quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Ante o infinito – Bezerra de Menezes.

O homem penetrou com as suas sondas potentes no macrocosmo, resolveu os problemas do microcosmo, no entanto, não se encontrou a si mesmo.
Equacionou os desafios que o surpreenderam, modificando a estrutura da Terra e resolvendo um sem número de dificuldades.
A Ciência aliada à Tecnologia ofereceu comodidade e prazer, todavia, o homem, em si mesmo, é a grande incógnita que espera equação.
Não obstante quase seis mil anos de ética e civilização, ainda mata por um pedaço de pão, jornadeando pelos ásperos caminhos da agressividade e do crime.
A violência ganha as cidades do mundo e as avenidas das megalópoles apresentam-se tomadas pelo terror e pelo medo, em que a vida da criatura humana vale menos do que a de um animal de carga...
Resolvendo a problemática da saúde sob muitos aspectos, nega-se a examinar em profundidade a realidade íntima de si mesmo, diante da sua imortalidade.
A vida é patrimônio divino que merece consideração, não devendo ser atirada à indiferença.
Ninguém morre.
Morrer é viver.
A vida não tem início no berço, nem se extingue no túmulo...
A vida, na sua perenidade, se origina em Deus, o Pai Criador, e marcha para Deus.
No Infinito, ante a grandeza das galáxias e no reino do elétron, pulsa a manifestação do divino pensamento, conclamando a criatura ao exame da oportunidade de que desfruta, na Terra, e de que dará conta.
Decifrando as incógnitas da vida na sua indestrutibilidade, o homem marcha para a paz, através do despertar das suas potencialidades que, por enquanto, jazem adormecidas.
Neste eclodir de realizações transcendentais, defronta os desafios do Espírito e interpreta-os, com lucidez e eloquência, descobrindo que, na glória das realizações positivas, ruma para a felicidade, na edificação do bem geral sob o paternal amor de Deus.
Livro: Terapêutica de Emergência.
Espíritos Diversos / Divaldo Franco.

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