quinta-feira, 30 de março de 2017

Kio estas la karno? / QUE É A CARNE?

Kio estas la karno?
“Se ni vivas per la Spirito, en la Spirito ni ankaŭ iradu.” – Paŭlo / GALATOJ, 5 : 25.
Preskaŭ ĉiam, kiam oni parolas pri spiriteco, multaj personoj sin prezentas kun plendoj kontraŭ la postuloj de la karno.
Estas vero, ke la apostoloj multfoje parolis pri la voluptoj de la karno, pri ĝiaj krimaj impulsoj kaj malutilaj deziroj. Eĉ ni ofte sentas la bezonon profiti tiun simbolon por igi pli kompreneblaj la instruojn de la Evangelio. La Majstro mem figure instruis, ke la spirito, kiel dia elemento, estas forta, sed la karno, kiel homa esprimo, estas malforta.
Sed kio estas tamen la karno?
Ĉiu spirita individuo havas sian fluidecan korpon, kaj ĉu vi ankoraŭ ne komprenis, ke la karno estas nenio alia ol kunmetaĵo el densiĝintaj fluidaĵoj? Kompreneble tiuj fluidaĵoj, post kombiniĝo, submetiĝas al la postuloj de la surtera ekzistado laŭ tio, kion vi nomas leĝo de heredeco ; sed tiu kunmetaĵo estas pasiva kaj per si mem ne decidas.
Ni povas rigardi ĝin, kiel surteran loĝejon direktatan de la spirito kaj alprenantan la bonajn aŭ malbonajn karakterizaĵojn de sia posedanto.
Parolante pri pekoj de la karno, ni do komprenu tiun esprimon, kiel erarojn naskitajn de la morale malsupera stato de la surtera spirita homo.
La malnoblaj deziroj, la brutaj impulsoj, la maldankemo, la trompemo, la perfidemo neniam apartenis al la karno.
Necesas, ke la homo ekkomprenu sian bezonon de memregado, kiu vekus lian kapablon sin mem disciplini kaj renovigi en Jesuo Kristo.
Unu el la plej grandaj absurdoj de kelkaj disĉiploj estas atribui al tiu kunmetaĵo el pasivaj ĉeloj, servantaj al la homo, la aŭtorecon de la krimoj kaj eraroj farataj sur la Tero, ĉar ni ja scias, ke ĉio fontas el la spirito.
Emmanuel / Chico Xavier.
Livro: Vojo, Vero kaj Vivo - ĉapitro 13.
QUE É A CARNE?
“Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito.” - Paulo / GÁLATAS, capítulo 5, versículo 25.
Quase sempre, quando se fala de espiritualidade, apresentam-se muitas pessoas que se queixam das exigências da carne.
É verdade que os apóstolos muitas vezes falaram de concupiscências da carne, de seus criminosos impulsos e nocivos desejos. Nós mesmos, freqüentemente, nos sentimos na necessidade de aproveitar o símbolo para tornar mais acessíveis as lições do Evangelho. O próprio Mestre figurou que o espírito, como elemento divino, é forte, mas que a carne, como expressão humana, é fraca.
Entretanto, que é a carne?
Cada personalidade espiritual tem o seu corpo fluídico e ainda não percebestes, porventura, que a carne é um composto de fluídos condensados?
Naturalmente, esses fluídos, em se reunindo, obedecerão aos imperativos da existência terrestre, no que designais por lei de hereditariedade; mas, esse conjunto é passivo e não determina por si. Podemos figurá-lo como casa terrestre, dentro da qual o espírito é dirigente, habitação essa que tomará as características boas ou más de seu possuidor.
Quando falamos em pecados da carne, podemos traduzir a expressão por faltas devidas à condição inferior do homem espiritual sobre o planeta.
Os desejos aviltantes, os impulsos deprimentes, a ingratidão, a má-fé, o traço do traidor, nunca foram da carne.
É preciso se instale no homem a compreensão de sua necessidade de autodomínio, acordando-lhe as faculdades de disciplinador e renovador de si mesmo, em Jesus Cristo.
Um dos maiores absurdos de alguns discípulos é atribuir ao conjunto de células passivas, que servem ao homem, a paternidade dos crimes e desvios da Terra, quando sabemos que tudo procede do espírito.
Livro: Caminho, Verdade e Vida, cap.: 13.
Emmanuel / Chico Xavier.

De la oración / Prayer / Della Preghiera / La preĝo / Da Prece.

De la oración 
658. La plegaria ¿es grata a Dios?
- La oración siempre es agradable a Dios cuando ha sido dictada por el corazón, por cuanto la intención lo es todo para Él, y la plegaria que te surge del corazón es preferible a la que puedes leer, por bella que ésta sea, si las estás leyendo más con los labios que con el pensamiento. La oración es grata a Dios cuando se dice con fe, sinceridad y fervor. Pero no creas que Él escuche la del hombre vano, orgulloso y egoísta, salvo que se tratara de un acto de arrepentimiento sincero y de genuina humildad.
El Libro de los Espíritus – Allan Kardec.
Prayer.
658. Is prayer acceptable to God?
Prayer is always acceptable to God when dictated by the heart, for the intention is everything in His sight; and the prayer of the heart is preferable to one read from a book, however beautiful it may be, if read with the lips rather than with the thought. Prayer is acceptable to God when it is offered with faith, fervour, and sincerity; but do not imagine that He will listen to that of the vain, proud, or selfish man, unless it be offered as an act of sincere repentance and humility.
THE SPIRITS’ BOOK – Allan Kardec.
Della Preghiera
658 - E’ gradita a Dio la preghiera?
Risposta: Sempre, se viene dal cuore, poiché per Lui l’intenzione e tutto. La preghiera che parte dal cuore è preferibile a quella che possiate leggere in un libro, per quanto sia bella, se la leggete più con le labbra che col pensiero. Iddio la gradisce, quando è espressa con fede, fervore e sincerità; ma la respinge, se viene da un cuore vano, orgoglioso ed egoista, salvo che non sia per atto di pentimento sincero e di vera umiltà.
IL LIBRO DEGLI SPIRITI -i Allan Kardec.
La preĝo
658. Ĉu la preĝo plaĉas al Dio?
Preĝo ĉiam plaĉas al Dio, kiam diktata de la koro, ĉar, por Li, intenco estas ĉio, kaj la preĝo elkora estas preferinda al la preĝo legata, kiel ajn bela ĉi tiu estas, kiam ĉi tiun oni legas pli per la lipoj ol per la penso. Preĝo plaĉas al Dio, kiam farata kun fido, fervoro kaj sincereco; sed ne kredu, ke Dio estas tuŝata de homo vanta, fiera kaj egoista, escepte se ties preĝo esprimas sinceran penton kaj veran humiliĝon.
La Libro de la Spiritoj – Allan Kardec.
Da Prece
658. A prece é agradável a Deus?
A prece é sempre agradável a Deus quando ditada pelo coração, porque a intenção é tudo para ele. A prece do coração é preferível à que podes ler, por mais bela que seja, se a leres mais com os lábios do que com o pensamento. A prece é agradável a Deus quando é proferida com fé, com fervor e sinceridade. Não creias, pois, que Deus seja tocado pelo homem vão, orgulhoso e egoísta, a menos que a sua prece represente um ato de sincero arrependimento e de verdadeira humildade.
O Livro dos Espíritos – Allan Kardec.

terça-feira, 28 de março de 2017

O poder da prece – Maria Dolores.


O jovem milionário
Adamastor Macário,
Rapaz rude e violento,
Derramando alegria,
Sentia-se feliz em seu mais belo dia,
Pois era o dia de seu casamento.

No palácio rural de sua habitação,
Tudo era festa em ascensão.

Pela manhã, porém, ele recebe à porta
Uma pobre viúva, a carregar nos braços,
Um filhinho de meses,
Portador de moléstia fulminante...
Sentindo a morte a lhe rondar os passos,
Dirige-se a Macário e pede suplicante:

— Socorre-nos, senhor,
Salve meu filho! Pague-lhe um tratamento...
E rematou com lagrimas na voz:
— Por amor a Jesus, tenha pena de nós!...

Com surpresa geral, Adamastor
Não se fez rude como de outras vezes,
Fitou o pequenino,
Compadecidamente,
Depois recomendou a um antigo empregado:
— Leve a criança ao médico... Ação pronta.
Em seguida,
Busque a farmácia com presteza,
Seja o gasto que for, qualquer despesa
Corre por minha conta...

A viúva, andrajosa e enternecida,
Agradeceu-lhe a caridade,
Qual se estivesse recebendo
No filho em tenra idade
Plena renovação da própria vida.

Adamastor, porém,
Mesmo casado
Continuou brutalizado
E um modelo completo de avareza...
Recolhia, ele próprio, as migalhas da mesa
Que sobrassem de cada refeição
Para fazer negócio, às escondidas...
E ei-lo, dia por dia, a repetir fremente,
Na mais estranha desesperação:

— Dinheiro, sim... Beneficência, não...
Nada me peçam que não dou vintém,
Não dou nem mesmo um pão à fome de ninguém.

O tempo foi passando,
Pedisse quem pedisse,
A resposta era não...
Toda aquela secura
Parecia loucura
Em vez de sovinice.

Talvez decepcionada, alma triste e vazia,
Com as atitudes do marido avaro,
Breve, morreu a esposa em desamparo,
Sem deixar-lhe um só filho à casa enorme e fria...

Mais tempo decorreu e Macário a lutar,
sem qualquer companheiro,
Só queria dinheiro e mais dinheiro...
Até que, um dia, a morte veio arrebatá-lo.
Adamastor, velhinho,
Num lance do caminho,
Caíra do cavalo,
Fora pisoteado e,
ante as perdas de sangue,
Gritava, agonizante, entre as pedras de um mangue:

— Eu não quero morrer, eu não quero morrer...
Mas a morte, por si, não queria saber
Se ele queria ou não
E, assim, agiu na hora...
Desencarnado agora,
O antigo milionário,
Sente-se louco, aflito e solitário,

Sob o fardo das lágrimas que leva...
Só pensava em dinheiro e via-se na treva...
Era um mendigo apenas
Que somente trazia
A lembrança vazia
De moedas terrenas...

Cego, desesperado, atônito, sozinho,
Fez-se triste fantasma, errando no caminho...
Até que, num momento inesperado,
logo após largo tempo em profunda cegueira,
sentiu algo a buscar-lhe os íntimos refolhos,
uma luz que lhe dava outra luz para os olhos...
fitou, em derredor, e notou espantando
que uma pobre velhinha orava junto dele,
quase que, lado a lado;
e ouviu-a murmurar, em voz segura e mansa,
como se lhe trouxesse a bênção da esperança:

— Rogo, Deus de Bondade, ao teu imenso amor,
Ele foi para mim de uma bondade rara,
Não te esqueças, Senhor,
Que um dia ele salvou o meu filho que me ampara...
Abençoa, meu Deus,
Quem foi em nossa casa
O grande benfeitor!...

O antigo milionário,
Sob um clarão divino,
Recordou a chorar o passado momento
Em que ajudara a um pequenino,
No dia justo de seu casamento...

Banhado em nova luz
Ele gritou: — Por quê? Por que, Jesus?
Não dei tudo o que eu tinha e tudo quanto quis,
A fim de ser agora mais feliz?
Era tarde, porém... Precisava voltar...
Renascer sobre a Terra,
Aprendendo a servir, a compreender e amar...
Nesse instante, contudo,
Retratava na face,
Embora atarantado, ansioso e mudo,
O júbilo de quem se libertasse
Das algemas de longo cativeiro,
Pois percebia, enfim, que acima do dinheiro,
Mostrava mais poder e muito mais valor
A lembrança de bem numa prece de amor!...

Livro: Coração e Vida.
Maria Dolores / Francisco Cândido Xavier

domingo, 26 de março de 2017

PASSE – Roque Jacintho.

O passe, modalidade de socorro fraterno, enobrecido pelo cristianismo, é terapêutica revivida e explicada, em sua mecânica e em sua vital importância, pelo Espiritismo-cristão.
Hoje, popularizada sob tal nome, que lhe define a essência, essa prática sempre foi de todos os lugares e de todos os tempos, externamente revestida das mais variadas fórmulas e dos mais exóticos ritos, ajustados ao degrau mental de seus praticantes: nasce o passe no cântico ou evocação dos selvagens em favor dos enfermos de sua tribo, passando pelas vias da "benzedura" e das "rezas" de médiuns naturais, chegando à bênção sacerdotal pelos doentes, encontradiço na prece maternal em favor de filhos assaltados pelas dores ou pelas angústias e tribulações, e culmina nos Templos do Espiritismo-cristão da atualidade, onde foi incorporado como recurso fundamental para a rearmonização do perispírito no curso das diversas provas e expiações e das mais variadas enfermidades da alma ou do corpo.
É transfusão dirigida de fluidos.
Como permuta das energias universais - quer entre desencarnados, quer entre encarnados - elege-se por delicado e precioso auxiliar a ser utilizado no tratamento das doenças de longo curso; nas crises bruscas de repentinas dores; no combate às chamadas "doenças-fantasmas"; nas perturbações espirituais transitórias que sofrem as almas encarnadas; nas enfermidades da mente; no reequilíbrio de si mesmo, quando o homem está sob o fogo da auto-obsessão; nos abalos do sistema nervoso; na terapia dos complexos...
Por atuar diretamente sobre o perispírito, ou seja, sobre a matriz onde se funde o nosso organismo físico e, por conseguinte, onde se localizam as raízes profundas de nossos distúrbios somáticos, é o passe o mais importante elemento para promoção do equilíbrio perdido ou ainda não conquistado, sempre que todo e qualquer desajuste se instale ou se revele.
Livro: Passes e Passistas
Roque Jacintho.

Livros para baixar - 56



sábado, 25 de março de 2017

Palavra do Dia / Vorto de la tago - 36

                               LUI - Alugar, fretar,arrendar.

Ricevi ion por ĝin uzi dum difinita tempo, pagante interkonsentitan prezon:
(Receber algo para usar durante tempo definido, pagando um preço combinado)

Ni luos vestojn por la geedziĝo.
Nós alugaremos roupas para o casamento.
Ĉu vi luigos al mi vian apartamenton?
Você alugará seu apartamento para min?
Kiom vi pagas por luado de la ĉambro?
Quanto você paga pelo aluguel do quarto?
La luanto de mia domo estas tre fidinda.
O inquilino de minha casa é muito fidedigno.
La luiganto estas tre helpema.
O locador é muito prestativo
Ĉi tie estas multe da lueblaj domoj.
Aqui tem muitas casas para alugar.
***
Programa "MiaAmiko" - Esperanto@Brazilo
Virtuala Brazila Esperanto-Movado

Jesus Está no Leme / A Melhor Religião é o Amor, A Melhor Filosofia a Caridade, A Melhor Ciência o Discernimento.


Muitos os Chamados Poucos os Escolhidos / A Fé Transporta Montanhas.


quarta-feira, 22 de março de 2017

Nossa Senhora / Todas as Nossas Senhoras / Ave maria.





Simpatías y antipatías terrestres / Terrestrial Sympathies and Antipathies / Simpatias e Antipatias Terrenas

Simpatías y antipatías terrestres
386. Dos seres que se han conocido y amado ¿pueden volver a encontrarse en otra existencia corporal y reconocerse?
- Reconocerse, no. Pero sentirse atraídos recíprocamente, sí. Y a menudo ciertos lazos íntimos basados en una afección sincera no tienen otra causa que esa. Dos seres son acercados el uno al otro por circunstancias que en apariencia son fortuitas, pero que constituyen el resultado de la atracción de ambos Espíritus, que a través de la muchedumbre se buscan.
386 a. ¿No sería más grato para ellos el reconocerse?
- No siempre. El recuerdo de las pasadas existencias tendría inconvenientes más serios de lo que creéis. Después de la muerte se reconocerán y sabrán en qué tiempo han estado juntos. (Véase parágrafo 392.)
El Libro de los Espíritus – Allan Kardec.
Terrestrial Sympathies and Antipathies
386. Could two beings, who have already known and loved each other, meet again and recognise one another, in another corporeal existence?
They could not recognise one another; but they might be attracted to each other. The attraction resulting from the ties of a former existence is often the cause of the most intimate affectional unions of a subsequent existence. It often happens in your world that two persons are drawn together by circumstances which appear to be merely fortuitous, but which are really due to the attraction exercised upon one another by two spirits who are unconsciously seeking each other amidst the crowds by whom they are surrounded.
-  Would it not be more agreeable for them to recognise each other?
Not always; the remembrance of past existences would be attended with greater disadvantages than you suppose. After death they would recognise one another, and would then remember the periods they had passed together." (392.)
THE SPIRITS’ BOOK – Allan Kardec.
Simpatias e Antipatias Terrenas
386. Dois seres que se conheceram e se amaram podem encontrar-se noutra existência corpórea e se reconhecerem?
— Reconhecerem-se, não, mas serem atraídos um pelo outro, sim; e freqüentemente as ligações íntimas, fundadas numa afeição sincera, não provêm de outra causa. Dois seres se aproximam um do outro por circunstâncias aparentemente fortuitas, mas que são o resultado da atração de dois Espíritos que se buscam através da multidão.
386-a. Não seria agradável para eles se reconhecerem?
— Nem sempre. A recordação das existências passadas teria inconvenientes maiores do que acreditais. Após a morte eles se reconhecerão e saberão em que tempo estiveram juntos. (Ver item 392).
O Livro dos Espíritos – Allan Kardec.

terça-feira, 21 de março de 2017

DEUS CONTA CONTIGO - Maria Dolores.


Ouço-te, às vezes, coração amigo,
Em torno ao bem, numa questão qualquer:
— “Farei... Conseguirei... Conta comigo...
Se Deus quiser, se Deus quiser...”

Mas não te alteres, a pretexto disso.
De segundo a segundo, estrada a estrada,
A Vontade de Deus é revelada
Em bondade e serviço.

Fita os quadros da gleba, campo afora:
Tudo o que existe, vibra, luta e sente,
Serve constantemente,
Dia-a-dia, hora a hora!...

De alvorada alvorada, o Sol fecundo,
Sem aguardar requerimento
Garante sem cessar o equilíbrio do mundo
De seu carro de luz no firmamento.

A fonte, a deslizar singela e boa,
Passa fazendo o bem,
Dessedenta, consola, alivia, abençoa
Sem perguntar a quem...

Sem recorrer a humanos estatutos,
Nem a filosofias enganosas,
A laranjeira estende os próprios frutos,
A roseira dá rosas...

O lírio não se ofende, nem reclama:
Sobre a terra onde alguém lhe deitou a raiz,
Seja em vaso de estufa ou num trato de lama,
Desabrocha feliz.

Assim no mundo, coração amigo,
Faze o bem onde for, seja a quem for;
Em toda parte, Deus conta contigo
Na tarefa do amor.

Livro: Antologia da Espiritualidade.
Maria Dolores / Chico Xavier.

DEUS AGE – Meimei


O Céu apaga as horas infelizes...
Na fé que já te alcança...

Dificuldades e empecilhos,
Aflições desatadas,
Provações imprevistas,
Tristezas e amarguras,
Farpas de incompreensão,
Contratempos e lágrimas,
Desastres iminentes,
Problemas e conflitos...
Quando essas sombras apareçam,
ORA E SILENCIA,
Guardando tolerância;
Se possível nada digas,
Servindo para o bem,
Sem que te queixes de ninguém.
Então, perceberás,
Que te encontras em paz,
E que uma luz vem vindo,
Para auxílio de todos...
Assim será sempre.
Porque, em todas as crises,
O Céu apaga as horas infelizes,
E se calas e esperas,
Na fé que já te alcança,
Com mais imediata segurança,
DEUS PERMANECE AGINDO.

Livro: Amizade.
Meimei / Chico Xavier.

sábado, 18 de março de 2017

Jeremías y los falsos profetas / JEREMIAH AND THE FALSE PROPHETS.

Jeremías y los falsos profetas
11. Esto dice el Señor de los ejércitos: no queráis oír las palabras de los profetas que os profetizan y os engañan: "hablan visión de su corazón", no de la boca del Señor: - Dicen a aquellos que me blasfeman: El Señor dijo: paz tendréis; y a todo el que anda en la perversidad de su corazón, dijeron: No os vendrá mal. - ¿Mas quién asistió al consejo del Señor, que vió y oyó lo que dijo? "Yo no enviaba estos profetas, y ellos corrían; no les hablaba y ellos profetizaban". - He oído lo que dijeron los profetas que en mi nombre profetizan mentira y dicen: He soñado, he soñado. - ¿Hasta cuándo será esto en el corazón de los profetas, que vaticinan mentira, y que profetizan engaños de su corazón? - Pues si te preguntare este pueblo, o un profeta, o un sacerdote diciendo: ¿Cuál es la carga del Señor? Les dirás: Vosotros sois la carga y yo os arrojaré, dice el Señor. (Jeremías, capítulo XXIII, v. 16, 17, 18, 21, 25, 26 y 33).
Voy a hablaros sobre este pasaje del profeta Jeremías, amigos míos. Dios, hablando por su boca, dijo: "Hablan visión de su corazón". Estas palabras indican claramente que ya en aquella época los charlatanes y los exaltados abusaban del don de profecía y lo explotaban. Abusaban, por consiguiente, de la fe sencilla y casi ciega del pueblo, "profetizando por el dinero" las cosas buenas y agradables. Esta especie de engaño era bastante general entre la nación Judía y es fácil comprender que el pobre pueblo, en su ignorancia, estaba en la imposibilidad de distinguir los buenos de los malos, y era siempre más o menos engañado por los que se daban el nombre de profetas, que sólo eran impostores o fanáticos. ¿Hay nada más significativo que estas palabras: "Yo no enviaba estos profetas y ellos profetizaban"? Más adelante dijo: "He oído lo que dijeron los profetas, que en mi nombre profetizan mentira y dicen: He soñado, He soñado"; indica de este modo uno de los medios empleados para explotar la confianza que se tenía en ellos. La multitud, siempre crédula, no pensaba averiguar la veracidad de sus sueños o de sus visiones; encontraba esto muy natural e invitaba siempre a estos profetas a que hablasen.
Después de las palabras del profeta, escuchad los sabios consejos del apóstol San Juan, cuando dijo: "No creáis a todo espíritu, mas probad si los espíritus son de Dios"; porque entre los invisibles los hay también que se complacen en embaucar cuando tienen ocasión de hacerlo, si bien los más burlados son los médiums cuando no toman bastantes precauciones. Este es, sin duda, uno de los grandes escollos contra los cuales se estrellan algunos, sobre todo cuando son novicios en el Espiritismo. Para ellos es uma prueba de la que no pueden triunfar sino con grande prudencia. Aprended, pues, a distinguir los malos de los buenos espíritus, para que vosotros mismos no vengáis a ser falsos profetas. (Luoz, espíritu protector. Carlsruhe, 1861).
EL EVANGELIO SEGÚN EL ESPIRITISMO – Allan Kardec.
JEREMIAH AND THE FALSE PROPHETS
11. Thus said the Lord of Hosts, Harken not unto the words of the prophets that prophesy unto you; they make you vain: they speak a vision of their own heart, and not out of the mouth of the Lord. They say still unto them that despise me, The Lord hath said, Ye shall have peace; and they say unto every one that walketh after the imagination of his own heart, No evil shall come upon you. For who hath stood in the counsel of the Lord, and hath perceived and heard His Word? Who hath marked His Word, and heard it? I have not sent these prophets, yet they ran: I have not spoken to them, yet they prophesied. I have heard what the prophets said, that prophesy lies in My name, saying, I have dreamed, I have dreamed. How long shall this be in the heart of the prophets that prophesy lies? Yes, they are prophets of the deceit of their own heart And when this people, or the prophet, or a priest, shall ask thee, saying, What is the burden of the Lord? Thou shalt then say unto them, what burden? I will even forsake you, saith the Lord (Jeremiah, 23:16-18, 21, 25, 26 & 33).
My friends, I wish to talk to you about this passage from the prophet Jeremiah. Speaking through his mouth, God said: "It is the vision of their own hearts which makes them speak in this manner." These words clearly indicate that already in those times the charlatans and the impassioned abused the gift of prophesy and exploited it. They consequently abused the simple and almost blind faith of the people by predicting, for money, both good and agreeable things. This kind of fraud was very widespread within the Jewish nation, and so it is easy to understand that the poor people, in their ignorance, had no possible means of distinguishing the good from the bad, as they were always more or less duped by the pseudo-prophets, who were nothing more than imposters and fanatics. There is nothing more significant than these words: "I did not send these prophets yet they run, I have not spoken to them yet they prophesy." Further on it says: "I heard these prophets who prophesy lies in My Name, saying, I have dreamed, I have dreamed." This is one of the ways they used to explain the confidences they were supposedly given. The masses, being credulous, did not think to dispute the truth of these dreams and visions. They thought it quite natural and frequently invited these 'prophets' to speak.
After the words of the prophet, listen to the wise counsel of the Apostle John, when he said: "Do not believe in all the Spirits. First test them to see if they come from God." This is because among those who are invisible there are also those who take pleasure in deluding, if they have the chance. The deluded ones are, as we can see, the mediums who do not take the necessary precautions. Beyond all doubt, it is unquestionably one of the greatest stumbling blocks against which many come to grief, especially when they are new to Spiritism. For them it is a test from which they will be able to extricate themselves only by using much prudence. Therefore, before anything else, learn to distinguish the good from the bad Spirits so that you, in your turn, may not become a false prophet. - LUOZ, a Protecting Spirit (Carlsruhe, 1861).
THE GOSPEL ACCORDING TO SPIRITISM – Allan Kardec.
 

Não se pode server a Deus e a Manon / Sede Perfeitos.


Vós sois a luz do mundo - Tu me amas? Wagner Paixão e Simão Pedro.


sexta-feira, 17 de março de 2017

DE ALMA PARA ALMA - Maria Dolores


Escuta, alma querida!
Ante as perturbações e os empeços da vida,
Onde não possas ajudar
A dissipar a treva e extinguir o pesar,
Nada fales, em vão!...
Uma palavra, às vezes, tão-somente,
Na moldura de um gesto irreverente,
Basta para espancar o coração.

Se anotas sombra e dor, por onde jornadeias
Dá consolo e respeito às aflições alheias...
Tempo vai, tempo vem...
E assim como o carvão se faz diamante puro,
Na forja do destino, em louvor do futuro,
Todo o mal se converte em coluna do bem.

Usa o verbo, esparzindo novas luzes,
Não condenes, não firas, não acuses!...
Onde enxergares pedra, lodo, espinho,
Cobre de paz e amor as lutas do caminho.

Lembremos nossos erros, teus e meus!...
Todos sofremos provas, alma boa,
Trabalha, serve, ajuda, ama e abençoa
E encontrarás contigo a presença de Deus.

Livro:Antologia da Espiritualidade.
Maria Dolores / Chico Xavier.

Oração

Oração

Nossa Receita