segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Lindas Frases - 13



Minha pequena contribuição: A todos aqueles que visitaram nosso blog, minha eterna gratidão. Deste já fico esperançoso de contar com suas visitas no próximo Ano. Que o Amor Divino permeie suas vidas e de seus familiares. Paz e Luz!. Antônio Ramos.

Kontrolu vian volon / Controle a vontade

Kontrolu vian volon, kaŭzante etoson de disciplino al viaj kutimoj, kaj evitu regulrompojn, la kondutkonflitojn kaj la malĝustiĝojn.
Kiu ne kredas pri disciplino, tiu povas esti komparata al homo stiranta senbremsan veturilon malsupren, em deklivo... Li kandidatiĝas al akcidento.
Kion vi vivigas per la penso, tio transformiĝas em realaĵon em la mondo de la formoj..
Sciante distingi kaj batali por tio, kio al vi konvenas kaj estos pli bona, vi lernos konduki vin kun ekvilibro, kaj evitos al vi sennombrajn malĝojojn.
La volo ĝuste direktita sukcesas plenumi gigantajn farojn.
Konduku ĝin saĝe, kaj neniam vi bedaŭros.
Libro: Vivo Feliĉa - 171
Joanna de Angelis / Divaldo Franco.

Controle a vontade, gerando um clima de disciplina para os teus hábitos e evitarás o desregramento, os conflitos comportamentais, os desajustes.
Quem não acredita em disciplina, pode ser comparado a uma pessoa que dirige um veículo sem freio, numa descida... Candidata-se ao desastre.
0 que vitalizas pelo pensamento, converte-se em realidade no mundo das formas.
Sabendo discernir e lutar pelo que te convém e te será melhor, aprenderás a conduzir-te com o equilíbrio que te poupará inúmeros dissabores.
A vontade bem canalizada consegue realizações gigantescas.
Conduze-a, pois, com sabedoria e nunca te arrependerás.
Livro: Vida Feliz – 171
Joanna de Angelis / Divaldo Franco.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Frases de Allan Kardec

Allan Kardec
Nascimento: 03 de Outubro de 1804
Desencarne: 31 de Março de 1869 (65 anos)
Ocupação: Professor
Biografia: Hippolyte Léon Denizard Rivail foi educador, escritor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificador do espiritismo, também denominado de Doutrina Espírita.

“Todo efeito tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O poder da causa inteligente está na razão da grandeza do efeito.” 
 “Os espíritos protetores nos ajudam com os seus conselhos, através da voz da consciência, que fazem falar em nosso íntimo - mas como nem sempre lhes damos a necessária importância, oferecem-nos outros mais diretos, servindo-se das pessoas que nos cercam.” 
“Estude a si mesmo, observando que o auto conhecimento traz humildade e sem humildade é impossível ser feliz.”  
“Com o egoísmo e o orgulho, que andam de mãos dadas, haverá sempre um caminho para o mais sagaz, uma luta de interesses, onde são pisoteadas as mais santas afeições.” 
“O homem é um Espírito encarnado em um corpo material. O perispírito é o corpo semimaterial que une o Espirito ao corpo material.”
“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.” 
“O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade é a fonte de todas as virtudes.” 
“A felicidade depende das qualidades próprias do indivíduo e não do estado material do meio em que se acha.”
“A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros.” 
“Deus criou todos os homens iguais para a dor; pequenos ou grandes, ignorantes ou esclarecidos, sofrem pelas mesmas causas, a fim de que cada um julgue judiciosamente o mal que pode fazer.”
“Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.” 

Ganância


“Tal é a sorte de todo ganancioso e este espírito de ganância tira a vida de quem o possui.” Pv l v 19.
O Ganancioso deporta a sua paz, como se fosse uma presença incômoda, e ajunta e põe guarda aos seus bens materiais, na ilusão de que eles são imperecíveis e eternos. A ganância é uma doença que coloca o enfermo sob a influência do masoquismo.
O Ganancioso perde-se nas trevas da ignorância. Quem não conhece a si mesmo, jamais conhecerá outrem.
O usurário se auto-hipnotiza com os enganos do ouro e desconhece que o próprio ouro com a ajuda do discernimento, tem condições de libertá-lo das fantasias do egoísmo. O desprendimento somente é válido quando estamos alheios às responsabilidades.
A ambição desaparece quando em seu lugar passa a reinar o amor.
Quem concentre suas forças em seu próprio proveito, sente vergonha quando precisa dos outros. Toda explosão é uma concentração de forças. Desde que essas forças sejam divididas, acaba-se o perigo.
Só não há paz onde não haja amor. O egoísta quase não é dado ao riso por nada doar. O amor universal oferta a própria vida em beneficio da coletividade e sempre se esquece de sei mesmo.
A ganância é um mal terrível que se destina a aniquilar os outros, esquecendo que, sem os outros, como o usurário pode viver? O ganancioso destrói a si mesmo, iludido pela abundância do ouro que, faltando para os seus semelhantes, pesa mais em seus ombros, e ele deixa de andar por não suportar o peso. A ganância cega os valores da alma.
Livro: Gotas de Ouro.
Espírito: Carlos.
Médium: João Nunes Maia.

Sem se Alterar.

Os sucessos da vida não correspondem às tuas expectativas?
Não te revoltes, nem te abatas.
Meditas em quantas vezes não terás por tua vez, contrariado os planos da vida para o teu sucesso espiritual.
Apoia-te na fé e segue adiante.
Pessoas do teu convívio frustraram os teus sonhos mais santos?
Não te revoltes, nem te abatas.
Pensa nos momentos em que, sem saber ou desejar, também frustrastes os sonhos que outros alimentavam a teu respeito.
Apóia-te na fé e segue adiante.
A enfermidade fustiga o corpo, impondo-te a dor?
Não te revoltes, nem te abatas.
Recorda os instantes de invigilância em que possivelmente tenhas contaminado o veículo físico com emoções e pensamentos enfermiços.
Apóia-te na fé e segue adiante.
No curso da existência terrena é natural depares aqui e ali com circunstâncias aflitivas, desafiando tua capacidade de superação.
Nesses momentos, não te revoltes, nem te abatas.
Pensa na grandeza do amor divino, apoia-te na fé e segue adiante.
A humanidade, imperfeita e sofredora, nem sempre corresponde às expectativas do Mais Alto, deixando-se levar pela sombra.
O Pai, porém, não altera o seu Divino Amor, oferecendo ao homem, a cada dia, a oportunidade de renovar-se na fé para seguir adiante, rumo à felicidade integral.
Livro: Convites de Scheilla.
Espírito: Scheilla.
Médium: Clayton Levy.

No Amargor das provações.


“Mas,se padece como cristão não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte.” Pedro ( I Pedro, 4: 16).
Que o teu coração não se conturbe, quando a vida cobrar de ti. Antes, procura encarar, com serenidade, o que fizeste por merecer.
Já viveste outras vidas, muito erraste, com certeza, e poucos acertaste em tuas propostas de evolução espiritual.
Muitas lágrimas derramaste, seja por ciúme ou inveja, por ódio ou revolta, por não teres em teus caminhos aquele a quem mais desejavas ou aquilo que mais ambicionavas.
Amarguraste existências pretéritas com atos escusos que praticaste e, ainda hoje, sofres as consequências dos teus desatinos.
Não te desesperes, porém, e procura aceitar com resignação e coragem, todo sofrimento que hoje estejas a passar.
No resgate de tuas dívidas, algo de bom acrescentarás à tua alma. Não mais a revolta, não mais a vergonha pelos fracassos que te levaram à decepção, mas a certeza de que agora te encontras no caminho certo a percorrer.
Espelha-te em Jesus, o Mestre querido, que sofrendo as  maiores ignomínias não se deixou abater, nem de mostrar a sua beleza interior. Faze tu o mesmo, e apesar de todas as dores que estejas a sofrer, de todas as provações que amargam a tua existência, procura demonstrar serenidade e fé, na certeza de que, passada a tormenta, dias de bonança haverão de surgir.
Ora, confia e espera. Lembra-te de que, nenhum sofrimento é para sempre. Se souberes a tudo suportar com resignação cristã, um dia haverás de ressurgir da dor que hoje te envolve, para a alegria de sentir-te vitorioso por vencer as tuas imperfeições e nada mais deveres à Justiça Divina.
Livro: Despertar da Consciência.
Espírito: Irmã Maria do Rosário.
Médium: Lucia Cominatto.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Cooperemos Fielmente


"Pois somos cooperadores de Deus." - Paulo (I Coríntios, 3:9.).
O Pai é o Supremo Criador da Vida, mas o homem pode ser fiel cooperador dEle.
Deus visita a criatura pela própria criatura.
Almas cerradas sobre si mesmas declarar-se-ão incapazes de serviços nobres; afirmar-se-ão empobrecidas ou incompetentes.
Há companheiros que atingem o disparate de se proclamarem tão pecadores e tão maus que se sentem inabilitados a qualquer espécie de concurso sadio na obra cristã, como se os devedores e os ignorantes não necessitassem trabalhar na própria melhoria.
As portas da colaboração com o divino amor, porém, permanecem constantemente abertas e qualquer homem de mediana razão pode identificar a chamada para o serviço divino.
Cultivemos o bem, eliminando o mal.
Façamos luz onde a treva domine.
Conduzamos harmonia às zonas em discórdia.
Ajudemos a ignorância com o esclarecimento fraterno.
Seja o amor ao próximo nossa base essencial em toda construção no caminho evolutivo.
Até agora, temos sido pesados à economia da vida.
Filhos perdulários, ante o Orçamento Divino, temos despendido preciosas energias em numerosas existências, desviando-as para o terreno escuro das retificações difíceis ou do cárcere expiatório.
Ao que nos parece, portanto, segundo os conhecimentos que possuímos, por "acréscimo de misericórdia", já é tempo de cooperarmos fielmente com Deus, no desempenho de nossa tarefa humilde.
Livro: Vinha de Luz - 48
Espírito: Emmanuel
Médium: Chico Xavier.

Tempo Certo - Hammed


“…Aquele que semeia saiu a semear; e, enquanto semeava, uma parte da semente caiu ao longo do caminho…”
…Mas aquele que recebe a semente numa boa terra é aquele que escuta a palavra, que lhe presta atenção e que dá fruto, e rende cento, ou sessenta, ou trinta por um.”  ( Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec, Cap. XVII , item 5)
Na vida, não existe antecipação nem adiamento, somente o tempo propício de cada um.
A humanidade, em geral, recebe as sementes do crescimento espiritual a todo o instante. Constantemente, a “Organização Divina” emite idéias de progresso e desenvolvimento, devendo cada indivíduo absorver a sementeira de acordo com suas possibilidades e habilidades existenciais.
A Natureza nos presenteia com uma diversidade incontável de flores, que nos encantam e fascinam. Certamente, não as depreciaríamos apenas por achar que vários botões já deveriam ter desabrochado dentro de um prazo determinado por nós, nem as repreenderíamos por suas tonalidades não ser todas iguais conforme nossa maneira de ver.
Nem poderíamos sequer compará-las com outras flores de diferentes jardins, por estarem ou não mais viçosas. Deixemos que elas possam germinar, crescer e florir, segundo sua natureza e seu próprio ritmo espontâneo. Isso será sempre mais óbvio.
Parece racional que ofereçamos a quem amamos o mesmo consentimento, porque cada ser tem seu próprio “marco individual” nas estradas da vida, e não nos é permitido violentar sua maneira de entender, comparando-o com outros, ou forçando-o com nossa impaciência para que “cresçam” e “evoluam”, como nós acharíamos que deveria ser.
Cada um de nós possui diferenças exteriores, tanto no aspecto físico como na forma de se vestir, de sorrir, de falar, de olhar ou de se expressar. Por que então haveríamos de florescer “a toque de caixa”?
Nossa ansiedade não faz com que as árvores dêem frutos instantâneos, nem faz com que as roseiras floresçam mais céleres. Respeitemos, pois, as possibilidades e as limitações de cada indivíduo.
Jesus, por compreender a imensa multiformidade e evolucional dos homens, exemplificou nessa parábola a “dissemelhança” das criaturas, comparando-as aos diversos terrenos nos quais as sementes da Vida foram semeadas.
As que caíram ao longo do caminho, e os pássaros as comeram, representam as pessoas de mentalidade bloqueada e restringida, que recusam todas as possibilidades de conhecimento que as conteste, ou mesmo, qualquer forma que venha modificar sua vida ou interferir em seus horizontes existenciais.
São seres de compreensão e aceitação diminuta ou quase nula.
São comparáveis aos atalhos endurecidos e macerados pela ação do tempo.
Outras sementes caíram em lugares pedregosos, onde não havia muita terra, mas logo brotaram. Ao surgir o sol, queimaram-se porque a terra era escassa e suas raízes não eram suficientemente profundas.
Foram logo ressecadas porque não suportaram o “calor da prova”; e, por serem qualificadas como pessoas de convicção “flutuante”, torraram rapidamente seus projetos e intenções.
Nossas bases psicológicas foram recolhidas nas experiências do ontem.
São raízes do passado que nos dão manutenção no presente para ir adiante, nos processos de iluminação interior.
Quando os “caules” não são suficientemente profundos e vetustos, há bloqueios tanto em nossa consciência intelectual como na emocional. Um mecanismo opera de forma a assimilar somente o que se pode digerir daquela informação ou ensinamento recebido.
Assim, a disponibilidade de perceber a realidade das coisas funciona nas bases do “potencial” e da “viabilidade evolutiva” e, portanto, impor às pessoas que “sejam sensíveis” ou que “progridam”, além de desrespeito à individualidade, é fator perigoso e destrutivo para exterminar qualquer tipo de relacionamento.
Os espinheiros que, ao crescer, abafaram as sementes representam as “idéias sociais” que impermeabilizam a mentalidade dos seres humanos, pois, no tempo do Mestre, as leis do “Torah” asfixiavam e regulamentavam não somente a vida privada, mas também a pública.
Os indivíduos que não pensam por si mesmos acabam caindo nos domínios das “normas e regras”, sem poder erguer em demasia a sua mente, restrita pelas idéias vigentes, o que os sentencia a viver numa “frustração grupal”, visto que seu grau de raciocínio não pode ultrapassar os níveis permitidos pela comunidade.
Jesus de Nazaré combateu sistematicamente os “espinhos da opressão” na pessoa daqueles que observavam com rigor rituais e determinações das leis, em detrimento da pureza interior.
Dessa forma, Ele desqualificou todo espírito de casta entre as criaturas de sua época.
As demais sementes, no entanto, caíram em boa terra e deram frutos abundantes. O que é um “solo fértil”?
Nossos patrimônios de entendimento, de compreensão e de discernimento não ocorrem por acaso, porquanto nenhum aprendizado nos envolverá profundamente se não estivermos dotados de competência e habilidades propiciadoras.
A boa absorção ou abertura de consciência acontece somente no momento em que não nos prendemos na forma.
Aprofundarmo-nos no conteúdo real quer dizer: “Quem não quebra a noz, só lhe vê a casca”. Mas para “quebrar a noz” é preciso senso e noção, base e atributos que requerem tempo para se desenvolverem convenientemente.
A consciência da criatura, para que seja receptiva, precisa estar munida de “despertamento natural” e “amadurecimento psicológico”.
Reforçando a idéia, examinemos o texto do apóstolo Marcos, onde encontramos: “porque a terra por si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, e por último o grão cheio na espiga”.
O Mestre aceitava plenamente a diversidade humana. Ele se opunha a todo e qualquer “nivelamento psicológico” e, portanto, lançou a Parábola do Semeador, a fim de que entendêssemos que o melhor apoio que prestaríamos a nossos companheiros de jornada seria simplesmente esperar em silêncio e com paciência.
Portanto, compreendemos que a nós, somente, compete “semear”; sem esquecer, porém, que o crescimento e a fartura na colheita dependem da “chuva da determinação humana” e do “solo generoso” da psique do ser, onde houve a semeadura.
Livro: Renovando Atitudes
Espírito: Hammed
Médium: Francisco do Espírito Santo Neto

Abastecimento Espíritual

         Ó Deus!
         Ès um infinito reservatório de energia. Poderosíssima energia que mantém todos os seres e coisas. Também assim ela é para o meu mundo íntimo. Levanta as forças caídas, sustenta o pensamento vacilante, conforta o coração oprimido, faz brotar a saúde no corpo. Venho, confiante, abastecer-me dessa preciosa energia. Penso em Ti, agora. Refreio os maus pensamentos e faço um quadro mental, no qual vejo a energia fluindo para dentro de mim, como uma luz que ilumina o ambiente escuro. Sou tocado por essa luz. Sinto que a vida, que vem te Ti, percorre as minhas veias. E considero-me, a partir deste instante, sem problemas. Os problemas que me perturbam foram dissipados pela divina energia. As aflições desapareceram, encontro-me livre. Sinto-me mais Teu filho. Obrigado! Obrigado!
         Livro: Preces do Coração.
         Lourival Lopes.

Pensando Positivo – 79

       Se o fardo parece pesado, não o abandone à margem da estrada, porque correrá o risco de ter de apanhá-lo na volta.
   Não desista, mesmo sofrendo. Leves adiante a própria cruz. No final do seu trajeto, terá a felicidade de tê-la suportado sem esmorecer.
  Contribua para que a sua força interior não diminua. Faça valer a coragem, a confiança e a certeza de chegar à vitória.
   Sem a dificuldade da subida, o que seria do alpinista?
             Livro: Pensando Positivo.
             Valdemir P. Barbosa.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

AMAR E SERVIR!

"Podes criar hoje tuas oportunidades de amanhã. Na Grande Jornada, as causas semeadas cada hora produzem cada qual a sua colheita de efeitos, porque uma justiça inalterável rege o mundo. Com o vasto alcance de ação infalível ela traz aos mortais, vida de alegria ou de angústia, a prole cármica de nossos pensamentos e ações anteriores.
Aceita, pois, tanto quanto o mérito te reserva, ó de coração paciente. Anima-te e contenta-te com a sorte. Tal é o teu carma, o carma dos ciclos dos teus nascimentos, o destino daqueles que, na sua dor e tristeza, nascem a ti ligados, riem e choram de vida a vida, presos as tuas ações anteriores." (A Voz do Silêncio. Versão portuguesa de Fernando Pessoa. 3ª. edição, Civilização Brasileira.)
Disse o Anjo de luz: Querido irmão, amada irmã. A encarnação é dádiva do Criador, teus corpos são como o veleiro que te permite singrar o oceano da vida em busca do teu destino, um porto seguro. Agradeça de joelhos, e não desdenhe a oportunidade de tua redenção.
Silencia por alguns minutos, teus pensamentos ociosos, faça uma pequena pausa no teu precioso tempo sempre desperdiçado, e ouça o que te vou dizer: Pondere e reflita minhas palavras, elas poderão mudar tua vida para melhor e encurtar em séculos tua evolução sempre por tua causa, eivada de dor e desenganos.
Faça da tua alma humana, um santuário, do teu coração um jardim, e do teu mundo interior um altar.
O teu anjo solar buscará na imensidão do infinito, um sol radioso, um astro de esplendor, uma chama sagrada, e colocará dentro do teu coração.
E se tu aceitares o convite do Senhor te apresentará como voluntário servidor.
E do teu santuário interior, um sol radioso, irradiará luz para iluminar as mentes de homens e mulheres do mundo, e tu o deus sol, o anjo solar, levará cura nas asas do amor, para a redenção planetária.
Tudo depende da tua decisão, tudo está em tuas mãos!
E quando, como Sacerdote do Senhor tu for curar a dor do mundo, a primeira cura a ocorrer, será a tua, meu irmão, minha irmã.
Pondere a oportunidade, reflita, e toma a decisão que mudará tua vida para sempre, pois será um benfeitor, um amigo do Cristo, um servidor da Vida, e todo o universo te terá como cúmplice no serviço do AMOR.
De: Acervo Espírita - Ismael de Almeida
Recebido pelo Facebook da irmã e Amiga: 
Walkiria Lima.

Dominar e falar

Reunião pública de 4/12/59
Questão nº 904
Dominas o fogo, escravizando-o à lide caseira.
Burilas a pedra, arrancando-lhe obras-primas.
Conquistas os metais, neles plasmando complicadas expressões de serviço.
Amansas os animais ferozes, deles fazendo cooperadores na economia doméstica.
Disciplinas o vapor e o combustível, anulando as distâncias.
Diriges tratores pesados, transfigurando a face da gleba.
Submetes a eletricidade, e glorificas a civilização.
Retiras o veneno de serpentes temíveis, fabricando remédios.
Senhoreias a energia nuclear e começas a alterar, com ela, a fisionomia do mundo.
Controlas a velocidade, e inicias vigorosa excursão, para  além do Planeta.
*
Entretanto, ai de nós! Todos trazemos leve músculo selvagem, muito distante da educação.
Com ele, forjamos guerras.
Libertamos instintos inferiores.
Destruímos lares.
Empestamos vidas alheias.
Envilecemos o caminho dos outros.
Corrompemos o próximo.
Revolvemos o lixo moral da Terra.
Veiculamos o pessimismo.
Criamos infinitos problemas.Injuriamos.
Criticamos.
Caluniamos.
Deprimimos.
*
Esse órgão minúsculo é a língua – lâmina pequenina, embainhada na boca.
Instrumento sublime, feito para louvar e instruir, ajudar e incentivar o bem, quantas vezes nos valemos dela para censurar e vergastar, perturbar e ferir!...
Governemo-la, pois, transformando-a em leme de paz e amor, no barco de nossas vidas!
E, alicerçados nas lições do Evangelho, roguemos a Deus nos inspire sempre a dizer isso ou aquilo como o próprio Jesus desejaria ter dito.
Livro: Religião dos Espíritos 86
Emmanuel / Chico Xavier.
Estudando O Livro dos Espíritos – Allan Kardec.
As virtudes e os vícios
904. Incorrerá em culpa aquele que sonda as chagas da sociedade e as expõe em público?
 Resposta: Depende do sentimento que o mova. Se o escritor apenas visa produzir escândalo, não faz mais do que proporcionar a si mesmo um gozo pessoal, apresentando quadros que constituem antes mau do que bom exemplo. O Espírito aprecia isso, mas pode vir a ser punido por essa espécie de prazer que encontra em revelar o mal.
904-a. Como, em tal caso, julgar da pureza das intenções e da sinceridade do escritor?
Resposta: Nem sempre há nisso utilidade. Se ele escrever boas coisas, aproveitai-as. Se proceder mal, é uma questão de consciência que lhe diz respeito, exclusivamente. Demais, se o escritor tem empenho em provar a sua sinceridade, apóie o que disser nos exemplos que dê.

Lindas Frases - 12


“Por mais que você se esforce por ser justo e consciente, sempre haverá alguém que interpretará mal seus atos e atitudes. Ninguém consegue agradar a todos.”
Livro: Conviver e Melhorar
Hemmed / Francisco do Espírito Santo Neto.

“O ser humano é um verdadeiro campo magnético, atraindo pessoas e situações, as quais se sintonizam amorosamente com seu mundo mental ou mesmo antipatizam com sua maneira de ser.”
Livro: Renovando Atitudes.
Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto.

“Cada um de nós possui uma individualidade original e exclusiva. Utilizando-nos de uma singela metáfora, podemos dizer: “toda vez que Deus cria um Espírito, Ele quebra o molde.”
Livro: Os Prazeres da Alma.
Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto.

“Não basta que afirmemos ter fé ou nos afundemos nos textos sagrados se não praticarmos, não vivenciarmos os ensinamentos de Jesus.”
Livro: Arte de Recomeçar
Leon Tolstoi / Cirinéia Iolanda Malffei

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

IMPERATIVO DA PAZ

Ante ocorrências que te levem a reações negativas, medita no imperativo da paz, que te resguarda no entendimento, para que a cólera não te perturbe.
Se alguém te feriu, observa a condição enfermiça do agressor, que descarrega em ti parte da insatisfação e desespero que traz em si mesmo.
 Se outros te prejudicam, segundo teu entender, medita e verás que eles arruínam a si mesmos, criando barreiras para as próprias atividades.
Ante familiares queridos que se desajustam, faze quanto puderes pela restauração da harmonia entre eles, mas respeita-os nas tomadas de posição, sem menosprezar-lhes o livre arbítrio.
Venham as crises e dificuldades que vierem, resguarda-te na tolerância, asserena-te e espera.
Permanece trabalhando e servindo, e a vida, em nome de Deus, te ofertará sempre o máximo de recursos pelo mínimo de teu concurso pessoal na solução dos problemas.
Age com paciência. Recorda que precipitação é queda no remorso, rebeldia é incêndio na alma, azedume é doença e cólera é uma devastação.
Emmanuel / Médium Chico Xavier
Livro: Pronto Socorro

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Mestre Inesquecível - Augusto Cury

“Aprendendo com o Mestre dos Mestres, que a arte de pensar é o tesouro dos sábios. Aprendendo um pouco mais a pensar antes de reagir, a expor - e não impor - minhas idéias e a entender que cada pessoa é um ser único no palco da existência.
Aprendendo com o Mestre da Sensibilidade, a navegar nas águas da emoção, a não ter medo da dor, a procurar um profundo significado para a vida e a perceber que nas coisas mais simples e anônimas se escondem os segredos da felicidade.
Aprendendo com o Mestre da Vida, que viver é uma experiência única, belíssima, mas brevíssima. E, por saber que a vida passa tão rápido, sinto necessidade de compreender minhas limitações e aproveitar cada lágrima, sorriso, sucesso e fracasso como uma oportunidade preciosa de crescer.
Aprendendo com o Mestre do Amor, que a vida sem amor é um livro sem letras, uma primavera sem flores, uma pintura sem cores. Aprendendo que o amor acalma a emoção, tranqüiliza o pensamento, incendeia a motivação, rompe obstáculos intransponíveis e faz da vida uma agradável aventura, sem tédio, angústia ou solidão".
“Por tudo isso, Jesus Cristo se tornou para mim, um Mestre Inesquecível”.
Augusto Cury

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

A Pena de Talião

Pode parecer à primeira vista que justiça e misericórdia sejam virtudes antagônicas, que se excluam reciprocamente.
Daí a razão de muitos não compreenderem como possa Deus exercitá-las, sem que uma precise ser anulada para que a outra prevaleça.
Tudo, entretanto, se torna claro quando nos lembramos de que as boas qualidades morais são filhas do Amor e que este sentimento sublime sempre encontra meios de harmonizá-las.
Senão, vejamos.
A Justiça exige que toda infração à Lei seja punida e desde a origem dos tempos isso tem acontecido, infalivelmente.
Aliás, todos os grandes missionários religiosos que têm vindo à Terra, inspirados que foram pelo Alto, estabeleceram em seus códigos a pena de talião, ou seja, castigo igual à culpa.
O “olho por olho e dente por dente”, de Moisés, por exemplo, e o “quem com espada fere, com espada será ferido”, do Cristo, são preceitos que consagram esse princípio fundamental da Justiça.
Moisés, todavia, dava ao ofendido o direito de tirar desforra, pessoalmente e na proporção da ofensa recebida, enquanto o Cristo, surgindo entre nós quando era chegado o momento de os terrícolas darem início a uma fase mais avançada de sua evolução espiritual, trouxe como missão ensiná-los a quebrar as cadeias do mal a que se jungiam pela lei de ação e reação.
Introduziu nas relações humanas, então, uma nova ética: “amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos têm ódio e orai pelos que vos perseguem e caluniam”, exemplificando-a, ele mesmo, até às últimas consequências.
Não deixou, porém, de adverti-los, mui explicitamente: “Se perdoardes aos outros as faltas que cometerem contra vós, também vosso Pai celestial vos perdoará os pecados, mas, se não lhes perdoardes quando vos tenham ofendido, tão-pouco vosso Pai celestial vos perdoará os pecados”.
Analisando, a fundo, estas novas regras de conduta, percebe-se conterem elas a mesma justiça da pena de talião, com a diferença de que, ao invés de “castigo igual à culpa”, acenam com “premio igual ao merecimento”.
Reparemos bem:
Aquele que revida ao seu ofensor com igual ofensa, está exercendo a justiça, cobrando o que lhe devem, mas, por sua vez, terá de pagar na. mesma moeda toda injúria que fizer a outrem.
Já aquele que perdoa as ofensas recebidas, fica com um crédito do mesmo valor na contabilidade celeste, crédito esse que será levado em conta quando lhe aconteça cometer alguma falta. E quem não está sujeito a errar?
Por haver entendido perfeitamente esse mecanismo da Justiça Divina é que o colégio apostólico proclamava, amiúde: “suportai-vos uns aos outros”, “tende entre vós mútua caridade”, “o amor cobre uma multidão de pecados”, etc.
Talvez nos perguntem: no segundo caso, sendo o ofensor perdoado pelo ofendido, ficará sem a punição devida?
Absolutamente! A Providência cuidará disso e, seja na mesma existência ou em outra(s) posterior(es), ele “sofrerá o que tenha feito sofrer”, não porque apraza a Deus castigar os culpados, mas para que todos se corrijam, progridam e sejam felizes.
E é assim, deixando-nos experimentar os funestos resultados de nossas más ações, bem como nos ensejando a oportunidade de emendar-nos através das vidas sucessivas, que Deus se revela, a um só tempo, soberanamente justo e misericordioso, como convém Àquele que é o Santo do santos.
Quando transportarmos para a vida prática os luminosos ensinamentos do Cristo, preferindo perdoar a usar de represálias, retribuindo ao mal com o bem, a paz e a. alegria farão morada permanente em nossos corações, valendo isso dizer que já estaremos adentrando “o reino dos céus”.
Livro: As Leis Morais
Rodolfo Calligaris.

Livros para baixar - 2 Hammed


   
                                                                                                                                   

Pensando Positivo - 127

Resolva os problemas em parte. Ninguém consegue estar em dois lugares ao mesmo tempo.
Organize-se. Ponha os pensamentos em ordem. Não queira fazer além do que pode e deve.
Se você se sobrecarregar, não conseguirá fazer tudo o que pretende.
A vida é para ser vivida, dia após dia, e os problemas devem ser resolvidos paulatinamente.
Vá com calma. Não corra contra o tempo, de vez que o tempo é você que faz.
Você é que deve contralar o tempo, e não o tempo a você.
Livro: Pensando Positivo.
Valdemir P. Barbosa.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Oração ao Aniversariante - Antônio Ramos





Não se Esqueça de fazer uma oração ao Aniversariante:         "Senhor Jesus, nós te agradecemos pela tua Proteção Bendita, pelos teus Ensinos Dadivosos, que mata toda a nossa sede de Justiça e de Amor. Permita-nos que possamos seguir teus passos. Assim seja!". Feliz Natal e prospero Ano Novo a Todos!   Antônio Ramos.

Inversão de Valores no Natal - Vianna de Carvalho

Durante o solstício de inverno na Roma pagã, período que abrange os dias 17 a 23 de dezembro, celebravam-se as Saturnais, também denominadas como as “festas dos escravos”, em razão de ser-lhes concedidas oportunidades de prazeres, aumento da quota de alimentos, diminuição dos trabalhos a que se encontravam submetidos especialmente nos campos.
Homenageando-se o deus Saturno, os participantes entregavam- se aos mais diversos abusos, especialmente na área da sensualidade, da falta de compromissos morais, assemelhando- se às bacanais...
Quando o Cristianismo primitivo passou a dominar as mentes e os corações do Império, aqueles afeiçoados a Jesus, desejando apagar a nódoa moral que vinha do paganismo e permanecia atormentando a cultura vigente, transferiram a data do Seu nascimento para aquele período, aproximadamente, destacando-se o dia 25 para as celebrações festivas.
Havendo nascido o Mestre de Nazaré entre 6 e 8 de abril, segundo os mais precisos cálculos dos estudiosos do Cristianismo contemporâneo, o alto significado da ocorrência, pensavam então, teria força suficiente para apagar as lembranças dos abusos praticados até aquela ocasião.
O ser humano, nada obstante, mais facilmente vinculado às paixões primitivas, lentamente foi transformando a data evocativa da estrebaria de palha que se transformou numa constelação de estrelas, a fim de dar expansão aos sentimentos desequilibrados, assim atendendo às necessidades das fugas psicológicas, em culto externo de fantasia e de prazer.
Posteriormente, São Francisco de Assis, símile de Jesus pelo seu inefável amor e entrega total da vida, desejou recompor a ocorrência natalina, e realizou o seu primeiro presépio, a fim de que o mundanismo não destruísse a simpleza da ocorrência, apresentando o evento sublime na forma ingênua das suas emoções.
Durante alguns séculos preservou- se a evocação do berço dentro das modestas concepções do Cantor de Deus.
À medida que a cultura espraiou- se e as modernas técnicas de comunicação ampliaram os horizontes das informações, as doutrinas de mercado, assinaladas pelas ambições de compras e vendas, de extravagâncias e de presentes, de sedução pelo exterior em detrimento do significado interno dos valores, propôs novos paradigmas para as comemorações do Natal.
Na atualidade aturdida dos sentimentos, a figura de Jesus lentamente desaparece da paisagem do Seu nascimento, substituída pelo simpático e gorducho velhinho do norte europeu, Papai Noel, e o seu trenó entulhado de brinquedos para as crianças e os adultos que se entregam totalmente à alucinação festiva, distante da mensagem real do Nascimento.
Atualizando-se no Ocidente e, praticamente no mundo todo, as doces lendas sobre São Nicolau, eis que também a árvore colorida vem substituindo o presépio humilde nascido na Úmbria, e outro tipo de saturnália toma conta da sociedade, agora denominada cristã...
Matança de animais, excesso de bebidas alcóolicas, festas exageradas, extravagâncias de todo porte, troca de presentes, abuso de promessas e ânsia de prazeres tomam lugar nas evocações anuais, com um quase total esquecimento do Aniversariante.
A preocupação com a aparência, os jogos dominantes dos relacionamentos sociais e o exibicionismo em torno dos valores externos aturdem os indivíduos que se atiram à luxúria e ao desperdício, tendo como pretexto Jesus, de maneira idêntica ao culto oferecido a Saturno.
Propositalmente, os adversários da ética-moral proposta pelo Mestre procuram apagar a Sua lembrança nas mentes e nos corações, em tentativas covardes e contínuas de O transformar em mais um mito que se perde na escura noite do inconsciente coletivo da Humanidade.
Distraídos em torno da ocorrência perversa, pastores e guias do rebanho confundido deixam-se, também, arrastar pela corrente da banalidade, engrossando as fileiras dos celebradores do prazer e da anarquia.
É certo que Jesus não necessita de que se Lhe celebrem as datas de nascimento nem de morte, mas deseja que se vivam as lições de que se fez o Mensageiro por excelência, propondo novos conceitos e comportamentos em torno da felicidade e da responsabilidade existencial, tendo em vista a imortalidade na qual todos nos encontramos mergulhados.
Nada obstante, é de causar preocupação o desvio, a inversão de valores que se observam nas evocações festivas e na conduta dos celebradores,muito mais preocupados com o gozo e o despautério do que com os conteúdos memoráveis dos ensinamentos por Ele preconizados e vividos.
Por compreender as fraquezas morais do ser humano, Jesus entendia, desde então, tais ocorrências que hoje acontecem, as adulterações que se produziram nos Seus ensinamentos, e diante da indiferença que tomaria conta daqueles que O deveriam testemunhar, foi peremptório ao afirmar: – Quando eles [os seus discípulos] se calarem as pedras falarão... (Jesus /Lucas, 19:40).
Concretizou-se o Seu enunciado profético, porque, nestes dias tumultuosos, nos quais não se dispõe de tempo, senão para alguns deveres de trabalho que proporcione compensações imediatas, o silêncio das sepulturas quebrou-se e as vozes da imortalidade em grande concerto vêm proclamar e restaurar a mensagem de vida imperecível, despertando os adormecidos para a lucidez e a atualização da conduta nos padrões elevados do Bem.
Não mais os intérpretes que adaptam os ensinamentos às suas próprias necessidades, distantes do compromisso com a Verdade; que se deixam dominar por excessos de zelos desnecessários, transferindo os seus conflitos para os comportamentos que os demais devem vivenciar; que se refugiam nos arraiais da fé, não por sentimentos elevados, mas procurando ocultar os conflitos nos quais estertoram...
As vozes dos Céus, destituídas dos ornamentos materiais e das falsas necessidades do convívio social, instauram a Nova Era, trabalhando pelo ressurgimento das lições inconfundíveis do Amor, conforme Ele as enunciou e as viveu até o holocausto final...
O Seu Natal é um momento de reflexão, convidando as criaturas humanas a considerarem a Sua renúncia, deixando, por momentos, o sólio do Altíssimo para percorrer os caminhos ásperos da sociedade daquele tempo, amando infatigavelmente e ensinando com paciência incomum, de modo a instalar na rocha dos corações os alicerces do Reino de Deus que nunca serão demolidos.
Assim sendo, embora a inversão de valores em torno de Jesus e de Sua doutrina, que se observa nas leiras do Cristianismo nas suas mais variadas denominações, nenhuma força provinda da insensatez conseguirá diminuir a intensidade de que se revestem, por serem os caminhos únicos e de segurança para que a criatura, individualmente, e a sociedade, em conjunto, alcancem a plenitude a que aspiram mesmo sem o saber.
Vianna de Carvalho (espírito)
Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na manhã do dia 17 de novembro de 2008, na cidade do Porto, Portugal
http://gecasadocaminhosv.blogspot.com.br

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