sábado, 31 de agosto de 2013

ALEGRIA - 1 Hammed

Alegria como experiência de religiosidade é um valor que não tem preço. Essa sensação da alma, mais do que qualquer outra coisa, contagia e abranda o coração dos homens.
A maioria das pessoas tem uma visão distorcida da alegria, pois a confunde com festas frívolas e divertimentos que provocam sensações intensas, risos exagerados; enfim, satisfações puramente emocionais.
Aliás, não há nada de errado em ser jovial, bem-humorado, festivo e risonho. Sentir as emoções terrenas inclui-se entre as prerrogativas que o Criador destinou a suas criaturas. Vivenciar a normalidade das sensações humanas é um processo natural estabelecido pela Mente Celestial.
Talvez as religiões fundamentalistas tenham mesclado as idéias contidas nas palavras alegria e tentação. Na realidade, o Mestre ensinava a seus seguidores que vivessem com alegria. "Eu vos digo isso para que a minha alegria esteja em vós", diz Jesus, "e vossa alegria seja plena" (Jesus / João, 15:11).
A verdadeira alegria está associada à entrega total da criatura nas mãos da Divindade, ou mesmo à aceitação de que a Inteligência Celestial a tudo provê e socorre.
E a confiança integral em que tudo está justo e certo e a convicção ilimitada nos desígnios infalíveis da Providência Divina.
A palavra aleluia tem origem no hebreu "hallelu-yah" e significa "louvai com júbilo o Senhor". Tem sido usada como cântico de alegria ou de ação de graças pela liturgia de muitas religiões a fim de glorificar a Deus. A designação "sábado de aleluia", utilizada pela Igreja Católica, tem como fundamento a exaltação à alegria, visto que nesse dia se comemora o reaparecimento de Jesus Cristo depois da crucificação.
Viver em estado de alegria é estar plenamente sintonizado com nossa paternidade divina, através das mensagens silenciosas e sábias que a Vida nos endereça.
A "entrega a Deus" é a base de toda a felicidade. No entanto, o problema reside em algumas religiões que recomendam a "entrega" não a Deus, mas a mandatários ou representantes "divinos", ou mesmo a congregações doutrinárias que impõem obediência e subordinação a seus diretores.
Condutas semelhantes acontecem em seitas ou em grupos dissidentes de uma religião, em que há uma entrega incondicional dos adeptos ao líder religioso e que resulta, inicialmente, numa suposta sensação de alegria e satisfação.
Na realidade, quando existe subordinação na nossa "entrega a Deus", ela não pode ser considerada real, pois, mais cedo ou mais tarde, a criatura vai notar que está encarcerada intimamente e que lhe falta a verdadeira comunhão com o Criador.
Viver em "estado de graça" ou em "comunhão com Deus" é estar perfeitamente harmonizados com nossa natureza espiritual. É a alegria de repetir com Jesus Cristo: "Eu estou no Pai e o Pai está em mim" (Jesus / João, 14:11).
A felicidade é um trabalho interior que quase nunca depende de forças externas. Deus representa a base da alegria de viver, pois a felicidade provém da habilidade de percebermos as "verdadeiras intenções" da ação divina que habita em nós e do discernimento de que tudo o que existe no Universo tem sua razão de ser.
O homem carrega na sua consciência a lei de Deus (Livro dos Espíritos – Allan Kardec, Questão 621), afirmam os Espíritos Superiores a Allan Kardec. "A lei natural é a lei de Deus e a única verdadeira para a felicidade do homem. Ela lhe indica o que deve fazer e o que não deve fazer, e ele não é infeliz senão quando se afasta dela" (Livro dos Espíritos – Allan Kardec, questão 614).
Alegria como experiência de religiosidade é um valor que não tem preço. Essa sensação da alma, mais do que qualquer outra coisa, contagia e abranda o coração dos homens.
"Ninguém fica feliz por decreto"; sente imensa satisfação apenas quem está iluminado pela chama celeste. Rejubila-se realmente aquele que se identificou com a Divindade e descobriu que "a lei natural é a lei de Deus e a única verdadeira para a felicidade do homem”.
A alegria espontânea realça a beleza e a naturalidade dos comportamentos humanos. Cultivar o reino espiritual em nós facilita-nos a aprendizagem de que a alegria real não é determinada por fatos ou forças externas, mas se encontra no silêncio da própria alma, onde a inspiração divina vibra incessantemente.
Livro: Os Prazeres da Alma.
Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto
Estudando o Livro dos Espíritos – Allan Kardec.
614. Que se deve entender por lei natural?
A lei natural é a lei de Deus. É a única verdadeira para a felicidade do homem. Indica-lhe o que deve fazer ou deixar de fazer e ele só é infeliz quando dela se afasta.
621. Onde está escrita a lei de Deus?
Na consciência.
621a) - Visto que o homem traz em sua consciência a lei de Deus, que necessidade havia de lhe ser ela revelada?
Ele a esquecera e desprezara. Quis então Deus lhe fosse lembrada.

Livros para baixar - 13

Eu não merecia - Hammed

         “... Por que uns nascem na miséria e outros na opulência, sem nada terem feito para justificar essa posição? Por que para uns nada dá certo, enquanto que para outros tudo parece sorrir?...”
“... As vicissitudes da vida têm, pois, uma causa, e, uma vez que Deus é justo, essa causa deve ser justa. Eis do que cada um deve compenetrar-se bem...” - (o Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec, Capítulo 5. item 3.)
Assumir total responsabilidade por todas as coisas que acontecem em nossa vida, incluindo sentimentos e emoções, é um passo decisivo em direção a nossa maturidade e crescimento interior.
A tendência em acusar a vida, as pessoas, a sociedade, o mundo enfim, é tão antiga quanto o gênero humano; e muitos de nós crescemos aprendendo a raciocinar assim, censurando todos e tudo, nunca examinando o nosso próprio comportamento, que na verdade decide a vida em nós e fora de nós.
Assimilamos o “mito do vitimismo” nas mais remotas religiões politeístas, vivenciadas por todos nós durante as várias encarnações, quando os deuses temperamentais nos premiavam ou castigavam de conformidade com suas decisões arbitrárias. Por termos sido vítimas nas mãos dessas divindades, é que passamos a usar as técnicas para apaziguar as iras divinas, comercializando favores com oferendas a Júpiter no Olimpo, a Netuno nas atividades do oceano, a Vênus nas áreas afetivas e a Plutão, deus dos mortos e dos infernos.
Aprendemos a justificar com desculpas perfeitas os nossos desastres de comportamento, dizendo que fomos desamparados pelos deuses, que a conjunção dos astros não estava propícia, que a lua era minguante e que nascemos com uma má estrela.
Ainda muitos de nós acreditamos ser vítimas do pecado de Adão e Eva e da crença de um deus judaico que privilegia um povo e despreza os outros, surgindo assim a idéia da hegemonia divina das nações.
As pessoas que acreditam ser “vítimas da fatalidade” continuam a apontar o mundo exterior como culpado dos seus infortúnios. Recusam absolutamente reconhecer a conexão entre seus modos de pensar e os acontecimentos exteriores. São influenciadas pelas velhas crenças e se dizem prejudicadas pela força dos hábitos, pelas cargas genéticas e pela forma como foram criadas, afirmando que não conseguem ser e fazer o que querem. Não sabem que são arquitetos de seu destino, nem se conscientizam de que o passado determina o presente, o qual, por sua vez, determina o futuro.
A vítima sente-se impotente e indefesa em face de um destino cruel. Sem força nem capacidade de mudar, repetidas vezes afirma: “Eu não merecia isto”, “A vida é injusta comigo”, nunca lhe ocorrendo, porém, que o seu jeito de ser é que materializa pessoas e situações em sua volta.
Defendem seus gestos e atitudes infelizes dizendo: "Meus problemas são causados por meu lar", ‘‘Os outros sempre se comportam desta forma comigo’’. Desconhecem que as causas dos problemas somos nós e que, ao renascermos, atraímos esse lar para aprendermos a resolver nossos conflitos. São os nossos comportamentos interiores que modificam o comportamento dos outros para conosco. Se somos, pois, constantemente maltratados é porque estamos constantemente nos maltratando e ou maltratando alguém.
Ninguém pode fazer-nos agir ou sentir de determinada maneira sem a nossa permissão. Outras pessoas ou situações poderão estimular-nos a ter certas reações, mas somente nós mesmos determinaremos quais serão e como serão essas reações. As formas pelas quais reagimos foram moldadas pelas experiências em várias vidas e sedimentadas pela força de nossas crenças interiores - mensagens gravadas em nossa alma.
Portanto, precisamos assumir o comando de nossa vida e sair do posicionamento infantil de criaturas mimadas e frágeis, que reclamam e se colocam como “vítimas do destino”.
Admitir a real responsabilidade por nossos atos e atitudes é aceitar a nossa realidade de vida - as metas que alteram a sina de nossa existência.
Em vez de atribuirmos aos outros e ao mundo nossas derrotas e fracassos, lembremo-nos de que ‘‘as vicissitudes da vida têm, pois, uma causa, e, uma vez que Deus é justo, essa causa deve ser justa’’.
Livro: Renovando Atitudes.
Espírito: Hammed.
Médium: Francisco do Espírito Santo Neto.

Psikologio / Psicologia - 2

Psikologio.
48. – Ĉu Spiritismo klarigos al la psikologio la problemon pri la sidejo de la intelekto?
 Nur kun helpo de Spiritismo la psikologia scienco povos difini la sidejon de la homa intelekto, ne en la nervaj aŭ glandaj kompleksoj de la pereema korpo, sed en la senmorta Spirito.
49. – Kiel ni komprenu la sonĝon?
 Plej ofte la sonĝo estas refleksa aktiveco de la psikaj situacioj de la homo en la meĥanismo de la ĉiutagaj luktoj, kiam la organaj fortoj dormetas por necesa ripozo.
Sed en certaj cirkonstancoj, same kiel en la antaŭavertaj fenomenoj, aŭ en tiuj de somnambulismo, en kiuj la enkarna animo atingas altan gradon da parta liberiĝo, la sonĝo prezentas la relativan liberecon de la Spirito katenita sur la Tero, kiam povas okazi la komunikiĝo “inter vivos”, kaj, kiom eble, okazas la profetaj vizioj, faktoj ĉiam aranĝitaj de la spiritaj mentoroj el alta hierarkio, obeantaj al noblaj celoj, kaj kiam la enkarniĝinto, en kelkatempa libereco, povas ricevi de siaj amikoj kaj gvidantoj el la nevidebla sfero la senperajn parolon kaj influon.
50. – Ĉu la inklino estas ia memoraĵo el la pasintaj ekzistadoj?
 La inklino estas natura impulso devenanta de la ripeto de analogaj spertoj, tra pluraj ekzistadoj. Ĝiaj karakteroj, en la infana stato, estas la plej konvinka pruvo pri la doktrino de reenkarniĝo.
51. – Ĉu frenezeco ĉiam estas provo?
 La mensa perturbo ĉiam estas malfacila, dolora provo. Sed, povante prezenti la elpagon de ŝuldo el la malfacilega, nekonata pasinteco, tiu realaĵo eble estas rezulto de hodiaŭa senzorgemo, en la pasema nuno, kaj estas necesa, super ĉiuj ceteraj, tiu admono, rekomendanta preĝon kaj viglecon.
52. – Ĉu halucino estas cerba aŭ spirita fenomeno?
 La halucino ĉiam estas ekskluzive spirita fenomeno, sed ĝi povas estiĝi el ekskluzive organaj perturboj, kiuj fariĝos refleksaj en la sensoria aparato, difektante la instrumenton de la sentumoj, per kiuj la spirito manifestiĝas.
53. – Ĉu la bonaj aŭ malbonaj pensoj de la enkarniĝinta estulo atingas la psikon de liaj surteraj fratoj, al kiuj tiuj pensoj direktiĝas?
 La animoj, kiuj efektive preĝas kaj viglas laŭ la evangeliaj lecionoj, konstruas sian propran fortikaĵon por ĉiuj agoj de spontanea defendo.
La bonaj pensoj ĉiam naskas la plej grandan bonon ĉe tiuj, kiujn ili celas, ĉar ili adaptiĝas al la esenco de la unika Leĝo, kiu estas la Amo en la pleneco de ĝiaj diaj manifestiĝoj.
La malsuperaj pensoj povas atingi sian celon en identaj cirkonstancoj, kiam la homo fariĝas inda je tiuj doloraj batoj, laŭ la kompensanta justeco.
Sed ĉiuj tiaspecaj faroj estas superataj de la Dia Providenco, plenumanta siajn planojn de justeco, kun favorkoreco kaj saĝo.
Libro: La Konsolanto.
Emmanuel / Chico Xavier.
Psicologia
48 – O Espiritismo esclarecerá a Psicologia quanto ao problema da sede de inteligência?
 Somente com a cooperação do Espiritismo poderá a ciência psicológica definir a sede da inteligência humana, não nos complexos nervosos ou glandulares do corpo perecível, mas no espírito imortal.
49 – Como devemos conceituar o sonho?
 Na maioria das vezes, o sonho constitui atividade reflexa das situações psicológicas do homem no mecanismo das lutas de cada dia; quando as forças orgânicas dormitam em repouso indispensável.
Em determinadas circunstâncias, contudo, como nos fenômenos premonitórios, ou nos de sonambulismo, em que a alma encarnada alcança elevada porcentagem de desprendimento parcial, o sonho representa a liberdade relativa do espírito prisioneiro da Terra, quando, então, se poderá verificar a comunicação inter vivos, e, quanto possível, as visões proféticas, fatos esses sempre organizados pelos mentores espirituais de elevada hierarquia, obedecendo a fins superiores, e quando o encarnado em temporária liberdade pode receber a palavra e a influência diretas de seus amigos e orientadores do plano invisível.
50 – A vocação é uma lembrança das existências passadas?
 A vocação é o impulso natural oriundo da repetição de análogas experiências, através de muitas vidas.
Suas características, nas disposições infantis, são o testemunho mais eloqüente da verdade reencarnacionista.
51 – A loucura é sempre uma prova?
 O desequilíbrio mental é sempre uma provação difícil e dolorosa. Essa realidade, contudo, podendo representar o resgate de uma dívida do pretérito escabroso e desconhecido pode, igualmente, constituir uma resultante da imprevidência de hoje, no presente que passa, fazendo necessária, acima de todas as exortações, aquela que recomenda a oração e a vigilância.
52 – A alucinação é fenômeno do cérebro ou do espírito?
 A alucinação é sempre um fenômeno intrinsecamente espiritual, mas pode nascer de perturbações estritamente orgânicas, que se façam reflexas no aparelho sensorial, viciando o instrumento dos sentidos, por onde o espírito se manifesta.
53 – Os bons ou maus pensamentos do ser encarnado afetam a organização psíquica de seus irmãos na Terra, aos quais sejam dirigidas?
Os corações que oram e vigiam, realmente, de acordo com as lições evangélicas, constroem a sua própria fortaleza, para todos os movimentos de defesa espontânea.
Os bons pensamentos produzem sempre o máximo bem sobre aqueles que representam os seus objetivos, por se enquadrarem na essência da Lei Única, que é o Amor em todas as suas divinas manifestações; os de natureza inferior podem afetar o seu objeto, em identidade de circunstâncias, quando a criatura se faz credora desses choques dolorosos, na justiça das compensações.
Sobre todos os feitos dessa natureza, todavia, prevalece a Providência Divina, que opera a execução de seus desígnios de equidade, com misericórdia e sabedoria.
Livro: O Consolador.
Emmanuel / Chico Xavier.

La interaj formoj de la Naturo / As formas intermediárias da Natureza

        La interaj formoj de la Naturo
La atmosfero ankoraŭ estas saturita per malsekeco kaj vaporoj, kaj la solida tero estas kovrita per ŝlimo kaj neimageblaj marĉoj.
Sed la lastaj internaj skuoj de la terglobo lokalizas la centrajn varmojn de nia planedo, limigante la zonon de tiuj teraj influoj necesaj al la subtenado de la animala vivo.
Tiuj geologiaj fenomenoj starigas la geografiajn konturojn de la terglobo, difinante la kontinentojn kaj fiksante la pozicion de la oceanoj, kaj tiel aperas la grandaj vastaĵoj el firma tero, kapablaj ricevi la reproduktantajn semojn de la vivo.
La unuaj surteraj krustacoj estas ia evoluiĝo de la maraj krustacoj. Poste aperas la batrakoj, kiuj ŝanĝas la akvojn por la ŝlimecaj kaj firmaj regionoj.
En tiu evolua fazo de nia planeco, la tuta terglobo sin vestas per mirinda kaj luksa vegetaĵaro, de kies abundaj kaj senmezuraj arbaroj la nuntempaj karbominoj estas ŝtoniĝintaj vestiĝoj.
Libro: Sur Vojo al la Lumo.
Emmanuel / Chico Xavier.
As formas intermediárias da Natureza
A atmosfera está ainda saturada de umidade e vapores, e a terra sólida está coberta de lodo e pântanos inimagináveis.
Todavia, as derradeiras convulsões interiores do orbe localizam os calores centrais do planeta, restringindo a zona das influências telúricas necessárias à manutenção da vida animal.
Esses fenômenos geológicos estabelecem os contornos geográficos do globo, delineando os continentes e fixando a posição dos oceanos, surgindo, desse modo, as grandes extensões de terra firme, aptas a receber as sementes prolíficas da vida.
Os primeiros crustáceos terrestres são um prolongamento dos crustáceos marinhos. Seguindo-lhes as pegadas, aparecem os batráquios, que trocam as águas pelas regiões lodosas e firmes.
Nessa fase evolutiva do planeta, todo o globo se veste de vegetação luxuriante, prodigiosa, de cujas florestas opulentas e desmesuradas as minas carboníferas dos tempos modernos são os petrificados vestígios.
Livro: A Caminho da Luz.
Emmanuel / Chico Xavier.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

OBSIDIADOS

972. Como procedem os maus Espíritos para tentar os outros Espíritos, não podendo jogar com as paixões?
As paixões não existem materialmente, mas existem no pensamento dos Espíritos atrasados. Os maus dão pasto a esses pensamentos, conduzindo suas vítimas aos lugares onde se lhes ofereça o espetáculo daquelas paixões e de tudo que as possa excitar. (O LIVRO DOS ESPÍRITOS – Allan Kardec)
        Jornadeiam sob dramas angustiantes que vivem mentalmente.
O pensamento dirigido por lembranças vigorosas do passado não consegue romper os laços que o vincula à rememoração continuada.
Atormentados em sinistros dédalos íntimos, desfazem a máscara da aparência sob qualquer impacto emocional.
Irritadiços, vivem desgovernados.
Traumatizados, são sonâmbulos em plena inconsciência da realidade.
Trânsfugas, não conseguem fugir aos cenários de sombras onde residem psiquicamente.
Refletem nas atitudes o próprio desgoverno e sofrem aflições que procuram ocultar, amedrontados.
A maioria esconde o pavor por detrás da aspereza em que se enclausura.
Uns enxergam os adversários do mundo íntimo em todos os que os cercam.
Outros ouvem em todas as expressões verbais o sarcasmo de que são vítimas incessantes.
Transitam, atordoados, monologando ou travando diálogos de vil hostilidade.
Nos painéis da tua mente muitas outras mentes procuram refúgio, constrangendo-te ao recuo.
Falam contigo, procurando recordar-te...
Apresentam-se à hora do parcial desprendimento pelo sono, tentando imprimir nos centros sensíveis os seus espectros em cujas fáceis a dor e a revolta se refletem.
Atropelam-te, imiscuindo-se nas tarefas que te dizem respeito e interferindo mesmo em questões insignificantes do dia-a-dia.
Inspiram-te sombrias maquinações.
Transmitem sugestões malévolas.
Zombam da tua resistência.
Assediam a tua casa psíquica.
Também eles, os outros companheiros do envoltório carnal, igualmente sofrem a compressão desses desencarnados em estado pestilencial do ódio.
Como tu, também lutam tenazmente.
Alguns já se renderam, deixando-se arrastar submissos.
Diversos estão recorrendo aos estupefacientes a fim de fugirem, caindo, logo depois, indefesos, nas ciladas bem urdidas em que se demoram hipnotizados.
Muitos buscam a ação dos eletrochoques e da insulina e repousam apagados sem recobrarem, logo mais, a paz, voltando às evocações logo cessam os efeitos psicoterápicos de um ou de outro.
E há os que procuram em vão, na infância, as causas de suas aflições, deixando-se analisar...
Ignoram, todos eles, as causas transcendentes dos sofrimentos, a anterioridade das obsessões.
Com todo o respeito que nos merecem os métodos da Ciência e as modernas doutrinas psicológicas, associa a prece e o passe às demais terapêuticas de que te serves.
Faze da prece um lenitivo constante e do passe um medicamento refazente.
Renova a mente com o recurso valioso da caridade fraternal.
Sai da cela pessoal e visita outros encarcerados, trabalhando por eles, socorrendo-os, se estiverem em situação mais grave e danosa.
Insculpe no pensamento as asas da esperança e alça a mente às Regiões da Luz, assimilando o hálito divino espalhado em toda a parte.
Sentirás estímulo para lutar e ajudarás, através das atitudes de renovação, os próprios perseguidores desencarnados.
Ora por eles, os teus sicários.
Serve-te do passe evangélico e procura assimilar as energias que te serão transmitidas.
Mas, sobretudo, faze o bem, ajuda sem cessar, harmoniza-te e tem paciência.
O tempo é um benfeitor anônimo.
Diante de obsessores e obsidiados o Excelso Psicólogo manteve sempre a mesma atitude: amor pelo enfermo na carne e piedade pelo enfermo desencarnado, libertando um e outro com o beneplácito da sua misericórdia e os conclamando. a realizarem a tarefa de renovação pelo trabalho, em incessante culto ao perdão pelo amor, em cujas páginas se inscrevem a paz e a felicidade sem jaça.
Livro: Espírito e Vida.
Joanna de Angelis / Divaldo Franco.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A luz inextinguível

“A caridade jamais se acaba.” - Paulo. (I Coríntios, 13:8.)
Permaneces no campo da experiência humana, em plena atividade transformadora.
Todas as situações de que te envaideces, comumente, são apenas ângulos necessários mas instáveis de tua luta.
A fortuna material, se não a fundamentas no trabalho edificante e continuo, é patrimônio inseguro.
A família humana, sem laços de verdadeira afinidade espiritual, é ajuntamento de almas, em experimentação de fraternidade, da qual te afastarás, um dia, com extremas desilusões.
A eminência diretiva, quando não solidificada em alicerces robustos de justiça e sabedoria, de trabalho e consagração ao bem é antecâmara do desencanto.
A posição social é sempre um jogo transitório.
As emoções da esfera física, em sua maior parte, apagam-se como a chama duma vela.
A mocidade do corpo denso é floração passageira.
A fama e a popularidade costumam ser processos de tortura incessante.
A tranqüilidade mentirosa é introdução a tormentos morais.
A festa desequilibrante é véspera de laborioso reparo.
O abuso de qualquer natureza compele ao reajustamento apressado.
Tudo, ao redor de teus passos, na vida exterior, é obscuro e problemático.
O amor, porém, é a luz inextinguível.
A caridade jamais se acaba.
Livro: Vinha de Luz.
Emmanuel / Chico Xavier.

A MENSAGEM CRISTÃ

Não se reveste o ensinamento de Jesus de quaisquer fórmulas complicadas.
Guardando embora o devido respeito a todas as escolas de revelação da fé com os seus colégios iniciáticos, notamos que o Senhor desce da Altura, a fim de libertar o templo do coração humano para a sublimidade do amor e da luz, através da fraternidade, do amor e do conhecimento.
Para isso, o Mestre não exige que os homens se façam heróis ou santos de um dia para outro. Não pede que os seguidores pratiquem milagres, nem lhes reclama o impossível.
Dirige-se a palavra dEle à vida comum, aos campos mais simples do sentimento, à luta vulgar e às experiências de cada dia.
Contrariamente a todos os mentores da Humanidade, que viviam, até então, entre mistérios religiosos e dominações políticas, convive com a massa popular, convidando as criaturas a levantarem o santuário do Senhor nos próprios corações.
Ama a Deus, Nosso Pai - ensinava Ele -, com toda a tua alma, com todo o teu coração e com todo o teu entendimento.
Ama o próximo como a ti mesmo.
Perdoa ao companheiro quantas vezes se fizerem necessárias.
Empresta sem aguardar retribuição.
Ora pelos que te perseguem e caluniam.
Ajuda aos adversários.
Não condenes para que não sejas condenado.
A quem te pedir a capa cede igualmente a túnica.
Se alguém te solicita a jornada de mil passos, segue com ele dois mil.
Não procures o primeiro lugar nas assembléias, para que a vaidade te não tente o coração.
Quem se humilha será exaltado.
Ao que te bater numa face, oferece também a outra.
Bendize aquele que te amaldiçoa.
Liberta e serás libertado.
Dá e receberás.
Sê misericordioso.
Faze o bem ao que te odeia.
Qualquer que perder a sua vida, por amor ao apostolado da redenção, ganhá-la-á mais perfeita, na glória da eternidade.
Resplandeça a tua luz.
Tem bom ânimo.
Deixa aos mortos o cuidado de enterrar os seus mortos.
Se pretendes encontrar-me na luz da ressurreição, nega a ti mesmo, alegra-te sob o peso da cruz dos próprios deveres e segue-me os passos no calvário de suor e sacrifício que precede os júbilos da aurora divina!
E, diante desses apelos, gradativamente, há vinte séculos, calam-se as vozes que mandam revidar e ferir!... E a palavra do Cristo, acima de editos e espadas, decretos e encíclicas, sobe sempre e cresce cada vez mais, na acústica do mundo, preparando os homens e a vida para a soberania do Amor Universal.
Livro: Roteiro.
Emmanuel / Chico Xavier.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

NO SUSTENTO DA PAZ

"Vivei em Paz uns com os outros".  - Paulo (I Tessalonicenses, 5:13.)
Costumamos referir-nos à guerra, qual se ela fosse um fenômeno de teratologia política, exclusivamente atribuível aos desmandos de ditadores cruéis, quando todos somos intimados pela vida ao sustento da Paz.
Todos agimos uns sobre os outros e, ainda que a nossa influência pessoal se nos figure insignificante, ela não é menos viva na preservação da harmonia geral.
A floresta é um espetáculo imponente da natureza, mas não se agigantou sem o concurso de sementes pequeninas.
Nossa deficiência de análise, quanto à contribuição individual no equilíbrio comum, nasce, via de regra, da aflição doentia com que aguardamos ansiosamente os resultados de nossas ações, sequiosos de destaque pessoal no imediatismo da Terra; isso faz com que procedamos, à maneira de alguém que se decidisse a levantar uma casa com total menosprezo pelas pedras, tijolos, parafusos e vigas, aparentemente sem importância, quando isoladamente considerados, mas indispensáveis à construção.
Habituamo-nos, freqüentemente, a maldizer o irmão que se fez delinqüente, com absoluta descaridade para com a debilitação de caráter a que chegou, depois de longo processo obsessivo que lhe corroeu a resistência moral, quase sempre após fugirmos da providência fraterna ou da simples conversação esclarecedora, capazes de induzí-lo à vitória sobre as tentações que o levaram à falta consumada.
Lideramos reclamações contra o estridor de buzinas na via pública e não nos pejamos das maneiras violentas com que abalamos os nervos de quem nos ouve.
Todos somos chamados à edificação da Paz que, aliás, prescinde de qualquer impulso vinculado às atividades de guerra e que, paradoxalmente, depende de nossa luta por melhorar-nos e educar-nos, de vez que Paz não é inércia e sim esforço, devotamento, trabalho e vigilância incessantes a serviço do bem. Nenhum de nós está dispensado de auxiliar-lhe a defesa e a sustentação, porquanto, muitas vezes, a tranqüilidade coletiva jaz suspensa de um minuto de tolerância, de um gesto, de uma frase, de um olhar...
Não te digas, pois, inabilitado a contribuir na Paz do mundo. Se não admites o poder e o valor dos recursos chamados menores no engrandecimento da vida, faze um palácio diante de vigorosa central elétrica e procura dotá-lo de luz e força sem a tomada.
Livro: Palavras de Vida Eterna.
Emmanuel / Chico Xavier.

Sugestões no Caminho

Lamentar-se por quê?... Aprender sempre, sim.
Cada criatura colherá da vida não só pelo que faz, mas também conforme esteja fazendo aquilo que faz.
Não se engane com falsas apreciações acerca de justiça, porque o tempo é o juiz de todos.
Recorde: tudo recebemos de Deus que nos transforma ou retira isso ou aquilo, segundo as nossas necessidades.
A humildade é um anjo mudo.
Tanto menos você necessite, mais terá.
Amanhã será, sem dúvida, um belo dia, mas para trabalhar e servir, renovar e aprender, hoje é melhor.
Não se iluda com a suposta felicidade daqueles que abandonam os próprios deveres, de vez que transitoriamente buscam fugir de si próprios como quem se embriaga para debalde esquecer.
O tempo é ouro, mas o serviço é luz.
Só existe um mal a temer: aquele que ainda exista em nós.
Não parar na edificação do bem, nem para colher os louros do espetáculo, nem para contar as pedras do caminho.
A tarefa parece fracassar? Siga adiante, trabalhando, que, muita vez é necessário sofrer, a fim de que Deus nos atenda à renovação.
Livro: Sinal Verde

André Luiz / Chico Xavier.

Kelkaj sekundoj / ALGUNS SEGUNDOS

Kelkaj sekundoj
Vojiranto sola kaj malsata laŭiris bordon de rivero.
Li kolere kaj malpacience kritikadis ĉion kaj ĉiujn, ĉar li estis em mizero.
Li malrapide paŝis, kiam li vidis íon sur la vojo, altirantan lian atenton.
Bankbileton!
Li klinigis kaj prenis la trovitaĵon.
Ĝi estas monpapero de mil kruzejroj, kunrulita kaj makulita.
Sed por lia surpriziĝo ĝi estas nur duono de monpapero, kiu, kvankam nova, estis neklarigeble tratranĉita.
Li ankoraŭ pli kolere ĉifis la valoran paperon kaj forĵetis ĝin en la fluon de la rivero, blasfemante.
Li faris pli kelkajn paŝojn antaŭen, irante sur la sama vojo, kiam li vidis alian pecon de papero sur la tero.
Li denove kliniĝis kaj ĝin prenis.
Tio estis la dua duono de la monpapero, kiun li inciti kaj ĉagrenita estis ĵetinta en la akvojn.
Vento disigis la du partojn; sed li ne havis paciencon atendi nur kelkajn sekundojn...
***
Ĉiam estas helpo al niaj bezonoj.
Sed eĉ por ricevi helpon de la Dia Boneco flegmo kaj pacienco estas necesaj.
Libro: Feliĉaj la Simplaj
Spirito: Valérium
Mediumo: Waldo Vieira.
ALGUNS SEGUNDOS
O caminheiro solitário seguia, com fome, à margem do rio.
Nervoso e impaciente, ia censurando a tudo e a todos, por achar-se em penúria.
Caminhava devagar, quando viu algo na estrada chamando-lhe a atenção.
Uma cédula!
Abaixou-se e colheu o achado.
Uma nota de mil cruzeiros, enrolada e manchada...
Contudo, para surpresa sua, era, somente a metade da cédula, que, apesar de nova, fora inexplicavelmente cortada.
Ainda mais irritado, amarfanhou o papel valioso e atirou-o à correnteza do rio, blasfemando.
Deu mais alguns passos à frente, seguindo pela mesma estrada, quando surpreendeu outro fragmento de papel no solo.
Inclinou-se, de novo, e apanhou-o.
Era a outra metade da cédula que, enervado e contrafeito, havia projetado nas águas.
O vento separara as duas partes; ele, porém, não tivera a paciência de esperar alguns segundos, apenas...
***
Há sempre socorro às nossas necessidades. No entanto, até para receber o auxílio da Divina Bondade, ninguém prescinde da calma e da paciência.
         Livro: Bem-Aventurados os Simples.
           Valérium / Waldo Vieira.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Mia atestilo pri lingva ekzameno de Esperanto - 08/06/2013




A FÉ RELIGIOSA

Em todos os tempos, o homem sonha com a pátria celestial.
As idéias do céu e inferno jazem no pensamento de todos os povos.
Os indígenas da América admitem o paraíso de caça abundante e danças permanentes, com reservas inesgotáveis de fumo.
Os esquimós localizavam o éden nas cavernas adornadas.
As tribos maori, que cultivam a guerra, por estado natural de felicidade, esperam que o céu lhes seja uma rinha eterna, em que se digladiem, indefinidamente.
Entre os hindus, as noções de responsabilidade e justiça estão fortemente associados à idéia da sobrevivência. De conformidade com a crença por eles esposadas, nas eras mais remotas, os desencarnados eram submetidos às apreciações do Juiz dos Mortos. Os bons seriam destinados ao paraíso, a fim de se deliciarem, ante os coros celestes, e os maus desceriam para os despenhadeiros do império de Varuna, o deus das água, onde se instalariam em câmaras infernais, algemados uns aos outros, por laços vivos de serpentes. Situados, porém, na sementeira da verdade, sempre admitiram que do palácio celeste ou do abismo tormentoso, as almas regressariam à esfera carnal, de modo a se adiantarem na ciência da perfeição.
Os assírios-caldeus supunham que os mortos viviam sonolentos em regiões subterrâneas, sob amplo domínio das sombras.
Na Grécia, a partir dos mistérios de Orfeu, as concepções de justiça póstuma alcançam grau mais alto. No Hades terrificante de Homero, os Espíritos são julgados por Minos, filho de Zeus.
Os gauleses aceitavam a doutrina da transmigração das almas e eram depositários de avançadas revelações da Espiritualidade Superior.
Os hebreus localizavam os desencarnados no "scheol", que Job classifica como sendo "terra de miséria e trevas, onde habitam o pavor e a morte".
Com Virgílio, encontramos princípios mais seguros no que se refere às leis de retribuição.
Na entrada do Orco, há divindades infernais para os trabalhos punitivos, quais a Guerra, o Luto, as Doenças, a Velhice, o Medo, a Fome, os Monstros, os Centauros e as Harpias, as Fúrias e a Hidra de Lerna, simbolizando os terríveis suplícios mentais das almas que se fazem presas da ilusão, durante a vida física. Entre esses deuses do abismo, ergue-se o velho ulmeiro, em cujos galhos se dependuram os sonhos, aí principiando a senda que desemboca no Aqueronte, enlameado e lodoso, com largos redemoinhos de água fervente.
Os egípcios atravessavam a existência, consagrando-se aos estudos da morte, inspirados pelo ideal da justiça e da felicidade, além-túmulo.
Mais recentemente, Maomet estabelece novas linhas à vida espiritual, situando o Céu em sete andares e o inferno em sete sub divisões. Os eleitos respiram em deliciosos jardins, com regatos de água cristalina, leite e mel, e os condenados vivem no território do suplício, onde corre ventania cruel, alimentando estranho fogo que tudo consome, e Dante, o vidente florentino, apresenta quadros expressivos do Inferno, do Purgatório e do Céu.
As realidades da sobrevivência acompanham a alma humana que a vida não se encontra circunscrita às estreitas atividades da Terra.
O corpo é uma casa temporária a que se recolhe nossa alma em aprendizado. Por isso mesmo, quando atingido pelas farpas da desilusão e do cansaço, o espírito humano recorda instintivamente algo intangível que se lhe afigura ao pensamento angustiado como sendo o paraíso perdido.
Desajustado na Terra, pede ao Além a mensagem de reconforto e harmonia. Semelhante momento, porém, é profundamente expressivo no destino de cada alma, porque, se o coração que pede é portador da boa vontade, a resposta da vida superior não se faz esperar e um novo caminho se desdobra à frente da alma opressa e fatigada que se volta para o Além, cheia de amor, sofrimento e esperança.
Livro: Roteiro.
Emmanuel / Chico Xavier.

Cristãos

“Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo algum entrareis no Reino dos Céus.” - Jesus / Mateus, 5 :20.
Os escribas e fariseus não eram criminosos, nem inimigos da Humanidade.
Cumpriam deveres públicos e privados.
Respeitavam as leis estabelecidas.
Reverenciavam a Revelação Divina.
Atendiam aos preceitos da fé.
Jejuavam.
Pagavam impostos.
Não exploravam o povo.
Naturalmente, em casa, deviam ser excelentes mordomos do conforto familiar.
Entretanto, para o Emissário Celeste a justiça deles deixava a desejar.
Adoravam o Eterno Pai, mas não vacilavam em humilhar o irmão infeliz. Repetiam fórmulas verbais no culto à prece, todavia, não oravam expondo o coração. Eram corretos na posição exterior, contudo, não sabiam descer do pedestal de orgulho falso em que se erigiam, para ajudar o próximo e desculpá-lo até o próprio sacrifício. Raciocinavam perfeitamente no quadro de seus interesses pessoais, todavia, eram incapazes de sentir a verdadeira fraternidade, suscetível de conduzir os vizinhos ao regaço do Supremo Senhor.
Eis por que Jesus traça aos aprendizes novo padrão de vida.
O cristão não surgiu na Terra para circunscrever-se à casinhola da personalidade; apareceu, com o Mestre da Cruz, para transformar vidas e aperfeiçoá-las com a própria existência que, sob a inspiração do Mentor Divino, será sempre um cântico de serviço aos semelhantes, exalçando o amor glorioso e sem-fim, na direção do Reino dos Céus que começa, invariavelmente, dentro de nós mesmos.
Livro: Vinha de Luz.
Emmanuel / Chico Xavier

Oração

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