sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Johano la Baptisto kaj Elija./ João Batista e Elias.

Johano la Baptisto kaj Elija.
10. Kaj de post la tagoj de Johano, la Baptisto, ĝis nun, la regno de la ĉielo estas perfortata, kaj perfortuloj kaptas ĝin. Ĉar ĉiuj profetoj kaj la leĝo profetis ĝis Johano. Kaj se vi volas tion ricevi, tiu estis Elija, kiu estis venonta. Kiu havas orelojn por aŭdi, tiu aŭdu. (Mateo, 11:12-15)
11. Se la principo de la reenkarniĝo, esprimita en la Evangelio laŭ Sankta Johano, povis esti laŭvorte interpretita en senco pure mistika, ne same okazas pri jena peco el la Evangelio laŭ Sankta Mateo, kiu permesas
neniun konfuzon: tiu estis Elija, kiu estis venonta; ĉi tie ne estas figuro, nek alegorio: ĝi estas pozitiva aserto. – “De post la tagoj de Johano, la Baptisto, ĝis nun, la regno de la ĉielo estas perfortata.” Kion signifus tiuj paroloj, se Johano, la Baptisto, ankoraŭ vivis en tiu momento? Jesuo klarigas la vortojn, dirante: “Kaj se vi volas tion ricevi, tiu estis Elija, kiu estis venonta.” Nu, ĉar Johano ne estis alia ol Elija, tial Jesuo aludas al la tempo, kiam Johano vivis kun la nomo Elija. “Ĝis nun, la regno de la ĉielo estas perfortata”, estas ankoraŭ aludo al la perforto de la Mosea leĝo, kiu ordonis la ekstermadon de la malfideluloj, por ke la elektita popolo havu la Promesitan Landon, la Paradizon de la Hebreoj, dum, laŭ la nova leĝo, oni gajnas la ĉielon per karito kaj dolĉeco.
Poste li aldonas: Kiu havas orelojn por aŭdi, tiu aŭdu. Tiuj ĉi paroloj, tiel ofte ripetataj de Jesuo, klare diras, ke ne ĉiuj havis kapablojn, por kompreni iujn veraĵojn.
Libro: La Evangelio Laŭ Spiritismo – Allan Kardec, ĉap. IV.
João Batista e Elias.
10. "Desde os tempos de João Batista até agora, o Reino dos Céus é tomado pela força, e os que fazem violência são os que o arrebatam. Porque todos os profetas e a lei, até João, profetizaram. E se vós o quereis bem compreender, ele mesmo é o Elias que há de vir. O que tem ouvidos de ouvir, ouça". (Mateus, XI: 12-15)
11. Se o princípio da reencarnação, expresso em São João, podia a rigor, ser interpretado num sentido puramente místico, já não aconteceria o mesmo nesta passagem de São Mateus, onde não há equívoco possível: "Ele mesmo é o Elias que há de vir". Aqui não existe figura, nem alegoria; trata-se de uma afirmação positiva. "Desde o tempo de João Batista até agora, o Reino dos Céus é tomado pela força", que significam estas palavras, pois João ainda vivia no momento em que foram ditas? Jesus as explica, ao dizer: "E se vós o quereis bem compreender, ele mesmo é o Elias que há de vir". Ora, João tendo sido Elias, Jesus alude ao tempo em que João vivia com o nome de Elias. "Até agora, o Reino dos Céus é tomado pela força", é outra alusão à violência da lei mosaica, que ordenava o extermínio dos infiéis, para a conquista da Terra Prometida, Paraíso dos Hebreus, enquanto que, segundo a nova lei, o céu é ganho pela caridade e pela brandura.
A seguir, acrescenta: "O que tem ouvidos de ouvir, ouça". Essas palavras, tão freqüentemente repetidas por Jesus, exprimem claramente que nem todos estavam em condições de compreender certas verdades.
Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec, cap. IV.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

O homem / O Homem de Nazareth / Oração de um Jovem Triste



Natal – Emmanuel.

"Glória a Deus nas Alturas, paz na Terra e boa-vontade para com os homens." – Jesus / Lucas, 2:14.
As legiões angélicas, junto à Manjedoura, anunciando o Grande Renovador, não apresentaram qualquer palavra de violência.
Glória a Deus no Universo Divino.
Paz na Terra. Boa-vontade para com os Homens.
O Pai Supremo legando a nova era de segurança e tranqüilidade ao mundo, não declarava o Embaixador Celeste investido de poderes para ferir ou destruir.
Nem castigo ao rico avarento.
Nem punição ao pobre desesperado.
Nem desprezo aos fracos.
Nem condenação aos pecadores.
Nem hostilidade para com o fariseu orgulhoso.
Nem anátema contra o gentio inconsciente.
Derramava-se o Tesouro Divino, pelas mãos de Jesus, para o serviço da Boa-Vontade.
A justiça do "olho por olho" e do "dente por dente" encontrara, enfim, o Amor disposto à sublime renúncia até à cruz.
Homens e animais, assombrados ante a luz nascente na estrebaria, assinalaram júbilo inexprimível...
Daquele inolvidável momento em diante a Terra se renovaria.
O algoz seria digno de piedade.
O inimigo converter-se-ia em irmão transviado.
O criminoso passaria à condição de doente.
Em Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos circos. Em Sídon, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais seriam relegados ao abandono nos vales de imundície.
Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e, revelando-a, transitou vitorioso, do berço de palha ao madeiro sanguinolento.
Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o Mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros.
Natal! Boa Nova! Boa-Vontade!...
Estendamos a simpatia para com todos e comecemos a viver realmente com Jesus, sob os esplendores de um novo dia.
Livro: Fonte Viva.
Emmanuel / Chico Xavier.

Serenidade – Marina C. Cruz.

Pai, daí-me serenidade para superar as dificuldades dos meus dias.
Permita Senhor, que eu tenha serenidade para estar vigilante e não cair em tentações; Serenidade para conduzir meu trabalho, para que possa garantir o meu sustento material;
Serenidade para ter sempre a consciência dos meus sentimentos, para que eu saiba amar meus semelhantes, vendo sempre em cada um deles um irmão;
Serenidade para ter a palavra certa, na hora certa, sabendo assim ser amigo e companheiro;
E daí-me, Senhor, principalmente, serenidade de saber ouvir sem julgar. Que eu possa ter serenidade para manter em meu lar a paz e a união;
Que com serenidade eu possa aprender e ensinar, vivendo em plena comunhão com os companheiros de jornada que me foram dados por Vós.
Permita Pai, que serenamente eu chegue até o momento de novamente voltar à verdadeira pátria e a Vós entregar meu espírito, tendo feito desta uma encarnação proveitosa para minha evolução.
Marina C. Cruz.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Oração Nossa - Emmanuel

Senhor, ensina-nos:
a orar sem esquecer o trabalho,
a dar sem olhar a quem,
a servir sem perguntar até quando,
a sofrer sem magoar seja a quem for,
a progredir sem perder a simplicidade,
a semear o bem sem pensar nos resultados,
a desculpar sem condições,
a marchar para a frente sem contar os obstáculos,
a ver sem malícia,
a escutar sem corromper os assuntos,
a falar sem ferir,
a compreender o próximo sem exigir entendimento,
a respeitar os semelhantes sem reclamar consideração,
a dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever sem cobrar taxas de reconhecimento.

Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas próprias dificuldades.
Ajuda-nos para que a ninguém façamos aquilo que não desejamos para nós.
Auxilia-nos sobretudo a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será invariavelmente aquela de cumprir os Teus desígnios, onde e como queiras, hoje, agora e sempre.
Amém.
Emmanuel / Chico Xavier.

Festas – André Luiz.

Todos os motivos para festas dignas são respeitáveis, entretanto a caridade é a mais elevada de todas as razões para qualquer festa digna.
Ninguém há que não possa pagar pequena parcela para a realização dessa ou daquela empresa festiva, destinada à sustentação das boas obras.
Sempre que possível, além da sua quota de participação num ato festivo, com fins assistenciais, é importante que você coopere na venda de, pelos menos, cinco ingressos, no campo de seus amigos, a benefício do empreendimento.
Mesmo que não possa comparecer numa festa de caridade, não deixe de prestar a sua contribuição.
Festejar dignamente, em torno da fraternidade humana, para ajudar o próximo, é uma das mais belas formas de auxílio.
Se você não dança, não é aconselhável o seu comparecimento num baile.
Nos encontros esportivos, é melhor ficar à distância se você ainda não sabe perder.
Se você possui dons artísticos, quanto puder, colabore, gratuitamente, no trabalho que se efetue, em auxílio ao próximo.
Nas comemorações de aniversário, nunca pergunte quantos anos tem o aniversariante, nem vasculhe a significação das velas postas no bolo tradicional.
Conduza o empreendimento festivo, sob a sua responsabilidade, para o melhor proveito, em matéria de educação e solidariedade que sempre se pode extrair do convívio social.
Aprendamos a não criticar a alegria dos outros.
Livro: Sinal Verde.
André Luiz / Chico Xavier.