23.
9. La forvelkinta figarbo estas simbolo de la personoj, kiuj nur ŝajnigas inklinon al bonfaro, sed kiuj vere nenian bonon praktikas; ili estas oratoroj, kies parolo havas pli da brilo ol da solideco kaj havas simplan supraĵan briltegon: ĝi plaĉas al la orelo, sed ĝin esplorante, oni trovas en ĝi nenion substancan por la koro; aŭdinte ilian parolon, oni demandas sin, kian profiton ĝi portis.
Ĝi estas ankaŭ la emblemo de ĉiuj personoj, kiuj, havante rimedojn por esti utilaj, tamen ne estas tiaj; kaj simbolo de ĉiuj utopioj, de ĉiuj vantaj sistemoj, de ĉiuj doktrinoj sen solida bazo. Plej ofte mankas la vera fido, la fido fekunda, la fido, kiu skuas la fibrojn de la koro, unuvorte la fido formovanta montojn. Tiuj estas arboj, kiuj havas foliojn, sed ne fruktojn; tial Jesuo kondamnas ilin al senfrukteco, ĉar venos tago, kiam ili forvelkos ĝis la radikoj; tio estas, ĉiuj sistemoj, ĉiuj doktrinoj, kiuj portos nenian bonon al la homaro, falos en la nenion; ĉiuj homoj memvole senutilaj, ĉar ili ne utiligis siajn kunnaskitajn rimedojn, estos traktataj kiel la forvelkinta figarbo.
Libro: La Evangelio Laŭ Spiritismo – Allan Kardec, ĉap. XIX.
Parábola da Figueira que secou.
8. E ao outro dia, como saíssem de Betânia, teve fome. E tendo visto ao longe uma figueira, foi lá a ver se acharia nela alguma coisa; quando chegou a ela, nada achou, senão folhas, porque não era tempo de figos. E falando-lhe, disse: Nunca jamais coma alguém fruto de ti para sempre. E no outro dia pela manhã, ao passarem pela figueira, viram que ela estava seca até as raízes. Então, lembrando Pedro, disse para Jesus: Olha, Mestre, como secou a figueira que tu amaldiçoaste. E respondendo Jesus, lhe disse: Tende fé em Deus. Em verdade vos afirmo que todo o que disser a este monte: Tira-te, e lança-te ao mar, e isto sem hesitar seu coração, mas tendo fé de que tudo o que disser sucederá, ele o verá cumprir assim. Jesus / Marcos, XI: 12-14 e 20-23.
9. A figueira seca é o símbolo das pessoas que apenas aparentam o bem, mas na realidade nada produzem de bom: dos oradores que possuem mais brilho do que solidez, dotados do verniz das palavras de maneira que estas agradam aos ouvidos; mas, quando as analisamos, nada revelam de substancial para o coração; e, quando as acabamos de ouvir, perguntamos que proveito tivemos.
É também o símbolo de todas as pessoas que podem ser úteis e não o são; de todas as utopias, de todos os sistemas vazios, de todas as doutrinas sem bases sólidas. O que falta, na maioria das vezes, é a verdadeira fé, a fé realmente fecunda, a fé que comove as fibras do coração, em uma palavra, a fé que transporta montanhas. São árvores frondosas, mas sem frutos, e é por isso que Jesus as condena à esterilidade, pois dia virá em que ficarão secas até as raízes. Isso quer dizer que todos os sistemas, todas as doutrinas que não produzir nenhum bem para a humanidade, serão reduzidas a nada; e que todos os homens voluntariamente inúteis, que não se utilizaram dos recursos de que estavam dotados, serão tratados como a figueira seca.
 Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec, cap. XIX.

Auxilia Também - André Luiz.

O cérebro trabalha para que raciocines.
O coração trabalha para que te sustentes.
O sangue trabalha para que te equilibres.
Os nervos trabalham para que observes.
As glândulas trabalham para que te controles.
Os pulmões trabalham para que respires.
Os ossos trabalham para que te levantes.
Os cabelos trabalham para que te protejas.
O estômago trabalha para que te nutras.
Os olhos trabalham para que vejas.
Os ouvidos trabalham para que ouças.
A língua trabalha para que te exprimas.
As mãos trabalham para que construas.
Os pés trabalham para que te movas.
Entre as forças que trabalham, no teu próprio corpo, para servir-te, que fazes de ti mesmo para servir aos outro?
Ante a Lei do Senhor, o ato de servir é a luz em toda a parte.
E essa Lei pede em tudo: “ajuda agora alguém”.
Assim, quem nada faz, em nada se detém.
Recorda que a preguiça é o retrato da morte.
Toda a vida auxilia. Auxilia também.
 Livro: Caminho Espírita.
 Espíritos Diversos / Chico Xavier.

A trilogia bendita – Néio Lúcio.

Em tempos remotos, o Senhor vinha ao mundo frequentes vezes entender-se com as criaturas.
Certa vez, encontrou um homem irado e mau, que outra coisa não fazia senão atormentar os semelhantes. Perseguia, feria e matava sem piedade.
Quando esse espírito selvagem viu o Senhor, aproximou-se atraído pela luz dEle, a chorar de arrependimento.
O Cristo, bondoso, dirigiu-lhe a palavra:
— Meu filho, porque te entregaste assim à perversidade? Não temes a justiça do Pai? Não acreditas no Celeste Poder? A vida exige fraternidade e compreensão.
O malfeitor, que se mantinha prisioneiro da ignorância, respondeu em lágrimas:
— Senhor, de hoje em diante serei um homem bom.
Alguns anos passaram e Jesus voltou ao mesmo sítio. Lembrou-se do infeliz a quem havia aconselhado e buscou-o. Depois de certa procura, foi achá-lo oculto numa choça, extremamente abatido. Interpelado quanto à causa de tão lamentável transformação, o mísero respondeu:
— Ai de mim, Senhor! Depois que passei a ser bom, ninguém me respeitou!
Fiz-me escárnio da rua... Tenho usado a compaixão e a generosidade, segundo me ensinaste, mas em troca recebo apenas o ridículo, a pedrada e a dilaceração...
O Mestre, porém, abençoou-o e falou.
— O teu lucro na eternidade não será pequeno com o sacrifício. Entretanto, não basta reter a bondade. É necessário saber distribuí-la. Para bem ajudar, é preciso discernir. Realmente é possível auxiliar a todos. Contudo, se a muita gente devemos ternura fraterna, a numerosos companheiros de jornada devemos esclarecimento enérgico. Estimularemos os bons a serem melhores e cooperaremos, a benefício dos maus, para que se retifiquem. Nunca observaste o pomicultor? Algumas árvores recebem dele irrigação e adubo; outras, no entanto, sofrerão a poda, a fim de serem convenientemente amparadas.
O Senhor retirou-se e o aprendiz retomou luta para conquistar o conhecimento.
Peregrinou através de muitos livros, observou demoradamente os quadros da vida e recebeu a palma da ciência.
Os anos correram apressados, quando o Cristo regressou e procurou-o, novamente.
Dessa vez, encontrou-o no leito, enfermo e sem forças.
Replicando ao Divino Amigo, explicou-se:
— Ai de mim, Senhor! Fui bom e recebi injustiças, entesourei a ciência e minhas dificuldades cresceram de vulto. Aprendi a amar e desejar em sã consciência, a idealizar com o plano superior, mas vejo a ingratidão e a discórdia, a dureza e a indiferença com mais clareza. Sei aquilo que muita gente ignora e, por isto mesmo, a vida tornou-se-me um fardo insuportável...
O Mestre, porém, sorriu e considerou:
- A tua preparação para a felicidade ainda não se acha completa. Agora, é preciso ser forte. Acreditas que a árvore respeitável conseguiria viver e produzir, caso não soubesse tolerar a tempestade? A firmeza interior, diante das experiências da vida, conferir-te-á o equilíbrio indispensável. Aprende a dizer adeus a tudo o que te prejudica na caminhada em direção da luz divina e distribuirás a bondade, sem preocupações de recompensa, guardando o conhecimento sem surpresas amargas. Sê inquebrantável em tua fé e segue adiante!
O aprendiz reergueu-se e nunca mais experimentou a desarmonia, compreendendo, enfim, que a bondade, o conhecimento e a fortaleza são a trilogia bendita da felicidade e da paz.
Livro: Alvorada Cristã.
Néio Lúcio / Chico Xavier.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Quando? - Irmão José.

O que fazes com o teu tempo disponível?
Quantos minutos ociosos te sobram a cada dia?
Não os preenchas com inutilidades.
Nem simules ocupações estéreis, adiando o que, há muito tempo, te espera o concurso das mãos.
Liberta-te da teia do comodismo, que te enreda o espírito.
Não refaças o que já fizeste um sem-número de vezes, fugindo de fazer o que te espera o inusitado esforço no bem que nunca fizeste.
Há quanto vens adiando a leitura da obra que adquiriste?
Que desculpa articularás hoje para não visitares o amigo acamado?
Com que te envolverás para, mais uma vez, afastar da cabeça a ideia de promover a doação do que te é supérfluo?
Quando te decidirás a atravessar a rua e conhecer a instituição assistencial que se ergue defronte à tua casa?
Quando responderás aquela carta de um familiar que solicita notícias tuas?
Já te olhaste no espelho e viste quanto o tempo tem passado por ti?
Livro: Dias Melhores.
Irmão José / Carlos A. Baccelli.

Extinção do Mal – Bezerra de Menezes.

Na didática divina, o mal não é visto com a ênfase que lhe concede muita gente na Terra, quando se propõe a combatê-lo.
A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem.
A propósito, meditemos. O Senhor corrige:
A ignorância, com a instrução;
O ódio, com o amor;
A necessidade, com o socorro;
O desequilíbrio, com o reajuste;
A doença, com o remédio;
A sombra, com a luz;
A ofensa, com o perdão;
O desânimo, com a esperança;
A maldição, com a bênção.
Somente nós acreditamos que um golpe seja capaz de sanar outro golpe.
Simples ilusão. O mal não elimina o mal.
Por isso, Jesus nos recomenda amar os inimigos e adverte que a única energia capaz de remover o mal e extingui-lo é e será sempre a força suprema do bem.
Bezerra de Menezes / Chico Xavier
Livro: Brilhe Vossa Luz.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Aproveita - Emmanuel.

"Se alguém diz: - eu amo a Deus, e aborrece a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama o seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?" - I João, 4:20.
A vida é processo de crescimento da alma ao encontro da Grandeza Divina.
Aproveita as lutas e dificuldades da senda para a expansão de ti mesmo, dilatando o teu círculo de relações e de ação.
Aprendamos para esclarecer.
Entesouremos para ajudar.
Engrandeçamo-nos para proteger.
Eduquemo-nos para servir.
Com o ato de fazer e dar alguma coisa, a alma se estende sempre mais além.
Guardando a bênção recebida para si somente, o espírito, muitas vezes, apenas se adorna, mas, espalhando a riqueza de que é portador, cresce constantemente.
Na prestação de serviço aos semelhantes, incorpora-se, naturalmente, ao coro das alegrias que provoca.
No ensinamento ao aprendiz, liga-se aos benefícios da lição.
Na criação das boas obras, no trabalho, na virtude ou na arte, vive no progresso, na santificação ou na beleza com que a experiência individual e coletiva se alarga e aperfeiçoa.
Na distribuição de pensamentos sadios e elevados, converte-se em fonte viva de graça e contentamento para todos.
No concurso espontâneo, dentro do ministério do bem, une-se à prosperidade comum.
Dá, pois, de ti mesmo, de tuas forças e recursos, agindo sem cessar, na instituição de valores novos, auxiliando os outros, a benefício de ti mesmo.
O mundo é caminho vasto de evolução e aprimoramento, onde transitam, ao teu lado, a ignorância e a fraqueza.
Aproveita a gloriosa oportunidade de expansão que a esfera física te confere e ajuda a quem passa, sem cogitar de pagamento de qualquer natureza.
O próximo é a nossa ponte de ligação com Deus.
Se buscas o Pai, ajuda ao teu irmão, amparando-vos reciprocamente, porque, segundo a palavra iluminada do evangelista, "se alguém diz: - eu amo a Deus, e aborrece o semelhante, é mentiroso, pois quem não ama o companheiro com quem convive, como pode amar a Deus, a quem ainda não conhece?".
Livro: Fonte Viva.
Emmanuel / Chico Xavier.