quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Insensatez – Carlos

“O que retém o ódio é de lábios falsos, e o que difama é insensato”. – Provérbios: 10:18.
“Kiu kaŝas malamon, tiu havas falseman buŝon; kaj kiu elirigas kalumnion, tiu estas malsaĝulo.” Sentencoj de Salomono: 10:18. (Sankta Biblio – traduko: Zamenhof)
Guardar ódio é semear veneno na própria consciência. Fomos todos feitos para o amor.
Acusar os outros é insensatez que se perde nos labirintos da calunia.
O difamador desconhece o que poderá vir ao seu encontro pela infâmia. Deixa espinhos nos caminhos dos semelhantes e colhe infortúnios, pela força da lei que nunca esquece de dar a cada um o que merece.
Afligir a quem quer que seja, significa alimentar a discórdia no caminho de nossa consciência.
Abstém-te de qualquer julgamento; o resguardo da boca é luz na consciência. A língua ultrajante é qual tesoura cortando os fios da própria felicidade.
Desacreditar por inveja é próprio dos insensatos, que recusam o amor para não beneficiar quem ama e trabalha por amor e deve.
Combina contigo mesmo para cortar as arestas da tua invigilância. E avança ainda mais, para arrancar as ervas daninhas da ofensa.
Reter no coração o perjúrio é querer enxertar, nos finos tecidos da alma, as impurezas da maledicência e o magnetismo inferior do ódio que transforma o ambiente de luz em provável nevoeiro de trevas.
Livro: Gotas de Ouro.
Carlos / João Nunes Maia.

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