quarta-feira, 15 de julho de 2015

Céu com céu - Emmanuel

“Mas  ajuntai  para  vós  tesouros  no  céu,  onde  nem  a  traça  nem  a  ferrugem  os  consomem,  e  onde  os  ladrões  não  penetram nem roubam.” -  Jesus / Mateus, 6:20.
Em todas as fileiras cristãs se misturam ambiciosos de recompensa que presumem encontrar, nessa declaração de Jesus, positivo recurso de vingança contra todos aqueles que, pelo trabalho  e pelo devotamento, receberam maiores possibilidades na Terra.
O que lhes parece confiança em Deus é ódio disfarçado aos semelhantes. Por não poderem açambarcar os recursos financeiros à frente dos olhos, lançam pensamentos de critica e rebeldia, aguardando  o paraíso para a desforra desejada.
Contudo, não será por  entregar  o corpo ao laboratório da natureza que a personalidade humana encontrará, automaticamente, os planos da Beleza Resplandecente. Certo, brilham santuários imperecíveis nas esferas sublimadas, mas é imperioso considerar que, nas regiões imediatas à atividade humana, ainda encontramos imensa cópia de traças e ladrões, nas linhas evolutivas que se estendem além do sepulcro.
Quando o Mestre nos recomendou  ajuntássemos tesouros no  céu, aconselhava-nos a dilatar os valores do bem, na paz do coração.
O homem que adquire fé e conhecimento, virtude e iluminação, nos recessos divinos da consciência, possui o roteiro celeste. Quem aplica os princípios redentores que abraça, acaba conquistando essa carta preciosa; e quem trabalha diariamente na prática do bem, vive amontoando  riquezas nos Cimos da Vida. Ninguém se engane, nesse sentido.
Além da Terra, fulgem bênçãos do Senhor nos Páramos Celestiais, entretanto, é necessário possuir luz para percebê-las. É da Lei que o Divino se identifique com o  que seja Divino, porque ninguém contemplará o céu se acolhe o inferno no coração.
Livro: Fonte Viva.
Emmanuel / Chico Xavier.

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