terça-feira, 1 de maio de 2018

Fermento – Carlos.


Também ela, como um salteador, se põe a espreitar, e multiplica entre os homens os iníquios. Provérbio, 23:28.

A Infidelidade é o fermento da prostituição, e a degradação é o alicerce da perfídia.
Não deves compactuar com os germes dos sentimentos inferiores, pois eles desqualificam a criatura e imobilizam a força moral.
Quando as ideias inferiores povoarem tua mente, pergunta ao Cristo qual o caminho a tomar.
Prostituir não é somente extremismo sexual; é falta de senso em tudo, é carência de equilíbrio nos pensamentos, nas palavras, nas obras.
A mente deve ser protegida contra as enzimas do ódio, da vingança, da cobiça, do orgulho, da dúvida, para que não venha a provocar uma catástrofe no coração e um terremoto na cabeça.
Quando se fala em meretrício, lembra-se lodo da mulher, enquanto o homem se esconde nas fronteiras das desculpas, prática essa, bem disseminada no mundo. As responsabilidades são divididas para os artistas no palco da vida.
Um dos fermentos mais venenosos do mundo é a maledicência. A crítica, por ciúme ou vaidade, não deixa os olhos do ofensor verem, nem a razão descobrir as virtudes que o ofendido possui.
A benevolência é cartão de visita dos anjos, para que não se apague o amor nos corações dos que sofrem.
Como descobrir que isso ou aquilo é fermento pernicioso? Todos nós temos consciência; perguntemos a ela, e a resposta surgirá no silêncio da casa mental. E, ainda mais, temos um vigilante dela, que é a razão. Uze-a se for preciso.
O trabalho do aperfeiçoamento é demorado, no entanto, é proveitoso se não descansarmos na batalha interior, porque mãos invisíveis estão atentas nos ajudando, sem cansaço e sem exigência.
Livro: Gotas de Amor.
Carlos / João Nunes Maia.

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