segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Tranquilidade (I) – Joanna de Ângelis

A tranquilidade independe de paisagens, circunstâncias e ocasiões.
Faz-se no espírito como efeito de uma consciência pacificada.
O cansaço, o desaire, a perseguição e a dor, embora aflijam, jamais logram romper a armadura da tranquilidade real.
Quando existe harmonia interior os ruídos de fora não ecoam perturbadoramente.
Se exiges silêncio, melodias, ginásticas para a tranquilidade, apenas estás no rumo.
Se te enerva a espera ou te desagradam o cansaço e o medo, fruis apenas comodidades, encontrando-te longe da tranquilidade real.
Um espírito tranquilo não se atemoriza nem se enfada, não se desarranja nem se rebela porque, pacificado pela consciência reta, vibram nele as energias da renovação constante e do otimismo perene.
Jesus, no Sermão da Montanha ou no Gólgota, manteve-se o mesmo.
Íntegro, confiante, demonstrou que a tranquilidade é preciosa aquisição da vitória da vida nas incessantes batalhas do existir.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco
Livro: Leis Morais da Vida.

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