sábado, 1 de abril de 2017

Passe e Mecanismo - Roque Jacintho.

O pensamento do homem imprime aos fluidos universais à sua volta suas características individuais, sua coloração afetiva, seus impulsos ideativos e até forma. Tais fluidos são desse modo movimentados, sob o comando mental, à direção exata que a criatura lhes determina.
Atingindo o ponto mentalizado pelo homem, essa onda poderá afinizar-se com o objeto ou pessoa e passará a envolvê-la, e será, consequentemente, por ela absorvido, até o limite de sua capacidade, produzindo, em decorrência, a reação benéfica ou maléfica do magnetismo admitido. Se não houver identidade de propósitos, aspirações, ideais, afetividade entre emissor e mentalizado, essa onda será repelida de pronto, sem deixar vestígios de sua presença ou passagem.
Essa é a atividade normal do homem.
E é nessa atividade cotidiana e ininterrupta do pensamento, agindo e reagindo sobre os fluidos, que se encontra o mecanismo do passe.
No ato comum de pensar, porém, nem sempre o homem constrói. Não raro suas emissões são plenas de rancor, gerando miasmas terríveis que o intoxicam e que intoxicam seu próximo e suas vítimas.
Já na emanação para o passe esse envolvimento é benéfico, calmante, filtrado pela Espiritualidade Superior, que dela só aproveita o que possua de melhor principalmente quando o passista alimenta a oração em seu mundo íntimo.
Orando, o homem eleva suas vibrações.
Une-se aos céus.
Recebe das fontes puras e imaculadas do Universo energias benéficas, passando a ocupar a posição de um transformador de eletricidade que, recebendo o impulso elétrico, o submete a uma série de operações e o promana revigorado, ajustado, equilibrado, de acordo com a necessidade do que vai alimentar.
Os fluidos, fortalecidos pela oração, magnetizam os órgãos perispirituais desequilibrados, restabelecendo-lhes ou criando-lhes a harmonia de base e, em decorrência, surtindo os efeitos de cura.
Livro: Passe e Passistas.
Roque Jacintho.

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