segunda-feira, 1 de junho de 2015

Comércio e Intercâmbio – André Luiz.

O  Comércio é  também  uma  escola  de  fraternidade. Realmente, carecemos da atenção do vendedor, mas o vendedor espera de nós a  mesma atitude. 
Diante de  balconistas fatigados ou  irritadiços, reflitamos  nas  provações que, indubitavelmente, os constrange nas retaguardas da  família ou do lar, sem negarlhes consideração e carinho.
A  pessoa  que se revela malhumorada, em seus contatos públicos, provavelmente carrega um fardo pesado de inquietação e doença.
Abrir caminho, à  força  de  encontrões, não é só deselegância, mas igualmente lastimável descortesia.
Dar passagem aos outros, em primeiro lugar, seja no elevador ou no coletivo, é  uma  forma  de  expressar entendimento  e  bondade  humana.
Aprender a  pedir um  favor aos que  trabalham  em  repartições, armazéns, lojas ou bares, é obrigação.
Evitar anedotário chulo ou  depreciativo, reconhecendose  que  as palavras criam imagens e as imagens patrocinam ações.
Zombaria  ou  irritação  complicam  situações sem  resolver os problemas.
Quando se  sinta  no dever de  reclamar, não faça  de  seu  verbo instrumento de agressão.
O erro ou o engano dos outros talvez fossem nossos se estivéssemos  nas circunstâncias dos outros.
Afabilidade é caridade no trato pessoal.
Livro: Sinal Verde.
André Luiz / Chico Xavier.

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